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Questões relativas ao Acordo Ortográfico.
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Por Wa-Zani

Artigo de opinião publicado no Jornal de Angola de 14/02/2017 em que o autor, sob pseudónimo, considera positivas as mudanças propostas no documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" apresentado pela Academia das Ciências de Lisboa, como «uma boa proposta de trabalho» para o estabelecimento de um calendário de trabalho no âmbito do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.

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Entrevista de João Malaca Casteleiro, um dos responsáveis, da delegação portuguesa, pelo acordo que pôs fim à dupla ortografia oficial na língua portuguesa, ao jornal digital Observador, do dia 13 p.p. «Voltar atrás – diz – seria um atentado ao bom senso», criticando em particular a propostas de alterações constantes do documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesaapresentadas pela Academia das Ciências de Lisboa.

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Membros da Academia das Ciências de Lisboa – e os únicos linguistas de formação da respetiva Classe de Letras –, os autores criticam neste artigo publicado no semanário Expresso do dia 11 p.p a proposta constante no documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", que – além de «vã» e inoportuna» – consideram sem «o rigor científico indispensável a um empreendimento académico desta natureza». E perguntam: «Então, andaram os nossos grandes mestres da Filologia e da Linguística, portugueses e brasileiros, a labutar pela defesa da unidade essencial da língua e agora atraiçoamos esse património?»

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«Ainda bem que [o ministro dos Negócios Estrangeiros português] Augusto Santos Silva (...) pôs ordem naquilo que deve estar na ordem (orto). E que o parlamento recusou alterar o Acordo Ortográfico para Acordo Heterográfico. 27 anos depois não podemos continuar a discutir as preferências de cada um. A minha avozinha morreu em 1985 a escrever mãi e pae, como tinha aprendido antes do acordo de 1911, e juro que nunca ninguém lhe chamou analfabeta. Apenas se manteve na sua...»

[texto do jornalista Henrique Monteiro, a propósito da rejeição pelo parlamento e pelo Governo portugueses da proposta de Academia das Ciências de Lisboa de alterações ao Acordo Ortográfico em vigor no país desde 13 de maio de 2009]

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O parlamento e o Governo de Portugal rejeitaram uma proposta de aperfeiçoamento do AO que a Academia das Ciências de Lisboa aprovara em 26/1/2017. Afastam, assim, a eventualidade de uma revisão do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO) neste país fora do quadro multilateral do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e das suas competências especificas, no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Vide, em baixo, algumas das notícias e tomadas de opinião sobre o assunto.

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«Será mesmo possível uma reforma ortográfica unilateral, levada a cabo pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL) e realizada só para Portugal? E será desejável? Depois da péssima experiência em 1912, uma reforma unilateral parece utópica e indesejável, ainda mais porque o isolacionismo linguístico subjacente evidencia flagrante desrespeito pela letra e pelo espírito não somente do enquadramento legal da Convenção de 1943 (em que se baseiam os acordos de Salazar e Caetano que os contristas tanto veneram), mas contraria também os próprios estatutos da Academia, nos quais o artigo 6.º ordena a colaboração com a Academia Brasileira de Letras

[Considerações do filólogo e linguista Rolf Kemmler, especialista em Historiografia Linguística e investigador no Centro de Estudos em Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na palestra que proferiu na sua tomada de posse como Sócio Correspondente Estrangeiro da Academia das Ciências de Lisboa, em sessão da Classe de Letras realizada em 12/01/2017 – e cujo texto se reproduz na integra, a seguir.] 

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Ligações a artigos e notícias que são o eco mediático da aprovação, pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL) em 26/01/2017, de um conjunto de propostas de alteração ao Acordo Ortográfico de 1990, anunciado já em 23/11/2016, com vista a adequá-lo melhor à variedade do português de Portugal – "Sugestões para o Aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa".

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«"Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", feitas pela Academia de Ciências de Lisboa, devia ter correspondido a um trabalho sério – e não uma brincadeira com as palavras da nossa língua», escreve a autora, em artigo publicado no Jornal de Notícias do dia 29 de janeiro de 2017.

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Ouvido pela agência de notícias Lusa sobre a proposta da Academia das Ciências de Lisboa constante no documento Sugestões para o Aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, aprovado no dia 26 p.p., José Mário Costa manifestou-se surpreendido com a abertura de um processo que faz tábua rasa tanto do histórico relacionamento com a Academia Brasileira Letras, como das competências do organismo supranacional em matéria da língua, no âmbito da CPLP, o IILP.

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Texto do consultor D'Silvas Filho no qual o autor tece críticas ao presente Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (VOC), elaborado por uma equipa de especialistas do Instituto Internacional da Língua Portuguesa – cujos critérios se encontram condensados no texto "O modelo, as características e como está a ser desenvolvido o Vocabulário Comum da Língua Portuguesa" (da autoria da linguista Margarita Correia, que o leu na apresentação pública da plataforma do Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, em Lisboa, no dia 19 de fevereiro de 2015).