Margarita Correia - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Margarita Correia
Margarita Correia
5K

Margarita Correia, professora  auxiliar da Faculdade de Letras de Lisboa e investigadora do ILTEC-CELGAEntre outras obras, publicou Os Dicionários Portugueses (Lisboa, Caminho, 2009) e, em coautoria, Inovação Lexical em Português (Lisboa, Colibri, 2005) e Neologia do Português (São Paulo, 2010). Mais informação aqui. Presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) desde 10 de maio de 2018.

 
Textos publicados pela autora
E ainda bem!
Os desafios da variação do português contemporâneo

«É comum as grandes questões da política linguística do português serem tratadas, a nível nacional, ou como fantasmas, que não existem, ou como resfriados, que se espera que passem» – observa a linguista Margarita Correia, a propósito dos desafios da atual variação da língua portuguesa, em crónica publicada no Diário de Notícias de 26 de maio de 2020 e igualmente disponível nestas páginas.

As migrações, a escola e a língua
O ensino de português, alavanca do multilinguismo e da multiculturalidade de Portugal

«A escola portuguesa não é perfeita e nunca o será, mas é hoje mais igualitária, inclusiva e apta. E a língua portuguesa vai-se tornando mais forte, porque língua e educação são duas faces da mesma moeda, a do desenvolvimento humano.»

Visões sobre a língua portuguesa
Assentes num pespetiva pluricêntrica, e não bicêntrica

«[Não compete apenas apenas ao Brasil e  a Portugal regular e decidir sobre o idioma oficial da CPLP]: o português é efetivamente pertença de todos os que a adotaram, independentemente do continente de onde provêm ou da cor da sua pele», escreve a professora universitária e presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Margarita Correia, na sua primeira crónica semanal no Diário de Notícias, com a data de de 12 de maio de 2020.

Inquietação ou regozijo?
Sobre a consagração do Dia Mundial da Língua Portuguesa

«A  proclamação da UNESCO foi amplamente noticiada em Portugal, levando os céticos do costume a defender que esta poderia ser não motivo de regozijo, mas uma nota inquietante, indicativa de alguma fragilidade do português, brandindo dois argumentos principais: 1) as grandes línguas não carecem de e não têm dias mundiais; 2) só entidades ameaçadas, desprotegidas ou discriminadas têm dias mundiais. Será que têm razão?»

A resposta da professora universitária e presidente  do Conselho Científico do IILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa) Margarita Correia, em artigo publicado originalmente no Diário de Notícias, em 5 de maio de 2020. 

 

N. E. – Em relação ao texto original, o que aqui se publica contém algumas ligeiras alterações introduzidas pela autora.

 

 

Até sempre, professora Maria Helena Mira Mateus!
Pioneira na línguística portuguesa, alma do ILTEC, uma força da natureza

Evocação * da linguista Margarita Correia, docente universitária  e presidente do Conselho Científico do IIILP,  in memoriam  da linguista e académica Maria Helena Mira Mateus – falecida em 30 de março de 2020 –, com quem  trabalhou no Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC), durante 20 anos.

 * Depoimento  oral prestado nos programas  Língua de Todos,  emitido na RDP África, na sexta-feira, dia 3 de abril, pelas 13h20* (é repetido no sábado, dia 4 de abril, depois do noticiário das 09h00); e Páginas de Português, na Antena 2, no domingo, dia 5 de abril, pelas 12h30* (com repetição no sábado, dia 10 de abril, às 15h30). Hora oficial de Portugal continental, ficando ambos os programas disponíveis posteriormente aqui aqui.