Acordo Ortográfico - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Questões relativas ao Acordo Ortográfico.
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Em vigor no Brasil desde 2004, em Portugal desde 2008 e em Cabo Verde em 2015

O retomar em Portugal da polémica à volta do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 – cf. Parlamento [português] prevê (des)Acordo Ortográfico + Acordo Ortográfico "é estúpido e não deixa pensar" – é pretexto deste artigo da professora Lúcia Vaz Pedro, publicado em versão reduzida no “Jornal de Notícias” de 21 de maio de 2019.

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O ultranacionacionalismo linguístico no Brasil

«Demagogia, populismo e mesmo fake news estão em todos os aspetos da política, pelo que estariam, necessariamente, na política da língua», escreve* o jornalista português Henrique Monteiro a propósito de um artigo publicado no "Jornal de Letras" do Brasil propondo o reconhecimento da língua brasileira.


* in Expresso do dia 18 de maio de 2019

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Pelas virtualidades peculiares da variedade portuguesa da língua

A propósito da notícia  "Parlamento [português] prevê (des)Acordo Ortográfico", publicada no semanário português Expresso do dia 4 de maio de 2019, D´Silvas Filho  fez chegar às autoras da peça algumas incorreções nos apontados «exemplos do que poderá voltar a mudar», acrescentando no texto a seguir transcrito as suas conhecidas reservas quanto à supressão de algumas consoantes não articuladas das sequências internas.

Cf. Em louvor da língua portuguesa, o género das profissões e um episódio entre Augusto Abelaira e a gramática

Na imagem, o frontispício de Orthographia, ou arte de escrever, e pronunciar com acerto a lingua portugueza para uso do excellentissimo Duque de Lafoens, (1738), de João de Morais Madureira Feijó (1688-1741).



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Critérios do autor à luz do Acordo Ortográfico de 1990

Texto do autor, em anexo ao seu livro Histórias que o avô deixou... Sobre o poder feminil. Outros contos. Ensaios. Crónica *, resumindo os critérios  ortográficos que defende – e segue –, tendo em conta as suas reservas a algumas opções adotadas pelos vocabulários editados em Portugal à luz nas novas regras prescritas no Acordo Ortografico de 1990. Cf. Acordos ortográficos imperfeitos não são sagrados.

* edição CSC.Reticências, 2018

 

 

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A reafirmação do autor sobre a importância do trema para a distinção da pronúncia do u – que se enquadra no seu conceito «de que devem ser facultativas e não proibidas as utilizações gráficas na língua que facilitem a aproximação com a pronúncia do falante» –, em referência ao artigo do jornalista Nuno Pacheco, Ascensão e queda dos pontinhos voadores.

 

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“Sem trema, a lingüiça não tem mais sabor”

abolição do trema no Brasil, com o Acordo Ortográfico de 1990 – o que já acontecia  no português europeu, desde 1945 – e as suas repercussões na fala, neste artigo do jornalista português Nuno Pacheco, transcrito do jornal "Público" de  26/07/2018.

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Recordando as vozes críticas ao AO-90 de Maria Lúcia Lepecki, João Ubaldo Ribeiro e Afrânio Coutinho

«Uma das vozes mais activas no combate [na imprensa portuguesa] contra o Acordo Ortográfico, cuja vigência intensamente contesta» – como o assinalou a Sociedade Portuguesa dos Autores no Prémio de Jornalismo Cultural 2018 que lhe atribuiu –, o jornalista Nuno Pacheco lembra neste artigooutras vozes, brasileiras e portuguesas, igualmente críticas, ao longo destes mais de 30 anos que já dura esta querela linguística.

* in jornal Público  no dia 22 de fevereiro de 2018.

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Diferenças do vocabulário proposto pelo autor com os critérios de antes e de depois do Acordo Ortográfico

Mais um contributo de D'Silvas Filho sobre  as alterações ao Acordo Ortográfico de 1990, na esteira da proposta da atual direção da Academia das Ciências Lisboa, comparando, neste texto, o que ele próprio propõe no vocabulário que elaborou e se encontra acessível na sua página pessoal. Propósito explícito: uma «moratória da fase de coabitação entre o critério da ortografia da norma de 1945 e o do AO90», no pressuposto de  uma «nova fase mais prolongada de tolerância» na aplicação da atual reforma, «que permitam aos dois critérios se irem adaptando na escrita, até que os falantes façam a sua escolha definitiva.»

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Sobre o papel histórico da Academia das Ciências de Lisboa em matéria linguística

Apelando à tradição normativa e à tolerância que deve observar-se num processo de mudança ortográfica, D'Silvas Filho avalia o papel que a Academia das Ciências de Lisboa tem tido na história da ortografia do português e, em especial, na aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

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Declaração apresentada pelo autor à Academia das Ciências de Lisboa sobre o Acordo Ortográfico de 1990

«A Academia das Ciências de Lisboa não [deve] tomar uma posição negativa quanto ao processo iniciado com o Acordo Ortográfico de 1990mas, sim, manifestar a sua disponibilidade para continuar a contribuir para a sua consolidação e aperfeiçoamento, levando em conta a complexidade transnacional e transdisciplinar da problemática envolvida», defende o musicólogo e professor catedrático jubillado (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas-Universidade Nova de Lisboa) Mário Vieira de Carvalho na declaração que apresentou à insttiuição de que é sócio correspondente, com data de 23 de maio de 2017. Texto que adiante se transcreve na íntegra, com título da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas.