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Textos que versam sobre as variedades nacionais e regionais do português.
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Artigo publicado em dezembro de 2016 na revista “Linha D’Água”, do Programa de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da USP (Universidade de São Paulo), sobre o uso de novas formas ortográficas na internet para expressar o que se circunscreve à oralidade. Transcrito, com a devida vénia, do jornal digital brasileiro "Nexo".

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No concelho de Miranda do Douro, são cerca de 300 os estudantes que frequentam a disciplina opcional de língua mirandesa – lecionada exclusivamente no Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro desde 1986, quando o mirandês era ainda considerado um dialeto. Só em 1999 se oficializou o estatuto de segunda língua oficial em Portugal e a disciplina é atualmemte ministrada em todos os anos letivos.

[texto publicado no jornal digital "Notícias ao Minuto", de 19/12/2016]

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Em Nitra, segunda cidade da Eslováquia, terá lugar entre odia23 e 30 de julho corrente o Congresso Universal de Esperanto, desta vez 101.º, que ocorre anualmente, variando de país para país, de continente para continente.

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A questão da diferença de significado entre as palavras emocionante e emotivo, tratada com muita propriedade aqui no Ciberdúvidas,  transporta-me, entre o mais, por comparação, à língua veicular internacional esperanto, que bebe quase tudo das línguas indo-europeias  (mormente latim e românicas) mas é semanticamente rigorosa...

 

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Mais de 300 participantes de 100 nacionalidades

O 100.º Congresso Universal de Esperanto ocorreu na cidade francesa de Lille, entre o dia 25 de julho e o dia 1 de Agosto de 2015, sob o tema “Línguas, artes e valores no diálogo entre culturas”.

(...)

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Entre 25 de julho e 1 de Agosto de 2015

O Esperanto, que costuma ser estudado como disciplina da Interlinguística, mais concretamente como sub-ramo dentro do ramo do Planeamento Interlinguístico, pode definir-se, sinteticamente, como uma língua planeada, interétnica ou interglóssica, vocacionada para ser utilizada como língua neutral, de utilidade veicular (...)

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Por Joana Beleza,Pedro Santos Guerreiro

«O mirandês, o que é? Uma língua. Para que serve? Para comunicar? Claro. Para transportar cultura e história? Decerto. Mas, para quem a fala, o mirandês serve para outra coisa ainda: para ser. "Para dizer o mundo, eu tenho de usar palavras, e há coisas que eu só sei dizer em mirandês." Como falar do campo, dizia Amadeu Ferreira. Aos 64 anos, era o mais ativo defensor do mirandês. Morreu há duas semanas. Deixou a língua viva.»

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Poema em mirandês inserto no livro Cebadeiros (2000), que, com a devida vénia, se transcreve da biografia póstuma do autor [O Fio das Lembranças – Biografia de Amadeu Ferreira (Âncora Editora)], de Teresa Martins Marques, cujas notas de enquadramento que o acompanham ficam igualmente transcritas em baixo, com a respetiva tradução em português.

 

 

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Mais de 200 línguas e dialetos são falados no Brasil, para além do português. Três dezenas delas têm origem em diversas comunidades imigrantes. É o caso do talian ou vêneto brasileiro, falado por meio milhão de pessoas – abordado neste texto do autor, publicado originariamente no jornal “i” do dia 18/09/2014.

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Nesta entrevista, publicada no semanário angolano Nova Gazeta de 10/102013, a linguista Amélia Mingas, professora da Faculdade de Letras Universidade Agostinho Neto, em Luanda, lamenta a «falta de condições e de professores» na instituição que dirige e acredita que houve «precipitação» na extinção da res...