O uso da vírgula e as orações subordinadas adverbiais
Tenho sempre dúvida na utilização de vírgulas e o caso aqui é referente à virgula depois das conjunções e e mas.
Abaixo deixo alguns exemplos de frases que selecionei e que queria ajuda para entender se estão certas, ou não, e o porquê.
1 – «Nada prejudica mais uma apresentação do que o nervosismo. E, quando isso acontece, a melhor maneira é respirar fundo e confiar em si mesmo.»
2 – «Eu pediria que voltasse a ser quem era e recordasse tudo o que vivemos. Mas, mesmo assim, se isso não for possível, esqueça tudo o que passamos.»
3 – «Ontem, Maria me contou uma história de amor inesquecível que ela viveu há alguns anos. Então penso comigo. E, se essa história de amor for realmente verdade, será que um dia poderei vivê-la?» (Aqui não vejo necessidade de vírgula antes de e. É errado numa oração ter vírgula depois de se ou caso?)
4 – «Podes ter imaginado um caminho incrível rumo a um destino excepcional. Mas, para levar as pessoas até lá, é necessário que faças a viagem parecer atraente.»
Nos exemplos acima, e e mas estão no início da oração. Sei que não é errado fazer isso, pois envolve uma questão de estilística, mas sei também que nesses casos eles poderiam estar em uma oração só. De qualquer forma, gostaria de saber se essas conjunções, exatamente do jeito que estão, têm a vírgula depois delas mal colocada.
Obrigado.
Análise sintática numa construção clivada
Desde já o meu bem-haja por existirdes, pois sois de extrema importância.
Podereis, por favor, fazer a análise sintática dos elementos desta frase?
«Foi a poesia, antes da psicanálise, que nos tornou conscientes desta perturbante verdade existencial (...).»
Grata.
Conhecer a uma pessoa = conhecer alguém?
Sou uma estudante de português na Argentina. Eu tinha a ideia que o CD de pessoa em português não leva a preposição a. Em espanhol, leva a. Mas ontem li um artigo no jornal que dizia "conhecer a uma pessoa". Então, a pergunta é: existe alguma diferença em português, entre "conhecer a uma pessoa" e "conhecer alguém" ? Obrigada.
Construção de flutuação do quantificador com sujeito nulo subentendido
Na frase «Devemos todos ajudar.», deve considerar-se o sujeito simples (todos) ou nulo subentendido (nós)?
Apesar de ter já consultado outras respostas, continuo com dúvidas a este respeito.
Obrigada.
Complemento indireto não animado
Na frase «Ele aludiu aos assuntos com entusiasmo», "aos assuntos" é complemento indireto ou oblíquo? Eu posso substituir pelo pronome "lhes" (Ele aludiu-lhes com entusiasmo), mas "aos assuntos" não é "a quem"!
O complemento indireto introduzido pelas preposições a e para
Pode o complemento indireto ser precedido pela preposição para?
Na frase «Ela trouxe os bolos para as crianças», a expressão «para as crianças» pode ser complemento indireto ou é modificador?
Obrigada.
Frase com oração subordinada e oração coordenada
Gostaria que me confirmassem a correta divisão e classificação das orações:
«Desconhecias que ele fumava ou já desconfiavas?»
«Desconhecias» - oração subordinante
«Que ele fumava» - oração subordinada substantiva completiva
«Ou já desconfiavas» - oração coordenada disjuntiva.
Obrigada.
Infinitivo nas orações completivas não finitas
Fiz aqui uma pesquisa e, apesar de este tema ser abordado amiúde, não consegui encontrar um esclarecimento cabal para a minha dúvida.
Na frase "há vários interessados em ser transferidos" o auxiliar 'ser' deve ou não ser flexionado?
Grata desde já.
Oração subordinada adjetiva relativa restritiva ou substantiva relativa sem antecedente?
Num manual do 9.º ano de escolaridade, a oração «onde nos vimos pela primeira vez» na frase «Fui jantar com o Pedro ao restaurante onde nos vimos pela primeira vez.» surge classificada como oração substantiva relativa, desempenhando a função sintática de modificador do grupo verbal. Contudo, a oração em análise não é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva (com função sintática de modificador restritivo do nome)?
Sobre a dupla negação (II)
É correto dizer «Não faltou ninguém»? Não estamos a dizer o oposto?
