Ensino - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Questões relativas ao ensino do português língua materna/língua estrangeira.
O homem do leme
Aulas ao som dos Xutos e Pontapés
Por Dora Gago

«Uma das músicas que gostava de passar — conta neste texto* a professora e escritora Dora Gago —  era “o homem do leme” dos Xutos e Pontapés para o comparar com outros homens do leme, como é o caso de Vasco da Gama no episódio de o Adamastor de Os Lusíadas e o “homem do leme” de “o Mostrengo” na Mensagem de Pessoa

*in Algarve Informativo, com a data de 17 de fevereiro de 2024.

A aprendizagem da língua materna
Reflexão na sequência de uma entrevista dos alunos do Iscte ao Ciberdúvidas (I)

Na sequência de uma entrevista aos alunos do Iscte pelo Ciberdúvidas*, a consultura Inês Gama apresenta, neste apontamento, uma reflexão sobre o ensino e aprendizagem do português como língua materna.

* Ver "O que pensam os falantes de português da sua língua?" (09/02/2024).

«Felizmente que ele chegou»: como classificar <i>que</i>?
Três perspetivas em diálogo

A divulgação, no Facebook, de um apontamento dedicado à análise da frase «felizmente que ele chegou» e colocado em linha no Ciberdúvidas em 21 de novembro de 2023 suscitou dúvidas e motivou debate. Como classificar a palavra que, que figura na referida frase? É uma conjunção subordinativa completiva, como se afirma no apontamento, ou é uma partícula expletiva, para um termo da gramática tradicional?

 

A classificação de <i>que</i> em «felizmente que ele chegou» III
A perspetiva do ensino não universitário em Portugal

A divulgação do apontamento intitulado «Felizmente que ele chegou» (21/11/2023) suscitou ainda o comentário da consultora Brígida Trindade, que é também professora do ensino básico e secundário em Portugal.

A classificação de <i>que</i> em «felizmente que ele chegou» II
A perspetiva da Gramática do Português

A linguista Carla Marques, consultora permanente do Ciberdúvidas, responde ao gramático brasileiro Fernando Pestana sobre a classificação que é possível fazer da palavra que na frase «felizmente que ele chegou».

Leitura: lentes para ver o mundo
Num tempo cativo das notícias falsas, do sensacionalismo e da manipulação
Por Dora Gago

«Há já uns bons anos, talvez mais de quinze, alguns alunos de uma turma de 9.º ano me terem confidenciado, que nunca viam filmes nem séries que não fossem faladas em português. Perante a minha estranheza, explicaram: não eram capazes de ler as legendas. (…) Hoje, todos os sinais evidenciam que esta situação só piorou.»

Artigo da professora e escritora Dora Gago, transcrito, com a devida vénia, da revista digital Algarve Informativo, com a data de 22/12/2023. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945

 

O que é o PISA e que nos traz de novo
Sobre o relatório de 2022

«Os resultados do PISA 2022, abrangendo 81 países, mostram que, em termos de proficiência, entre os países da OCDE se registou uma queda média de 15 pontos em Matemática e 10 pontos em Leitura; a literacia científica não registou variação significativa» – assinala a professora universitária e linguista Margarita Correia a respeito da publicação do relatório PISA 2022, num artigo de opinião publicado em 11 de dezembro no Diário de Notícias.

A múltipla escolha do Enem
De Caetano aos gabaritos divergentes

«Os sentidos do texto não existem in vitro e somente se realizam quando o leitor/ouvinte pode mobilizar conhecimentos linguísticos e culturais para reestabelecer a coesão e a coerência propostas pelo autor» – observam Henrique Braga e Marcelo Módolo, ambos investigadores da Universidade de Sáo Paulo (USP), a propósito da chave de correção (gabarito) da prova de Linguagens do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e da sua divergência com as chaves de correção extraoficiais.  Artigo publicado em 21 de novembro no Jornal da USP e aqui transcrito com a devida vénia.

 

A visitante
Uma experiência de ensino no Uruguai
Por Dora Gago

«Uma personagem que poderia ter saído das páginas de Horácio Quiroga, de Felisberto Hérnandez, Júlio Cortazar, Garcia Márquez ou tantos outros. (…) Apenas a prova de que a fantasia, o fantástico, o que se ergue acima da realidade, da casca do quotidiano pode entrar sem licença, nas situações mais banais.»

[Crónica da professora e escritora portuguesa Dora Gago, transcrita, com a devida vénia, da revista digital Algarve Informativo, do dia 18/11/2023. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945.]

Aprender a escrever à mão na era digital
Necessidade ou nostalgia?

«Caligrafar não é apenas desenhar, já que existe uma intenção linguística, ou seja, pretende-se deixar uma mensagem no papel» – escreve a  psicóloga Inês Ferraz, em artigo de opinião incluído no jornal Público em 6 de outubro de 2023.