DÚVIDAS

Sobre a origem do apelido Gracias (Goa, Índia)
Gostava de contactar alguém, nomeadamente Teotónio R. de Souza, acerca da origem do apelido Gracias em Goa. O antepassado mais antigo, de que me deram conta, teria sido Francisco Gracias, nascido cerca de 1690/1700 e que teria casado com Mónica Dias. Será que alguém me sabe dizer a origem, ou seja, o nome hindu ou indiano a que corresponderia o referido apelido Gracias? Eram indianos convertidos ao catolicismo, e não foram considerados pelo prof. Jorge Forjaz como luso-descendentes, pois que só no século XX se casaram com europeus ou pessoas de outra nacionalidade. Desde já os meus agradecimentos pela atenção dispensada.
«O jovem repórter» e «O repórter jovem»
Qual a classe gramatical de «jovem» em «O jovem repórter foi promovido» e «O repórter jovem foi promovido»? Só para constar: meu professor disse que no primeiro caso é substantivo, e, no segundo, adjetivo. Continuei duvidando. E se puderem me ajudar, qual o critério utilizado para saber se uma palavra é ou não adjetivo quando muda sua posição diante de substantivo? Por exemplo, «nova estatística» ou «estatística nova», a palavra nova continua sendo adjetivo, mas por que «fumante italiano» e «italiano fumante», fumante é substantivo no primeiro caso, e adjetivo no segundo? Preciso de ajuda!
Preposição antes de quanto relativo
Primeiramente queria dizer que somos apaixonados pela língua portuguesa e por isso partilhamos tal momento gostoso. Parabéns! Não encontro, em gramática nenhuma, referência à presença de preposição antes do pronome relativo quanto, por isso gostaria de saber se devo, ou não, colocar preposição se o verbo ou um nome da oração subordinada adjetiva exigir. Além disso, pelas gramáticas que eu pesquisei, só encontrei duas funções sintáticas (sujeito e objeto direto) para o relativo quanto; só existem essas duas funções sintáticas para ele? Por favor, elucidem as duas questões! Muito agradecido mesmo!
Sobre a expressão «a vácuo»
Apesar de ter sempre ouvido, visto e utilizado a expressão «a vácuo» e, portanto, considerá-la como correcta e consagrada pela língua portuguesa, ultimamente encontro, principalmente no ambiente da Internet, as expressões «em vácuo» e «sob vácuo». Os grandes dicionários (Houaiss, Aurélio, Porto Editora) não incluem a expressão no verbete vácuo e, assim, gostava de saber se é só uma questão de escolha, ou se realmente «a vácuo» é a expressão certa. Muito obrigada e longa vida ao Ciberdúvidas!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa