Antologia - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos de autores lusófonos sobre a língua portuguesa, de diferentes épocas.

Texto transcrito a partir do vídeo disponibilizado no Facebook e no Instagram em 04/05/2026.

Da calma e do silêncio

Um poema da escritora, poetisa e ensaísta brasileira Conceição Evaristo, incluído no livro Poemas da Recordação e Outros Movimentos (Belo Horizonte: Nandyala, 2008), recolhido no portal da Associação Guatá – Cultura em Movimento em 04/04/2022 e aqui republicado com a devida vénia.

 

Cf"Da calma e do silêncio"  poema de Conceição Evaristo — dito pela própria

Um perigo, as palavras

Um poema de Alice Vieira, extraído de O que dói às Aves (Caminho, 2009, p. 75).

Pensamentos de Ana Albuquerque sobre a língua e o que ela diz. 

A trapologia

No princípio do anos 70 a professora de Trabalhos Oficinais já não falava de trapos, de tapetes de trapos, de tapeçaria, já era uma doutora da mula ruça que só falava de trapologia...

Um poema retirado de A Matéria do Poema (2008), de Nuno Júdice (1949-2024).

A invenção dos adjetivos
No tempo de Adão e Eva

Nos idos Adão e Eva não havia adjetivos, «só substantivos, como o sol, a terra, o céu, a serpente, etc. Até que aparece Eva, «assim como uma borboleta tomada pela brisa do pôr de sol e, com uns olhos que irradiavam uma luz desconhecida»....

Crónica do escritor Fernando Évora, transcrita, com a devida vénia, da revista ASSESTA, da Associação de Escritores do Alentejo, de junho de 2023.

Se os provérbios pudessem ritmar a ação…

Um poema inédito de Luís Carlos Patraquim (Maputo, 1953).

Ah, as palavras!

Da autoria do escritor, poeta e tradutor português Vasco Graça Moura (1942-2014), um poema inserto no livro Testamento de VGM  (Edições Asa, 2002, p. 20; também disponível na Quetzal Editores, numa edição de 2019).

Neologismo

Sobre o inventado verbo «teadorar/Intransitivo:/Teadoro, Teodora.», neste poema do poeta brasileiro Manuel Bandeira (1886 – 1968), inserto no livro Belo Belo.