Um poema da escritora, poetisa e ensaísta brasileira Conceição Evaristo, incluído no livro Poemas da Recordação e Outros Movimentos (Belo Horizonte: Nandyala, 2008), recolhido no portal da Associação Guatá – Cultura em Movimento em 04/04/2022 e aqui republicado com a devida vénia.
Cf. "Da calma e do silêncio" poema de Conceição Evaristo — dito pela própria
Um poema de Alice Vieira, extraído de O que dói às Aves (Caminho, 2009, p. 75).
Pensamentos de Ana Albuquerque sobre a língua e o que ela diz.
No princípio do anos 70 a professora de Trabalhos Oficinais já não falava de trapos, de tapetes de trapos, de tapeçaria, já era uma doutora da mula ruça que só falava de trapologia...
Nos idos Adão e Eva não havia adjetivos, «só substantivos, como o sol, a terra, o céu, a serpente, etc. Até que aparece Eva, «assim como uma borboleta tomada pela brisa do pôr de sol e, com uns olhos que irradiavam uma luz desconhecida»....
Crónica do escritor Fernando Évora, transcrita, com a devida vénia, da revista ASSESTA, da Associação de Escritores do Alentejo, de junho de 2023.
Um poema inédito de Luís Carlos Patraquim (Maputo, 1953).
Da autoria do escritor, poeta e tradutor português Vasco Graça Moura (1942-2014), um poema inserto no livro Testamento de VGM (Edições Asa, 2002, p. 20; também disponível na Quetzal Editores, numa edição de 2019).
Sobre o inventado verbo «teadorar/Intransitivo:/Teadoro, Teodora.», neste poema do poeta brasileiro Manuel Bandeira (1886 – 1968), inserto no livro Belo Belo.
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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