Pelourinho 'Hêlena', 'hêrói', 'êxame'??! O e átono no início de palavra, antecedido ou não de h e seguido ou não de r, tem valor de i – e não, como se ouve tão frequentemente na televisão, na rádio, e, até, em algumas pessoas "cultas. pronunciarem 'Hêlena', 'êfectuar', 'êleição', 'êdição', 'êmissão', 'êxacto', 'êxame', 'êxemplo' 'hêrói', etc. etc. Maria João Matos · 23 de junho de 2005 · 3K
Pelourinho Koeman servido à hora do jantar… em espanhol Logo na sua apresentação oficial, em Lisboa, como novo treinador do Benfica, o holandês Ronald Koeman1 deu nas vistas ao expressar-se num castelhano impecável. Na pronúncia como na fluência do vocabulário da língua de Cervantes. "Hablaba" a sua vivência de mais de dez anos em Espanha, como jogador do Barcelona. Melhor: "hablaba" o que em Espanha é uma obrigação natural para qualquer estrangeiro, trabalhe ele no ramo em que trabalhar. E nada tem que ver com a propalada inépcia dos espa... José Mário Costa · 9 de junho de 2005 · 5K
Pelourinho Do "… years ago" ao "há anos "atrás"" A redundância do "há anos "atrás"", está visto, pegou de estaca. Começou por ser tique de linguagem. Depressa virou modismo generalizado entre políticos e comentadores televisivos. E, agora, até já foi adoptada por escritores… da moda. Dir-se-á que há tropeções na gramática bem mais lesivos para a língua portuguesa. Mas, convenhamos, o seu uso (e o seu abuso) não é propriamente o melhor certifi... José Mário Costa · 6 de junho de 2005 · 5K
Pelourinho Totós do K 1Estado de Sítio é a empresa que produz esta revista, distribuída depois com o "Público", ao domigo. 2 Sem nomes, é assim a apresentação de quem faz a revista: "A KULTO [ora escrevem em maiúsculas, ora só na incial…] tem um corpo redactorial e de ilustradores próprio, composto por profissionais criativos com experiência comprovada na escrita e desenho infanto-juvenil e interesses partilhados com os seus leitores". José Mário Costa · 29 de maio de 2005 · 4K
Pelourinho Errar é humanitário?... «ONU quer travar tragédia humanitária no Sudão» – uma incorreção recorrente nos media portugueses José Mário Costa · 27 de maio de 2005 · 5K
Pelourinho A insistência no "islamista"... No jornal "Público" Se é islamista em vez de islamita, guarda-se com curiosidade o dia em que a coerência os leve a escrever "israelista"… José Mário Costa · 16 de maio de 2005 · 5K
Pelourinho Serão adesivos? «Louçã, Fazenda e Portas já só conseguem disfarçar com a aderência à candidatura de José Sá Fernandes à Câmara de Lisboa» (Raul Vaz, director adjunto do "DN"). É certo que há quem queira fazer crer que adesão e aderência são uma e a mesma coisa. Mas não terá o director adjunto de um jornal a obrigação de conhecer a diferença que a dra. Regina Rocha tão bem explica no Ciberdúvidas? José Mário Costa · 12 de maio de 2005 · 4K
Pelourinho Disparates "midiáticos" 1. Fátima Campos Ferreira, apresentadora do programa de debate na RTP "Prós e Contras", vira-se para um dos seus convidados e pergunta: «Dr.ª Maria João Rodrigues, acha que é o Estado que deve despoletar o processo de modernização...?» Se já há um dicionário, o da Porto Editora, a ceder ao disparate... 2. E lá veio, de novo, e sempre, o ... José Mário Costa · 28 de abril de 2005 · 3K
Pelourinho Os erros de Marcelo Marcelo Rebelo de Sousa é um comentador de acontecimentos políticos, protagonista de um programa intitulado "As Escolhas de Marcelo", emitido aos domingos no primeiro canal da televisão pública portuguesa, RTP. No último domingo, dia 17 deste mês de Abril, resolveu alargar o âmbito do seu comentário e criticar erros de políticos na utilização da língua portuguesa. Mas... diz o povo, no seu entendimento de séculos, «Olha para ti e fica-te por aí» ou «No melhor pano cai a nódoa». E desta vez caiu.... Maria Regina Rocha · 21 de abril de 2005 · 6K
Pelourinho «Os sinos repicam», «os sinos dobram», «os sinos tocam a rebate» Numa daquelas desatinadas intervenções que caracterizaram a cobertura mediática da morte do papa João Paulo II um pouco por todas as latitudes1, duas repórteres da televisão pública portuguesa, RTP, referiram-se assim ao que ouviam e davam a ouvir: «Os sinos repenicam», dizia a que se encontrava junto da Igreja de São Nicolau, em Lisboa; «os sinos repicam», notava a que presenciava o funeral realizado em Roma. O erro não foi só da primeira, no emprego do repenicar, em vez da ... José Mário Costa · 11 de abril de 2005 · 6K