Acordo Ortográfico - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Questões relativas ao Acordo Ortográfico.
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Texto de D'Silvas Filho sobre a Avaliação do Impacto do Acordo Ortográfico de 1990, do Grupo de trabalho da Assembleia da República. O texto completo está disponível na página pessoal do autor.

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Sobre a I Reunião do COLP

Comentário de D´Silvas Filho à primeira reunião do Conselho de Ortografia da Língua Portuguesa (COLP)

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7 pilares para uma boa e adequada ortografia
A lexicógrafa portuguessa Ana Salgado reúne, neste artigo de síntese*, um conjunto de propostas que visam o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico de 90, que se vêm juntar às que têm sido apresentadas por especialistas. As reflexões e as alterações que daí poderão advir terão, necessariamente, de ser feitas no âmbito de ação do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), dado o cariz multilateral que enquadra a nova reforma da escrita do português
 
 *crónica  assinada pela autora no número de julho de 2019 da revista Gerador e também disponível na versão eletrónica desta publicação (rubrica Afiar a Língua, em 31 de julho de 2019).
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Ratificação entre os projetos da política linguística angolana

Angola projeta a elaboração de um vocabulário ortográfico nacional e da terminologia da administração pública, para um horizonte temporal de cinco anos, segundo declarações da responsável pela Comissão Multissectorial para a Ratificação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Fonte: notícia publicada em 30 de julho de 2019 no Jornal de Angola.

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Duas visões divergentes

Serão as tendências de evolução do português falado e escrito em Angola compatíveis com o Acordo Ortográfico de 1990? Duas respostas à questão que estão longe da convergência.

Na imagem, a Assembleia Nacional angolana.

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A questão da norma do português em Angola

A situação linguística de Angola revela especificidades que inviabilizam a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, daí que, em vez de o discutir constantemente, o melhor será pensar primeiro em definir uma norma angolana da língua portuguesa, capaz de ser ensinada nas escolas e usada pela administração. Tal é a posição que o jornalista e escritor José Luís Mendonça defende no artigo que assinou em 18/06/2019 no Jornal de Angola.

 

[vide o contraponto a esta tomada de posição: "A urgência na ratificação do Acordo Ortográfico", da autoria de Jonuel Gonçalves.]

 

Na imagem, a serra da Leba e a estrada sinuosa que a percorre (província de Huíla, Angola).

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O caso de Angola

Em Angola, tem força a corrente de opinião que encara com muitas reservas, se é que não recusa, a adoção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 (AO). Contrariando esta posição, o professor, escritor e pesquisador histórico Jonuel Gonçalves, em artigo publicado no dia 20 de janeiro de 2019, no Jornal de Angola, considera que o AO 90 é um instrumento de aproximação entre países, que no caso angolano traz até vantagens para o registo da toponímia e demais onomástica angolana de origem banta.  

[Vide o contraponto desta tomada de posição: "O acordo errográfico", da autoria de José Luís Mendonça.]

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Sobre a querela revogar vs. melhorar o Acordo Ortográfico de 1990

«Hoje, que tanto se valoriza a inovação e o "pensar fora da caixa", não fica nada bem dizer isto – mas a resistência indignada às regras do Acordo Ortográfico (AO) de 1990 configura, as mais das vezes, uma atitude reacionária. O povo português é em geral conservador no gosto e nos hábitos e convive mal com a mudança.» Quem o afirma é o jornalista José Cabrita Saraiva num artigo de opinião publicado após a aprovação do relatório apresentado pelo grupo de trabalho para a avaliação do impacto do AO90

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António Jacinto Pascoal vs. Lúcia Vaz Pedro

«Lúcia Vaz Pedro deu uma pálida ideia da sustentação às alterações gráficas para a língua portuguesa [emaranhando-se] numa teia de contradições, optando por um efeito de vitimização que não evitou o espectáculo menor de quem defende a todo o custo e sem qualquer brilho uma das piores opções tomadas ao nível da cultura portuguesa, na última década» escreveu o professor António Jacinto Pascoal num artigo saído no jornal Público no dia 16 de julho de 2019, a propósito dum debate realizado na última Feira do Livro de Lisboa

«Nesse debate, que não o foi – ripostou a professora Lúcia Vaz Pedro em artigo saído no mesmo jornal no dia 19 de julho de 2019  pois foi convocada toda uma plateia, excessivamente participativa, que "limpa os bigodes dos pingos de sopa", houve alguém que quis falar, quis explicar, que se prontificou a esclarecer, a debater (porque da discussão nasce a luz) e foi sistematicamente interrompida, insultada por uma geração "romântica", incapaz de aceitar que todos os "meninos e meninas LVP" deste país escrevem há quase uma década com a grafia que está em vigor.»

Um e outro artigo ficam nesta controvérsia, aqui e aqui 

Imagem recolhida, com a devida vénia, do jornal Público.

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Artigo a propósito de um debate na Feira do Livro de Lisboa

«No decorrer da apresentação da obra Por Amor à Língua, de Manuel Matos Monteiro – escreve o autor em texto, saído no jornal Público no dia 16 de julho de 2019 – Lúcia Vaz Pedro deu uma pálida ideia da sustentação às alterações gráficas para a língua portuguesa.»

Cf. resposta da professora Lúcia Vaz Pedro intitulada Os novos analfabetos do século XXI + Revogar ou não revogar o Acordo Ortográfico?