Ensino - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Questões relativas ao ensino do português língua materna/língua estrangeira.
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Um professor que desenvolveu um método para ensinar os miúdos mais "complicados" a ler e a escrever

«Raul da Silva Mendes (na foto) – como conta neste trabalho publicado no jornal português Diário de Notícias, de 13/08 – deu aulas durante 52 anos, sempre no ensino básico [em Portugal]. Ajudou agricultores e pescadores a aprender a ler e a escrever e desenvolveu um método com que conseguiu "ganhar" para escola crianças com dificuldades de aprendizagem. Combateu, assim, a "fila dos burros".»

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O desenvolvimento do poder de comunicação

Neste texto, saído no jornal Público em 28 de julho de 2019, faz-se uma breve descrição de como, em geral, as crianças desenvolvem a linguagem. A autora, Ana Rita Gonzalez, é terapeuta da fala do CADin, uma instituição  que, em Portugal, dedica a sua atividade ao tratamento e estudo das perturbações do neurodesenvolvimento.

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Especialista em literatura angolana crítica o ensino do português nos país

«Hoje em dia, os alunos em Angola  terminam o ensino superior e não há garantias de que sabem escrever português», diz nesta entrevista* o guineense Mário Joaquim Aires dos Reis, que se especializou em literatura de Manuel Rui Monteiro. «Muitos não sabem ler ou compreender um texto de dificuldade média.»

 

* entrevista concedida ao jornalista Edno Pimentel, publicada no semanário luandense Nova Gazeta, do dia 3/06/2019. Manteve-se a norma ortográfica de 1945, seguida em Angola.

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A ESIC aposta no sucesso dos alunos!

Como tornar apelativa a disciplina de língua materna para jovens de 12 ou 13 anos a frequentarem o 7.º ano de escolaridade, em Portugal? A professora Lúcia Vaz Pedro, consultora do Ciberdúvidas, dá conta de uma experiência pedagógica centrada no texto poético, que também envolveu a presença de encarregados de educação na sala de aula.

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Frederico Lourenço defende as línguas clássicas a propósito da sua Nova Gramática do Latim

Apesar de alguns sinais de recuperação, é mínima, se não mesmo nula, a oferta de latim e grego no ensino não universitário de Portugal, situação agravada pela escassez e desatualização dos materiais de estudo para o público de língua portuguesa. À volta do lançamento da sua Nova Gramática do Latim (Lisboa, Quetzal, 2019) e do seu percurso académico, o professor universitário, classicista, escritor e tradutor Frederico Lourenço defende o regresso das línguas clássicas aos currículos e dá conta dos projetos de tradução que tem levado a cabo – com especial relevo para o da Bíblia em grego, incluindo os Septuaginta –, em entrevista concedida ao jornal digital Observador  (6/04/2019) e aqui transcrita com a devida vénia.

Na imagem, lápide depositada no Museu Municipal José Monteiro do Fundão, na qual se lê a seguinte inscrição em latim (entre parênteses, o desenvolvimento das abreviaturas): Nepos / Arconis F(ilius) / H(ic) S(itus) E(st) / S(it) T(ibi) T(erra) L(evis) (tradução: ««Nepos, filho de Arcão, está aqui sepultado, que a terra lhe seja leve»; informação disponível em Arqueofundao.hotspot.com e Hispania Epigraphica).

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Que mais assombram os professores

A vírgula entre o sujeito e o predicado, a falta de acentos, os problemas ortográficos, as regências verbais ou as palavras inexistentes... Estes são alguns dos erros persistentes que os professores têm de corrigir vezes sem conta nas nossas escolas, como nos dá conta Carla Marques numa listagem de 10 erros frequentes, cuja origem se procura compreender. 

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Frederico Lourenço, a propósito da sua Nova Gramática do Latim
Por João Céu e Siva/Frederico Lourenço

Excertos da entrevista que Frederico Lourenço, classicista, professor da Universidade de Coimbra e tradutor Bíblia grega, concedeu ao jornalista e escritor João Céu e Silva [in Diário de Notícias, de 16/03/2019] j sobre a sua mais recente obra, a Nova Gramática do Latim (Lisboa, Quetzal, 2019).

Na imagem, uma representação das divisões administrativas do ocidente da Hispânia na época romana.

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A multifuncionalidade da língua, conciliando o prazer da leitura

«Indubitavelmente, o texto literário projeta ao máximo a multifuncionalidade da língua, conciliando o prazer da leitura ao desenvolvimento da compreensão/expressão escrita. Essa leitura deverá ser atenta, reflexiva, capaz de esmiuçar sentidos, de ensinar a descobrir as potencialidades do português.» São considerações da professora Lúcia Vaz Pedro no apontamento que segue, dedicado ao papel da literatura e da leitura no ensino/aprendizagem do Português.

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Escrita criativa na aula de Português

A experiência da escrita criativa que foge às marras do tradicional e às técnicas «puramente reprodutivas» é a base de um relato/reflexão sobre os desafios que se podem levar para a sala de aula (artigo transcrito do jornal Observador, com a devida vénia).

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Tanto no ensino como para o domínio da língua

Muitos dos problemas dos utilizadores do português passa por um total desconhecimento das suas regras – como descreve neste apontamento a professora Lúcia Vaz Pedro.