Margarita Correia - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Margarita Correia
Margarita Correia
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Margarita Correia, professora  auxiliar da Faculdade de Letras de Lisboa e investigadora do ILTEC-CELGAEntre outras obras, publicou Os Dicionários Portugueses (Lisboa, Caminho, 2009) e, em coautoria, Inovação Lexical em Português (Lisboa, Colibri, 2005) e Neologia do Português (São Paulo, 2010). Mais informação aqui. Presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) desde 10 de maio de 2018.

 
Textos publicados pela autora
Internacionalizar a ciência é anglicizá-la?
O português também é veículo de conhecimento

«Internacionalizar [o ensino superior português] tem que ser, também, prover o português, língua que se quer internacional, dos recursos (i.e. textos científicos) que lhe permitam ser efetivo veículo de ciência e conhecimento para os seus mais de 250 milhões de falantes» – defende a linguista portuguesa Margarita Correia em crónica publicada em 28 de julho de 2020 no Diário de Notícias.

 

 

 

O inglês, o português e a ciência
A divulgação do saber em língua vernácula

«A ideia de que existem línguas mais aptas ou eficazes para determinados tipos de comunicação é um mito que importa desfazer. Todas as línguas são à partida igualmente aptas para qualquer tipo de comunicação em qualquer âmbito de experiência ou de conhecimento», escreve a professora e linguista Margarita Correia, em crónica publicada no Diário de Notícias em 20 de julho de 2020.

Variação da língua portuguesa

A língua portuguesa é uma língua pluricêntrica com normas diferentes: há as normas linguísticas nacionais, como a portuguesa e a brasileira, já tradicionais; e as normas linguísticas nacionais emergentes, ainda por codificar mais sistematicamente, como a angolana e a moçambicana. No entanto, o ensino da língua nas escolas ainda perpetua a ideia de uma língua bicêntrica, e é sobre este tema que a linguista Margarita Correia fala neste texto, transcrição de um seu  depoimento incluído no programa Páginas de Português, na Antena 2, do dia 10 de julho de 2020. 

A escola e a norma linguística
Um assunto que não é pacífico

«O conhecimento da norma e o seu uso devem, acredito, fazer parte da formação de cidadãos livres e com igualdade de oportunidades», considera a linguista e professora universitária Margarita Correia em crónica publicada no Diário de Notícias em 14 de julho de 2020.

O português, o espanhol e a intercompreensão
Ouvir a língua do vizinho

«Não se tenha a ilusão de que falar “portunhol” seja garantia de se ser compreendido, nem de se comunicar com mais eficácia do que falando português de forma pausada e bem articulada», observa* a linguista Margarita Correia na sequência do E-Fórum 2020 – Potencial das Línguas na Recuperação das Economias: Contributos do Espanhol e do Português, encontro que a Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

*Artigo de Margarita Correia in Diário de Notícias do dia 7 de julho de 2020, a seguir transcrito com a devida vénia.