O papagaio que também se chama louro e as formas epá e opá - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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O papagaio que também se chama louro e as formas epá e opá
O papagaio que também se chama louro e as formas epá e opá
Por Ciberdúvidas da Língua Portuguesa 1K

1. Qual a razão de se chamar também louro ao papagaio? E o que dizer das expressões «eh, pá» e «ó pá» substituída, cada vez mais, numa só palavra («epá», «opá» e, até, «épa» e «ópa»)? Estas são duas das oito perguntas que têm as devidas respostas no Consultório da atualização da presente semana, com preponderância na sintaxe. Por exemplo: sobre os modificadores que se isolam com vírgulas, as funções sintáticas de uma frase, uma oração completiva que funciona como complemento direto e o uso do pronome onde. Finalmente: desde quando cosinheira passou a escrever-se com “z”? 

* Pelas razões já anteriormente expostas, o Ciberdúvidas passou a assegurar as suas atualizações temáticas apenas uma vez por semana – agora à terça-feira. Entretanto, sempre que a atualidade ou a relevância informativa o justificar, não deixaremos de o assinalar nos Destaques que vão sendo renovados neste período. 

2. Da atualidade internacional, chegam-nos nestes dias os ecos trágicos dos bombardeamentos incessantes na região de Ghouta Oriental, na Síria. E, de novo, o emprego indistinto nos media do adjetivo humanitário – seja na qualificação do estado da população civil («Um inferno na Terra», na descrição do secretário-geral da ONU, António Guterres), como em relação às tentativas das Nações Unidas para um cessar-fogo da violência e tréguas que permitam o acesso  das missões de socorro médico e alimentar. Relembramos, por isso, alguns dos anteriores esclarecimentos a propósito de outros casos e situações de guerra ou de catástrofes naturais: Humanitário ≠ humano + As etimologias de homem e humano + Porque é incorreta a expressão «crise humanitária»? + Como é que uma tragédia pode ser humanitária!?

3. Na rubrica Correio damos conta de uma crítica ao Ciberdúvidas: «A que propósito aparece a crónica de Ricardo Araújo Pereira "Quem fala assim não é gago nem gaga?!"» .