Pelourinho // Pontuação Pontuação com interrogativa directa O obrigatoriedade do ponto final «É uma das regras da pontuação: exige-se um ponto final antes de se iniciar a frase interrogativa», recorda neste texto a professora Maria Regina Rocha. * Maria Regina Rocha · 4 de setembro de 2006 · 2K
Pelourinho Precariedade + ordem das palavras na frase A propósito da marcha pelo emprego promovida pelo Bloco de Esquerda, ouviu-se na peça jornalística do Telejornal da RTP-1 de 2 de Setembro p.p. que «os bloquistas percorrem o país para denunciar a precaridade, os recibos verdes (…)». E mais adiante: «Depois dos contactos de rua, seguiu-se um comício numa das zonas mais afectadas do país pelo desemprego”. Maria Regina Rocha · 4 de setembro de 2006 · 5K
Pelourinho // Pronúncia Oiçam como o primeiro-ministro diz /Alcaida/!.... /Alcaida/, /Alcaida/, /Alcaida/, repetiu o primeiro-ministro português, José Manuel Durão Barroso, as vezes que aludiu à Al-Qaeda – melhor, à al-Qaeda – no último debate mensal que protagonizou na Assembleia da República, em Lisboa [quinta-feira, 25/03/2004], à volta do Iraque e da forma de fazer frente ao terrorismo islâmico. Do outro lado ... José Mário Costa · 31 de agosto de 2006 · 4K
Pelourinho O onde e o aonde O erro do comentador foi este: em vez de onde, usou aonde. É que onde indica estada, permanência “em” um local (onde se está, onde se vive, onde fica), enquanto aonde indica movimento em direcção a um local, juntando-se, pois, a verbos de movimento (aonde ir, aonde se dirigir). Maria Regina Rocha · 31 de agosto de 2006 · 5K
Pelourinho Assistir a «(…) a história da queda das Torres Gémeas, nos Estados Unidos da América. A mesma que o mundo assistiu a 11 de Setembro de 2001», escrevia-se no “24 Horas” de 29 de Agosto p.p. Escrevia-se mal: o verbo assistir no sentido de «presenciar, observar» exige a preposição a: assistir a um concerto, assistir a um acidente. Portanto, «A mesma a que o mundo assistiu». Maria Regina Rocha · 30 de agosto de 2006 · 3K
Pelourinho «O grosso dos custos será garantido» No programa “Notas Soltas” da RTP-1 de segunda-feira 28 de Agosto, António Vitorino, a propósito do envio de forças portuguesas para o Líbano e do seu custo, informou que «quando as missões são com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, como é este caso, o grosso dos custos serão garantidos pelo próprio orçamento das Nações Unidas (…)». E, mais adiante, re... Maria Regina Rocha · 30 de agosto de 2006 · 2K
Pelourinho Mandato dif. de mandado «O ainda presidente da Câmara de Setúbal [Carlos Sousa], que pediu a renúncia do mandato, engrossa a lista dos aposentados da Função Pública», escrevia-se há dias1 no jornal “24 Horas”, referindo-se mais adian... Maria Regina Rocha · 29 de agosto de 2006 · 3K
Pelourinho Uma euforia de empréstimos Seleccionemos, ao acaso, a revista “Rotas & Destinos” de Agosto 2006 ( n. º135). Antes de prosseguirmos, lembremo-nos rapidamente do que é uma revista especializada em matéria de viagens. Estas publicações têm por objectivo promover a compra de viagens a destinos turísticos. Entende-se por «destino turístico» um lugar onde se desenvol... Ana Martins · 25 de agosto de 2006 · 4K
Pelourinho Bolsista ≠ bolseiro «Mais de 400 professores vão ficar sem bolsa para trabalhos de investigação», noticiava há dias 1 o “Jornal da Tarde” da RTP-1, que acrescentava: «O Ministério da Educação recusou-lhes o pedido de equiparação a bolsistas. Sem as licenças com vencimento os doutoramentos podem mesmo ficar em causa». ... Maria Regina Rocha · 24 de agosto de 2006 · 7K
Pelourinho Boas ideias, más execuções A boa ideia é a adaptação para crianças do libreto de A Flauta Mágica, (Edições Hipòtesi/Kalandraka Editora). O livro tem ilustrações sugestivas e contém um CD com trechos da ópera. A má execução está nos erros ortográficos, lexicais e sintá©ticos. Eis algumas passagens. «A partir desse momento, Tamino avançou cuidadosamente com atenção a cada passo. Apesar do seu sigilo de repente, o príncipe sentiu um bafo quente no pescoço, (…)» Ana Martins · 16 de agosto de 2006 · 2K