Pelourinho «8 % da energia sai» «Daqui, a 250 quilómetros da fronteira, junto ao rio Tejo, saem 8 % de toda a energia eléctrica espanhola.» Ao contrário do que é hábito ouvir e ler nos órgãos de informação portugueses – no caso em apreço na SIC1 –, o verbo devia ter ido para o singular: «Daqui, a 250 quilómetros da fronteira, junto ... Maria Regina Rocha · 11 de setembro de 2006 · 2K
Pelourinho Iliteracia jornalística II Mais exemplos do crescente défice de português nos meios de comunicação… portugueses: 1. Gramas de confusão Notícia do “Telejornal” da RTP-11de quarta-feira... José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 8 de setembro de 2006 · 3K
Pelourinho Iliteracia jornalística Dois exemplos recentes de como se anda a falar e a escrever tão mal nos “media” portugueses: 1. No programa “Diário da Manhã”, da TVI, de 4 de Setembro p. p, Paula Martins, da Agência Financeira, referiu-se assim à despesa que os pais têm de fazer neste início do ano le(c)tivo em livros e material escolar, em Portugal: «Depois, ao longo do ano, com certeza, haverão muitas m... José Mário Costa · 6 de setembro de 2006 · 3K
Pelourinho // Pontuação Pontuação com interrogativa directa O obrigatoriedade do ponto final «É uma das regras da pontuação: exige-se um ponto final antes de se iniciar a frase interrogativa», recorda neste texto a professora Maria Regina Rocha. * Maria Regina Rocha · 4 de setembro de 2006 · 2K
Pelourinho Precariedade + ordem das palavras na frase A propósito da marcha pelo emprego promovida pelo Bloco de Esquerda, ouviu-se na peça jornalística do Telejornal da RTP-1 de 2 de Setembro p.p. que «os bloquistas percorrem o país para denunciar a precaridade, os recibos verdes (…)». E mais adiante: «Depois dos contactos de rua, seguiu-se um comício numa das zonas mais afectadas do país pelo desemprego”. Maria Regina Rocha · 4 de setembro de 2006 · 5K
Pelourinho // Pronúncia Oiçam como o primeiro-ministro diz /Alcaida/!.... /Alcaida/, /Alcaida/, /Alcaida/, repetiu o primeiro-ministro português, José Manuel Durão Barroso, as vezes que aludiu à Al-Qaeda – melhor, à al-Qaeda – no último debate mensal que protagonizou na Assembleia da República, em Lisboa [quinta-feira, 25/03/2004], à volta do Iraque e da forma de fazer frente ao terrorismo islâmico. Do outro lado ... José Mário Costa · 31 de agosto de 2006 · 4K
Pelourinho O onde e o aonde O erro do comentador foi este: em vez de onde, usou aonde. É que onde indica estada, permanência “em” um local (onde se está, onde se vive, onde fica), enquanto aonde indica movimento em direcção a um local, juntando-se, pois, a verbos de movimento (aonde ir, aonde se dirigir). Maria Regina Rocha · 31 de agosto de 2006 · 5K
Pelourinho Assistir a «(…) a história da queda das Torres Gémeas, nos Estados Unidos da América. A mesma que o mundo assistiu a 11 de Setembro de 2001», escrevia-se no “24 Horas” de 29 de Agosto p.p. Escrevia-se mal: o verbo assistir no sentido de «presenciar, observar» exige a preposição a: assistir a um concerto, assistir a um acidente. Portanto, «A mesma a que o mundo assistiu». Maria Regina Rocha · 30 de agosto de 2006 · 3K
Pelourinho «O grosso dos custos será garantido» No programa “Notas Soltas” da RTP-1 de segunda-feira 28 de Agosto, António Vitorino, a propósito do envio de forças portuguesas para o Líbano e do seu custo, informou que «quando as missões são com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, como é este caso, o grosso dos custos serão garantidos pelo próprio orçamento das Nações Unidas (…)». E, mais adiante, re... Maria Regina Rocha · 30 de agosto de 2006 · 2K
Pelourinho Mandato dif. de mandado «O ainda presidente da Câmara de Setúbal [Carlos Sousa], que pediu a renúncia do mandato, engrossa a lista dos aposentados da Função Pública», escrevia-se há dias1 no jornal “24 Horas”, referindo-se mais adian... Maria Regina Rocha · 29 de agosto de 2006 · 3K