Ensino - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa Ensino
Questões relativas ao ensino do português língua materna/língua estrangeira.
«O ensino <i>online</i> melhorou a assiduidade dos alunos às aulas»
Frederico Lourenço sobre a aprendizagem do latim e do grego em tempos de pandemia

«Como demonstrar a um professor universitário, que não sabe uma palavra de latim que o ensino dessa língua que ele desconhece é algo de grande valor?»

Entrevista concedida pelo professor universitário, classicista e tradutor Frederico Lourenço ao jornalista João Céu e Silva, a respeito, entre outros tópicos, da compatibilidade do ensino do latim e do grego com as aulas à distância.

Trabalho publicado no Diário de Notícias de 4 de janeiro de 2021.

 

Lições sobre o uso de recursos tecnológicos na educação
A importância da intencionalidade pedagógica e do uso guiado pelos professores

«As evidências apontam que a simples distribuição de computadores ou a conectividade das escolas não aumentam a aprendizagem. É a intencionalidade pedagógica e o uso guiado pelos professores que importam.»

Artigo do investigador brasileiro João Marcelo Borges publicado em 22 de dezembro de 2020 no jornal digital Nexo.

O ensino de português em tempos de pandemia
Uma língua que sai das telas dos computadores

«Eu não sei dizer em outras línguas, mas o português que eu vi saltar das telas dos computadores transbordou em riqueza linguística, cultural e afetiva» – considera a linguista brasileira Edleise Mendes, docente da Universidade da Bahia, a propósito das dificuldades criadas pela pandemia de covid-19 aos professores de Português como Língua estrangeira.

Crónica que a autora leu na emissão do programa  Páginas de Português de 6 de dezembro de 2020, na Antena 2.

A questão do português de Angola
Dificuldades na sua fixação

Desenvolvendo uma reflexão repartida por três textos publicados em 28 de junho de 2020 no Jornal de Angola, o professor universitário Luís Kandjimbo tece considerações a respeito das repercussões institucionais – nomeadamente, no ensino –  da falta de um debate fundado e crítico da situação linguística de Angola, bem como sobre a questão da elaboração da variedade angolana do português.

– "O problema da variedade angolana do português";

– "Defender a soberania epistemologia";

– "Linguística da literatura angolana".

 

 

O problema da variedade angolana do português
Para um pensamento crítico autónomo

«[S]em uma teoria angolana da planificação linguística e correspondente política linguística não há sinais que assegurem a possibilidade de admitir a existência da variedade angolana do português» – sustenta o professor universitário angolano Luís Kandjimbo num artigo publicado no Jornal de Angola no dia 23 de junho de 2020, a propósito dos constrangimentos institucionais causados pela falta de conhecimento fundado do português de Angola (escrito de acordo com a norma ortográfica de 1945, que continua a vigorar em Angola).

Ler também textos associados "Defender a soberania epistemológica" e "Linguística da literatura angolana".

Defender a soberania epistemológica
A qualidade do debate sobre a variedade angolana do português

Sobre a situação linguística de Angola, Luís Kandjimbo considera que «[...] em Angola, os argumentos circunstancialmente dominantes sobre o Acordo Ortográfico não acrescentam razões que assegurem a consistência devida para serem legítimos no debate sobre a variedade angolana do português». Reflexão associada aos textos associados: "O problema da variedade angolana do português" e "Linguística da literatura angolana".

Linguística da literatura angolana
Uma diferenciação já antiga

«[...] [A] linguística da literatura angolana continuará a ser uma fonte inestimável para legitimar o português angolano», afirma o professor universitário angolano Luís Kandjimbo em parte do conjunto de reflexões* sobre o português angolano que publicou em 28 de Junho de 2020 no Jornal de Angola.

 

* Ler também os textos associados: "O problema da variedade angolana do português" e "O problema da variedade angolana do português".

A importância de «dar a cara» <br> para aprender... e ensinar
O senão da ausência visual dos alunos com aulas sem vídeo

«O ensino à distância poderá ser eficaz, se for dinamizado de outro modo» – escreve neste artigo* a professora Lúcia Vaz Pedro, pois «a presença do aluno tem de ser permanentemente observada pelo professor, de modo a garantir a aquisição/ compreensão de conhecimentos.»

*Artigo publicado no jornal Público no dia 2 de julho de 2020.

O ensino do português língua não materna
A escola e os alunos oriundos do estrangeiro em Portugal

Quando a escola portuguesa começou, há décadas, a receber alunos vindos do estrangeiro, não  se lhes deu muita atenção, julgando-se que dominavam a língua dos seus pais. Porém, quando à escola começaram a chegar alunos oriundos de outros países, as atitudes foram gradualmente mudando, lembra a professora Margarita Correia, neste apontamento  emitido no programa Páginas de Português, na Antena 2, do dia 28 de junho de 2020.

 

O <i>ranking</i> das escolas de Portugal em 2019
Prós e contras da sua divulgação

Em 27 de junho de 2020, a comunicação social de Portugal deu relevo à divulgação dos resultados dos exames finais de 2019, dados que, distribuídos por escolas, permitem produzir listas ordenadas – os chamados rankings –, sempre no meio de alguma polémica. Transcreve-se do jornal Público, com essa data, alguns textos que manifestam pontos de vista nem sempre convergentes.

Na imagem, grafismo do dossiê que, sobre a divulgação dos rankings escolares de 2019, o jornal Público disponibilizou em 27 de junho de 2020.