«A Galiza não são só os caminhos de Santiago. Ela é mais "nossa" do que julgaríamos, mas é também, radicalmente, mais "deles» do que costumamos supor» –.
«A Galiza não são só os caminhos de Santiago. Ela é mais "nossa" do que julgaríamos, mas é também, radicalmente, mais "deles» do que costumamos supor» –.
Mana Galiza (Irmã Galiza) é um completíssimo trabalho publicado no caderno Expresso de 1 de Dezembro de 2007, da autoria de Fernando Venâncio. Aqui deixamos em linha, com os devidos agradecimentos ao autor e ao semanário português. (O último texto aqui listado é de Carlos Quiroga.)
O que é uma língua artificial ou construída (constructed language ou conlang na literatura da especialidade, em língua inglesa)? E uma língua construída ou língua planeada? E, entre estas, que grupos elas se subdividem?
O esclarecimento neste apontamento do latinista e esperantólogo Gonçalo Neves.
A importância da blogosfera para a afirmação do mirandês, segundo um dos principais divulgadores da segunda língua oficial em Portugal, desde 1999.
Texto, escrito em mirandês, da autoria de Amadeu Ferreira (1950–2015) – a seguir transcrito, com a devida vénia, do jornal Público de 24 de Junho de 2007
Um museu dedicado à língua que abre suas portas sem um livro sequer no acervo poderia parecer o mote de um escândalo cultural provocado por falta de verbas, mas no caso do muito bem patrocinado Museu da Língua Portuguesa, em construção em São Paulo, o plano é esse mesmo, e as reações (de espanto) ao projeto são as mais positivas. Inovadora no Brasil, a instituição seduzirá os visitantes com tecnologia moderna e um acervo nada ortodoxo engendrado pelo trabalho conjunto de acadêmicos e artistas fa...
Este escritor dá as boas-vindas à turma do [blogue] Eu Sei Escrever. É sempre bom confiar nos jovens, apostar na capacidade que têm para resolver, com novos modos, velhos problemas. Mas para tanto os adultos precisam adotar a conversa clara, que leva ao trato justo, sem nenhuma submissão a modismos, principalmente aqueles rebaixamentos que têm o fim de paparicar a juventude. Mas também não podem transformar relações de sentido em relações de poder. No caso, tal invers...
Suponho que a questão está parlamentar e nacionalmente esquecida. Co-oficializado que foi o mirandês, parece que ninguém mais quer saber desse singular idioma lá das bandas de Miranda. Pois é, e não poucos se surpreendem quando encontram nos escaparates de algumas livrarias uma colecção de livros em mirandês, chancela Campo das Letras, onde avultam dois nomes: Fracisco Niebro (é assim mesmo e lê-se fra-cis-co-ni-bro) e António Bárbolo Alves. Daquele são Cebadeiros (poemas) e Las Cuntas do Tiu...
RIO DE JANEIRO - Se tudo sair como quer Aldo Rebelo, em breve os brasileiros estarão desrespeitando a lei caso entrem em um "drive-in", para depois comer um "hot dog" e tomar um "milkshake" ou consultem um "personal banker" antes de investir seu dinheiro.
Vejam bem: as atividades propriamente ditas não serão proibidas, somente o emprego de termos de língua inglesa utilizados pelos brasileiros para designá-las.
"Beijing??... Então esta cidade não tem nome em português?... Fiquei profundamente desiludido e revoltado com este erro. Se nem a imprensa escrita utiliza e/ou fomenta o português, nesta altura da 'rede' em que desapareceram cedilhas e acentos, onde será que chegaremos?..."
«Procurar maior rigor na expressão escrita e falada em português, sobretudo nos textos jornalísticos e noutros que, não sendo estritamente jornalísticos, são transmitidos pelos media (caso das legendas ou da locução de filmes, séries e documentários), seria um serviço público.»
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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