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Questões relativas ao Acordo Ortográfico.
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Iniciativa da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República
Por Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

O segundo grupo de trabalho constituído pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República para Avaliação do Impacto da Aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 programou audições a várias entidades e personalidades com posições públicas sobre esta querela que se arrasta há mais de 20 anos. A seguir ficam os registos já disponíveis.

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Texto publicado no jornal Público em 5/4/2017 da autoria do jurista Ivo Miguel Barroso, segundo o qual o Acordo Ortográfico de 1990 inventa palavras – referindo-se  às  que que antes da atual reforma se escreviam com c e p não proferido (ou mudo, isto é, sem a correspondente realização fonética), conforme a enumeração que delas já fazia o Acordo Ortográfico de 1945, na Base VI.

[Cf. N.E.  no fim da transcrição do attigo.]

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«Como se explica que uma Academia [das Ciências de Lisboa] que foi a principal defensora do acordo [ortográfico de 1990], que teve uma longa troca de negociações com a Academia brasileira, que foi a grande responsável pela promulgação do acordo, o esteja neste momento a pôr em causa? Será que estamos perante uma situação de “rei morto, rei posto"?»

[Comunicação da presidente da Associação dos Professores de Português, Edwiges Ferreira, no Encontro de Profissionais da Escrita (sobre a adoção do Acordo Ortográfico em Portugal) – com a gravação vídeo aqui –, realizado na Academia das Ciências de Lisboa, no dia 9 de Março de 2017. Título da responsabilidade desta edição à comunicação, transcrita, com a devida vénia, da página da Associação de Professores de Português, com data de 13 de março de 2017.]

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«A nossa História foi aquela que foi, e a "defesa da unidade essencial da língua portuguesa" é hoje tagarelice ideológica, nunca tendo sido (e, repito, ainda bem) um empenho político. Sim, Portugal nunca foi linguisticamente imperialista. Uma parvoíce? Um golpe de sabedoria? É tarde para nos preocuparmos com respostas. A "desagregação da língua portuguesa, que cada Acordo disse querer estancar, é de há muito irreversível.»

Considerações feitas pelo escritor e linguista Fernando Venâncio na comunicação que apresentou no Encontro de Profissionais da Escrita (sobre a adoção do Acordo Ortográfico em Portugal) – com a gravação vídeo aqui e aqui –, realizado na Academia das Ciências de Lisboa, no dia 9 de Março de 2017.

[Texto disponível, na íntegra, no Pórtico da Língua Portuguesa.]

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Artigo do autor, publicado na sua página pessoal e no Pórtico da Língua Portuguesa, da Academia da Ciências de Lisboa (ACL), constante da sua intervenção no colóquio Encontro de Profissionais da Escrita (sobre a adoção do Acordo Ortográfico em Portugal) – com a gravação vídeo aqui e aqui –, realizado em Lisboa, no dia 9 de março de 2017.

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Texto versejado do autor à volta de palavras com cuja homofonia e homografia lidamos há muito, muito tempo – mais propriamente desde a reforma ortográfica de 1945, com a eliminação de uma série de acentos diferenciadores* –... sem os protestos, pós-AO, por causa da abolição do acento agudo, por exemplo, na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo parar.

Além dos casos referidos neste texto, a eliminação do acento gráfico nas palavras homógrafas graves consagradas pelo Acordo de 1945, em Portugal, e pela Lei n.º 5765, de 18 de dezembro de 1971, no Brasil, regulou desde então muitos outros. Por exemplo: acerto (ê) / (é), acordo (ô) / (ó), forma (ô) / (ó) (substantivos/ formas verbais); cor (ô) / (ó) (substantivo / elemento da locução "de cor"); bola (ô) e bola (ó), sede (ê) e sede (é); molho (ô) / molho (ó), ambos substantivos. Cf. "Supressão dos acentos nas palavras homógrafas: pelo, para, molho. sede, cor", de Lúcia Vaz Pedro ("Jornal de Notícias", 4/10/2015). 

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«Sem sentido» é como o gramático e académico brasileiro Evanildo Bechara qualifica a iniciativa unilateral da Academia das Ciências de Lisboa de uma revisão do Acordo Ortográfico, «um tratado internacional assinado pelos oito países de língua oficial portuguesa. Entrevistado pelo jornalista Miguel Roque Dias para o programa Língua de Todos do dia 24/02 p.p., aponta a dedo o presidente da ACL, Artur Anselmo, que considera «fora de rumo» nessa campanha.

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Por Wa-Zani

Artigo de opinião publicado no Jornal de Angola de 14/02/2017 em que o autor, sob pseudónimo, considera positivas as mudanças propostas no documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" apresentado pela Academia das Ciências de Lisboa, como «uma boa proposta de trabalho» para o estabelecimento de um calendário de trabalho no âmbito do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.

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Entrevista de João Malaca Casteleiro, um dos responsáveis, da delegação portuguesa, pelo acordo que pôs fim à dupla ortografia oficial na língua portuguesa, ao jornal digital Observador, do dia 13 p.p. «Voltar atrás – diz – seria um atentado ao bom senso», criticando em particular a propostas de alterações constantes do documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesaapresentadas pela Academia das Ciências de Lisboa.

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Membros da Academia das Ciências de Lisboa – e os únicos linguistas de formação da respetiva Classe de Letras –, os autores criticam neste artigo publicado no semanário Expresso do dia 11 p.p a proposta constante no documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", que – além de «vã» e inoportuna» – consideram sem «o rigor científico indispensável a um empreendimento académico desta natureza». E perguntam: «Então, andaram os nossos grandes mestres da Filologia e da Linguística, portugueses e brasileiros, a labutar pela defesa da unidade essencial da língua e agora atraiçoamos esse património?»