Acordo Ortográfico - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Questões relativas ao Acordo Ortográfico.
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Critérios do autor à luz do Acordo Ortográfico de 1990

Texto do autor, em anexo ao seu livro Histórias que o avô deixou... Sobre o poder feminil. Outros contos. Ensaios. Crónica *, resumindo os critérios  ortográficos que defende – e segue –, tendo em conta as suas reservas a algumas opções adotadas pelos vocabulários editados em Portugal à luz nas novas regras prescritas no Acordo Ortografico de 1990. Cf. Acordos ortográficos imperfeitos não são sagrados.

* edição CSC.Reticências, 2018

 

 

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A reafirmação do autor sobre a importância do trema para a distinção da pronúncia do u – que se enquadra no seu conceito «de que devem ser facultativas e não proibidas as utilizações gráficas na língua que facilitem a aproximação com a pronúncia do falante» –, em referência ao artigo do jornalista Nuno Pacheco, Ascensão e queda dos pontinhos voadores.

 

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“Sem trema, a lingüiça não tem mais sabor”

abolição do trema no Brasil, com o Acordo Ortográfico de 1990 – o que já acontecia  no português europeu, desde 1945 – e as suas repercussões na fala, neste artigo do jornalista português Nuno Pacheco, transcrito do jornal "Público" de  26/07/2018.

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Recordando as vozes críticas ao AO-90 de Maria Lúcia Lepecki, João Ubaldo Ribeiro e Afrânio Coutinho

«Uma das vozes mais activas no combate [na imprensa portuguesa] contra o Acordo Ortográfico, cuja vigência intensamente contesta» – como o assinalou a Sociedade Portuguesa dos Autores no Prémio de Jornalismo Cultural 2018 que lhe atribuiu –, o jornalista Nuno Pacheco lembra neste artigooutras vozes, brasileiras e portuguesas, igualmente críticas, ao longo destes mais de 30 anos que já dura esta querela linguística.

* in jornal Público  no dia 22 de fevereiro de 2018.

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Diferenças do vocabulário proposto pelo autor com os critérios de antes e de depois do Acordo Ortográfico

Mais um contributo de D'Silvas Filho sobre  as alterações ao Acordo Ortográfico de 1990, na esteira da proposta da atual direção da Academia das Ciências Lisboa, comparando, neste texto, o que ele próprio propõe no vocabulário que elaborou e se encontra acessível na sua página pessoal. Propósito explícito: uma «moratória da fase de coabitação entre o critério da ortografia da norma de 1945 e o do AO90», no pressuposto de  uma «nova fase mais prolongada de tolerância» na aplicação da atual reforma, «que permitam aos dois critérios se irem adaptando na escrita, até que os falantes façam a sua escolha definitiva.»

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Sobre o papel histórico da Academia das Ciências de Lisboa em matéria linguística

Apelando à tradição normativa e à tolerância que deve observar-se num processo de mudança ortográfica, D'Silvas Filho avalia o papel que a Academia das Ciências de Lisboa tem tido na história da ortografia do português e, em especial, na aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

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Declaração apresentada pelo autor à Academia das Ciências de Lisboa sobre o Acordo Ortográfico de 1990

«A Academia das Ciências de Lisboa não [deve] tomar uma posição negativa quanto ao processo iniciado com o Acordo Ortográfico de 1990mas, sim, manifestar a sua disponibilidade para continuar a contribuir para a sua consolidação e aperfeiçoamento, levando em conta a complexidade transnacional e transdisciplinar da problemática envolvida», defende o musicólogo e professor catedrático jubillado (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas-Universidade Nova de Lisboa) Mário Vieira de Carvalho na declaração que apresentou à insttiuição de que é sócio correspondente, com data de 23 de maio de 2017. Texto que adiante se transcreve na íntegra, com título da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas.

 

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Uma réplica a João Malaca Casteleiro e Telmo Verdelho.

Reação do investigador e intérprete de conferência Francisco Miguel Valada (in Público, 14/06/2017) às críticas que João Malaca Casteleiro e Telmo Verdelho, membros efetivos da Academia das Ciências de Lisboa, dirigiram à petição Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, em texto publicado no Ciberdúvidas em 4/06/2017.

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Sobre a petição "Cidadãos contra o Acordo Ortográfico"

O «movimento de cidadãos contra o Acordo Ortográfico» – escrevem os autores nestas suas considerações, enquanto membros efetivos da Academia das Ciências de Lisboa, sobre a petição entregue na Assembleia da República no dia 8 de março de 2017, reclamando a sua desvinculação de Portugal – «é um tropismo de adesão emocional, uma animação chique, intelectualoide, classista e reacionária. Os poetas e os intelectuais não têm problemas de escrita. No que à ortografia diz respeito são inimputáveis, mas dir-se-ia que alguns se julgam donos da língua. Têm saudades do tempo em que a qualidade da língua era aferida pelo número dos erros de ortografia.»

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Texto em que D´Silvas Filho resume e comenta dois documentos – Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, publicação da Academia, e a "Base IV do AO 90", artigo de Ana Salgado, publicado no Pórtico da Língua – que sistematizam as propostas da Academia das Ciências de Lisboa para a aplicação, em Portugal, do Acordo Ortográfico de 1990.