«[A]pesar das numerosas vantagens que estes aparelhos [tradutores de bolso] acarretam – a tecnologia ao serviço das necessidades imediatas do homem –, não se pode assumir e acreditar que substituam a aprendizagem de línguas estrangeiras. Na verdade, adquirir competência comunicativa noutras línguas potencia o alargamento da mundividência dos indivíduos, pois abre portas para o desenvolvimento pessoal, cultural e profissional, e, ainda, estimula a agilidade cerebral.»
Reflexão de Sara Mourato acerca da importância de ferramentas que ajudem na comunicação em língua estrangeira.
As características e propriedades, culinárias e terapêuticas, do vegetal cientificamente conhecido como Cichorium intybus var. foliosum.
Artigo de Miguel Boieiro incluído na revista Todos P'ra Mesa, n.º 15 (janeiro de 2021), pp. 49-51.
A mais antiga frase alfabética foi encontrada num pequeno pente de marfim. O objeto foi desenterrado em Laquis, Israel, uma das mais importantes cidades do reino de Judá, e remonta ao segundo milénio A.C. A inscrição descreve tanto o propósito do pente como uma prece de quem o usou: «Que esta presa arranque os piolhos do cabelo e da barba.»
A história e as propriedades terapêuticas do também chamado pepino-doce, melão-pepino, melão-andino, tomateiro-francês e muricato – neste apontamento do vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Naturalogia, Miguel Boieiro.
«Durante mais de 30 anos, com os caminhos de Portugal e da China a cruzar-se continuamente nesta "aldeia global", verificou-se um interesse crescente de aprendizagem mútua da língua entre os dois povos. Hoje em dia, os cursos de chinês estão espalhados como cogumelos em todo o território português e em todos os níveis de ensino.»
Num artigo de síntese, publicado no Diário de Notícias em 14 de outubro de 2022, Wang Suoying, professora universitária e Presidente da Associação Portuguesa dos Amigos da Cultura Chinesa, faz o balanço do percurso do ensino de chinês em Portugal e do português na China, sem esquecer os desafios para o futuro.
«[O turco é] a maior das línguas túrquicas ou turcomanas, que a linguística moderna considera uma família particular, e não um ramo das línguas altaicas.»
Crónica da linguista Margarita Correia publicada no Diário de Notícias em 17 de outubro de 2022 e aqui transcrito com a devida vénia. Trata-se de um apontamento sobre a história do turco e a família linguística a que este idioma pertence, a da línguas túrquicas.
Putkipari, barberi, mirabolano e sapatu são alguns do termos da antiga língua materna dos goeses explicados neste artigo da autoria do escritor Mário Cabral e Sá, publicado originalmente na revista Nam Van, em janeiro de 1986.
«A [...] situação linguística da Turquia, apesar de importante caso de estudo para a sociolinguística, sobre o qual há tanto a dizer, é basicamente desconhecida» – observa a linguista Margarita Correia sobre como a geografia euro-asiática da Turquia é fator da sua enorme diversidade linguística, situação que as politícas linguísticas turcas estão longe de considerar. Crónica publicada no Diário de Notícias em 10 de outubro de 2022 e aqui transcrita com a devida vénia.
Na imagem, a ponte do Bósforo em Istambul, na Turquia, vista da grande colina de Çamlıca no lado asiático do estreito do Bósforo. Fonte: Istambul, Wikipedia (consultada em 10/10/2022).
A lista foi elaborada pelo portal humorístico norte-americano Cracke. Além do popular termo português utilizado como «resposta improvisada ou de ocasião a uma questão incómoda ou embaraçosa (por desconhecimento ou por desconforto) relativamente à qual não se quer contudo dar "parte de fraco" ou alegar ignorância».
Achigã, excitado, feitiço, piripaque, otorrinolaringologista, pneumoultramicrospicopicossilicovulcanconiótico e saudade são outras das 16 palavras portuguesas que os anglófonos não dispões... mas gostariam de ter.
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
Se pretende receber notificações de cada vez que um conteúdo do Ciberdúvidas é atualizado, subscreva as notificações clicando no botão Subscrever notificações