Vital Moreira - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Vital Moreira
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Vital Moreira (Vilarinho do Bairro, 1944) é Professor associado da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi deputado do Partido Comunista Português na Assembleia Constituinte (1975-1976) e deputado independente do Partido Socialista em 1995. Atualmente colabora no Diário Económico e no Público e é autor de uma série de obras, das quais se destacam: A ordem jurídica do capitalismo (1987), Fundamentos da Constituição (1991) e A morte do centro (1998).

 
Textos publicados pelo autor
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«Qualquer gramática de Português indica que a preposição "de", ou as locuções prepositivas compostas por "de", não se fundem ou contraem com o artigo seguinte (definido ou indefinido) ou com um pronome quando o verbo da frase está no infinitivo», lembra o autor, neste apontamento crítico a este erro cada vez mais vulgar na imprensa portuguesa.

[in blogue Causa Nossa, 2/01/2017]

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«Sendo uma convenção internacional, o AO só poderia ser modificado por acordo entre os governos dos países que o ratificaram», escreve neste apontamento o constitucionalista português Vital Moreira, em referência às proposta de alteração anunciadas pela Academia das Ciências de Lisboa, primeiro em notícia aqui reproduzida, e depois nas declarações prestadas pelo respetivo presidente, Artur Anselmo, em entrevista ao jornal “Público” de 12/12 p.p.

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«Enquanto umas dúzias de fundamentalistas continuam a gastar energias a contestar ingloriamente o Acordo Ortográfico, os órgãos de comunicação [em Portugal] vão sujeitando tranquilamente a língua a "tratos de polé", sem protestos visíveis» – escreve o autor, num curto apontamento que se se transcreve a seguir blogue Causa Nossa, de 31 de outubro de 2016. Erro assinalado: encasinar, em vez de encazinar.

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«A principal responsabilidade pela degenerescência do Português falado no discurso público [português] é a sua colonização pela pronúncia coloquial dominante em Lisboa, por efeito da rádio e da televisão», sustenta o autor, neste apontamento publicado no "Diário Económico" de 4 de março de 2015.

 

 

 

O tratado internacional tem aplicação sem necessidade de aprovação por lei nacional. É esta a sustentabilidade legal do Acordo Ortográfico, aponta Vital Moreira no jornal Público, em resposta a um editorial deste jornal.