Entrevista do jornalista ao linguista Ezequiel Bernardo, incluída em 30 de maio de 2026 no jornal digital angolano Recurso. Texto aqui transcrito com a devida vénia, mantendo a ortografia de 1945, que é a seguida em Angola.
Entrevista do jornalista ao linguista Ezequiel Bernardo, incluída em 30 de maio de 2026 no jornal digital angolano Recurso. Texto aqui transcrito com a devida vénia, mantendo a ortografia de 1945, que é a seguida em Angola.
Também conhecidos como bosquímanos ou boxímanes, os Khoisan – que vivem no Sul de Angola e na Namíbia e de língua baseada em cliques – são considerados o grupo humano mais antigo do planeta.
Texto transcrito, com a devida vénia, do Jornal de Angola, do dia 21 de agosto de 2024.
«Há várias razões para pensar que ainda há pouco tempo as línguas [da província angolana do Nnamibe] e as culturas locais teriam sido muito mais variadas» – escreve o biólogo e antropólogo Jorge Rocha (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto) a respeito da história cultural e linguística da província do Namibe, no Sudoeste de Angola, onde comunidades como os kwepes preservam tradições apesar das adversidades do deserto.
Neste artigo, publicado no jornal Público no dia 8 de agosto de 2024 e aqui transcrito com a devida vénia, foca-se a língua kwadi, quase extinta, e referem-se as interações entre diferentes povos, mostrando como línguas, costumes e genes se misturam ao longo do tempo, revelando a complexidade e diversidade cultural da África Austral. O texto enfatiza ainda que a perda de uma língua é a perda de uma visão de mundo. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945,
Uma abordagem histórico-comparativa da variação fonológica e morfológica no complexo varietal da língua quiconga, com foco especial em Cabinda, tese de doutoramento da investigadora belga Heidi Goes , da Universidade de Gent, BantUGent, , debruça-se sobre a última macrovariante até agora por estudar cientificamente da variante transfronteiriça de Angola, Congo-Quinshasa, Congo-Brazza e Gabão.
Os himbas são um grupo étnico pastoril do Sul de Angola, de cerca de 20 mil a 50 mil pessoas, falando a língua otjihjmba, um dialeto herero. Um matriarcado no seu expoente máximo: quem manda são as mulheres.
Texto adaptado de um artigo publicado no Jornal de Angola, no dia 8 de setembro de 2022.
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