«Deste lado» vs. «neste lado»
1) Estou deste lado.
2) Estou neste lado.
Qual opção é a gramaticalmente correta e esteticamente bonita?
E por quais motivos também no caso?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
O complemento do nome elemento
Na frase «...alunos alheios a elementos fundamentais da sua identidade cultural e histórica», qual a função sintática do constituinte «da sua identidade cultural e histórica»?
Muito obrigada!
Modificador do grupo verbal: «aceitou o convite na festa»
Na frase «Ela aceitou o convite na festa», a expressão «na festa» deve classificar-se como complemento obliquo ou modificador?
Obrigada.modificador do grupo verbal
«Não aquecer nem arrefecer» com pronomes pessoais
Acabei de aprender a expressão «não aquecer nem arrefecer».
Por exemplo, podemos dizer «O que tu disseste, não me aquece nem arrefece».
Mas não tenho a certeza se se diz «… não o(s)/a(s) aquece nem arrefece» ou «... não lhe(s) aquece nem arrefece», quando se trata da terceira pessoa.
Ou seja, precisa-se, neste caso, dum pronome objeto direto ou indireto?
Agradeço muito a sua atenção.
Oração subordinada relativa: «(os) que reviram os olhos»
Considere-se a seguinte frase:
«Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento das crianças, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando...»
A oração «que reviram os olhos» é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva, cujo antecedente é «os», com valor de «aqueles»?
O verbo pensar com interrogativa indireta
Na frase «Pensei o que terá sido o maravilhamento e o espanto dos homens que chegaram aqui, sem terem visto um mapa...», como se classifica a oração «o que terá sido o maravilhamento...»?
Na minha opinião é uma oração substantiva relativa. Mas alguns alunos disseram que é uma oração substantiva completiva.
Agradecia que me dissesse qual a classificação certa. i
O verbo sonhar e as preposições
Perguntava se, do ponto de vista gramatical, a seguinte frase é aceitável:
«Há quem sonhe COMO criar uma empresa.»
Obrigado.
Colocação pronominal depois de tal
No enunciado a seguir, o termo tal tem qual classificação gramatical?
Ele é uma palavra que atrai o pronome se (ou seja, deve ser usada a próclise ou a ênclise no verbo mantém?)?
«Tal entendimento mantém-se vivo até hoje.»
Grata.
Quando condicional
Ao ler a ótima gramática do Cegalla (Novíssima Gramática da Língua Portuguesa), observei a seguinte frase classificada como temporal:
«Formiga, QUANDO QUER SE PERDER, cria asas.»
A frase não pode ser encarada como condicional?
Ex.: «conj.condic. 6. No caso de; se: Só é gentil quando quer alguma coisa.» (Aulete)
Além do Cegalla, vários gramáticos tradicionais não citam o quando como conjunção condicional (ex.: Pasquale e Ulisses – na Gramática de Língua Portuguesa –, Cegalla – na Novíssima Gramática da Língua Portuguesa –...).
Fiz uma pesquisa em questões de concursos e vestibulares; mas não achei o quando como condicional. Pedi à inteligência artificial do Google para me apresentar as funções do quando de acordo com materias disponibilizados na Internet e não apareceu como condicional.
Estou com alucinações ou há muitos casos que o temporal quando pode também ser um condicional? Se não estou alucinado, por que a preferência por temporal?
Desde já, agradeço-lhes a enorme atenção.
A construção «tanto... como/quanto»
Pedia o vosso parecer sobre a correção desta frase, que acho duvidosa:
«O que o Rui está a dizer tem o significado de tanto ele, tanto o colega, tanto outra pessoa, vão para o mesmo sítio.»
Obrigado.
