Como um artigo publicado no jornal goês O Heraldo, na sua página semanal em português, deu a conhecer o que ainda se podia ouvir na mossa língua num lugarejo remoto da Índia.
Artigo do autor publicado no Diário de Notícias de 3 de maio de 2021.
Como um artigo publicado no jornal goês O Heraldo, na sua página semanal em português, deu a conhecer o que ainda se podia ouvir na mossa língua num lugarejo remoto da Índia.
Artigo do autor publicado no Diário de Notícias de 3 de maio de 2021.
«A construção de programas que conseguissem dialogar em linguagem corrente foi um dos primeiros objectivos dos investigadores d[a] área [de Inteligência Artificial], e continua a ser, ainda hoje, uma ambição importante e apenas parcialmente atingida» – sublinha Arlindo Oliveira, professor no Instituto Superior Técnico (Lisboa) e presidente do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC), falando do processamento automático da linguagem e assinalando o aparecimento do GT-3, um poderoso sistema que modela estatisticamente as línguas naturais.
Artigo incluído no jornal Público em 03/05/2021 (mantém-se a norma ortográfica de 1945, seguida pelo original).
«(...) [O]bservado de fora, o espaço da língua espanhola apresenta considerável unidade e serenidade linguísticas», comenta a linguista Margarita Correia, que reúne alguns elementos históricos que explicam ou desmistificam essa aparência, em contraponto com a atual diversidade da língua portuguesa.
Crónica publicada no Diário de Notícias em 26 de abril de 2021.
Na imagem, "Conquista do México por Fernando Cortês". Artista desconhecido, segunda metade do séc. XVII. Biblioteca do Congresso, Washington.
«Celebram-se a 23 de abril os Dias Mundiais da Língua Espanhola e da Língua Inglesa, assim como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A nível ibérico, 23 de abril é Dia de São Jorge, celebrado na Catalunha com livros e rosas.»
Com esta crónica, publicada no Diário de Notícias em 19 de abril de 2021, a sua autora, a linguista Margarita Correia, assinala os dias internacionais que, dedicados a línguas, se comemoram em abril, dando especial relevo ao Dia Mundial da Língua Espanhola.
O Dia Mundial da Língua Chinesa, celebrado a 20 de abril de cada ano, dá mote ao artigo da professora e investigadora Margarita Correia sobre as línguas chinesas e a definição de uma língua-padrão na China (artigo publicado no Diário de Notícias em 12 de abril de 2021, aqui transcrito com a devida vénia).
Foi Portugal que deu a marmelada ao resto do mundo. Diz-se mermelada em espanhol, marmellata em italiano, marmalade em inglês e marmelade em francês e alemão... Contudo, a marmelada dos falantes destas línguas não é confecionada com marmelos. Neste texto, o autor, Miguel Boieiro, comenta a palavra marmelada e o seu empréstimo, do português a outras línguas.
«A história dos palavrões explora a origem dos insultos na língua inglesa (mas que são compreendidos em todo o mundo)», esclarece este apontamento da jornalista mexicana Darinka Rodríguez, a respeito de uma série em língua inglesa, na plataforma Netflix, sobre o fenómeno das chamadas palavras obscenas. Referência é feita também ao impacto do calão inglês entre falantes de espanhol do México.
Artigo originalmente publicado em espanhol, em 19 de janeiro de 2021, em Verne, página associada ao jornal El País.
«Na Declaração Universal dos Direitos Linguísticos alude-se à necessidade de "corrigir os desequilíbrios linguísticos com vista a assegurar o respeito e o pleno desenvolvimento de todas as línguas e estabelecer os princípios de uma paz linguística planetária justa e equitativa, como factor fundamental da convivência social". Afinal de contas, direitos linguísticos são também direitos humanos."
Reflexão da linguista Patrícia Costa acerca do direito à língua materna publicado no suplmento P3 do jornal Público no dia 21 de fevereiro de 2022.
As ervilhas são leguminosas muito valiosas para uma alimentação saudável. No hemisfério norte, em Portugal e noutros países, chega a época delas a partir de março. Esta e outras curiosidades são o tema deste apontamento de Miguel Boieiro, especialista em fitoterapia.
Crónica publicada em fevereiro de 2021 na página da UNICEPE – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, CRL
«Vamos ter de lutar pelas palavras para mudar os dicionários das pessoas não-autistas» – defende a bióloga Rita Serra, que apresenta neologismos como neurodiversidade, neurominoria e capacitismo, num apelo contra as várias formas de discriminação dos autistas – entre elas, a linguística.
Artigo publicado no jornal Público em 30 de janeiro. Mantém-se a ortografia original, anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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