«Nos países onde não se usa o alfabeto latino (Bulgária, Geórgia e Grécia), os nomes das localidades aparecem quase sempre na escrita local e numa forma latinizada: normalmente, adota-se uma transcrição/transliteração "internacional", que eu creio, de facto, se baseia na tradição inglesa (CH para [tch], SH para [ch], KH para /x/, etc.)» – observa* o tradutor Vitor Lindgaard, dando conta da diversidade de alfabetos que encontrou e decifrou numa viagem motorizada de ida e volta entre a Dinamarca e a Geórgia.
* texto originalmente publicado em 15 de junho de 2022 no blogue Travessa do Fala-Só.


