Os gentílicos de Latgália, Selónia, Semigália e Vidzeme (Letónia)
1. Em português, haveria um gentílico para Latgália, ou Latgale, antiga região da Letônia?
Quanto à forma do topônimo, qual das duas acima elencadas seria a melhor?
2. Qual seria o gentílico da Selônia, antiga região da Letônia?
3. Qual seria o gentílico da Semigália, ou Semigola, antiga região da Letônia?
Quanto à forma do topônimo: qual das duas acima elencadas seria a melhor?
4. Qual seria o gentílico de Vidzeme, antiga região da Letônia?
Nome coletivo de criança
Qual o nome coletivo de crianças?
Teste, exame e prova
Os termos teste, exame e prova, quando usados no contexto de avaliação das capacidades e conhecimentos académicos ou profissionais de alguém, podem ser considerados sinónimos entre si? Ou, tendo cada um o seu emprego específico, de que forma são usados?
Obrigado.
Lusodescendente
Em 30-09-11, a vossa consultora Sandra Tavares diz numa resposta: «As duas palavras não sofreram alteração com o novo Acordo Ortográfico, mantendo a grafia anterior: luso-africano e lusodescendente.»
Todas as fontes que consultei (como os dicionários online, o dicionário da Academia das Ciências e o prontuário de D´Silvas Filho) apontam para luso-descendente como grafia pré-AO. Por outro lado, encontrei esta explicação num blogue: «Rebelo Gonçalves, no Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa, recomendou o uso de hífen nos "compostos em que entram, morfologicamente individualizados e formando uma aderência de sentidos, um ou mais elementos de natureza adjectiva terminados em o e uma forma adjectiva". Exemplos? Físico-químico, póstero-palatal, trágico-marítimo, ântero-inferior; latino-cristão, grego-latino, afro-negro."
Escrevíamos mesmo "lusodescendente" antes do Acordo Ortográfico, ou trata-se de um lapso?
Obrigado.
A etimologia das palavras do português
Estava eu estudando latim e percebi que alguns substantivos da língua portuguesa aparentam derivar sua forma não do nominativo, mas sim do ablativo, como em: pons, is, abl. ponTE; dens, is, abl. denTE; mons, is, abl. monTE; urbs, is, abl. urBE; avis, is, abl. avE; nox, is, abl. nocTE. Gostaria de saber como e por que causa se verifica essa aparente origem e também o porquê de nossa língua não ter declinações como o latim. Desde já agradeço-vos pela resposta e congratulo-vos pelo excelente trabalho de elucidar a língua nossa neste pantanoso terreno da Internet.
As expressões «não/nada... senão...», «não/nada... que» e «que não»
Gostaria de saber como é que é correcto dizer: «passou a não ser mais nada senão um autómato», ou «passou a não ser mais nada que não um autómato»?
Obrigada.
Aliá, sinónimo de elefanta
Tenho ouvido muito sobre o feminino de elefante ser elefanta, mas esquecemo-nos de que o feminino da palavra elefante pode tanto ser elefanta como aliá, sendo esta última muitíssimo desconhecida para muitos, mas sendo a forma mais antiga.
Obrigado.
Novamente a pronúncia de surfar, surfista e surfe
Verifico que alguns dicionários editados no Brasil registam as palavras surfar, surfista e surfe.
A minha pergunta é: como se pronunciam estas palavras no Brasil?
Muito obrigado pela vossa atenção.
O nome étnico rejangue (Samatra, Indonésia)
Estou trabalhando na tradução de um texto do filósofo alemão Immanuel Kant. Numa nota, ele se refere à descrição de Sumatra de William Marsden e cita um povo, cujo nome em alemão se escreve Rejangs. Consultei o texto do Marsden, cujo original é inglês, e a expressão pouco muda: Rejang. Não encontro nenhuma ocorrência da palavra vertida para o português. Gostaria de saber se há alguma sugestão para a tradução.
Grato.
«Conhecer de»
Gostaria de saber se tanto está correcto escrever-se «conhecer a verdade» como «conhecer da verdade». Em que situações se deve escrever de uma forma e de outra? E ainda, podendo ambas ser utilizadas em qualquer caso, porque existem as duas?
Muito obrigado.
