«A existência, no século XX e nos primeiros anos do século XXI, de um crioulo indo-português que ainda pode ter falantes motiva enorme interesse, especialmente entre aqueles que passaram uma vida inteira em Querala sem ter conhecimento do facto, porque se trata de uma língua circunscrita a pequenas áreas em Cochim, Cananor e Calecute.»
Tradução e adaptação de artigo em inglês à volta de um estudo do linguista português Hugo Cardoso (Centro de Linguística da Universidade de Lisboa) sobre a sobrevivência do crioulo de base lexical portuguesa no estado de Querala, no sueste da Índia. O texto original está publicado no jornal digital indiano News Minute, com a data de 10 de outubro de 2022.


