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Ciberdúvidas nas condições possíveis
Ciberdúvidas nas condições possíveis
Por Ciberdúvidas da Língua Portuguesa 489

1.  É o regresso do consultório do Ciberdúvidas e as atualizações das demais rubricas temáticas, após a pausa das férias escolares de verão em Portugal. Nas condições possíveis, porém: agora, apenas com respostas e outros novos conteúdos disponibilizados só uma vez por semana, à segunda-feira*. As consabidas dificuldades no custeamento do serviço público que aqui se presta à volta da língua portuguesa não permitem manter a regularidade anterior, trissemanal e, muito menos, de segunda a sexta-feira, tal como funcionava o Ciberdúvidas antes da perda dos seus dois patrocinadores da altura.

* Sempre que atualidade ou a importância do assunto o justificar, não deixaremos de o noticiar, com registo nos Destaques.

2.  Quanto ao que fica em linha, desde este dia:

  Quatro novas perguntas ficam respondidas no consultório: Sobre os verbos copulativos (ou predicativos) + A concordância verbal com o sujeito + A argumentação e a retórica + O ponto final dentro das aspas. E, ainda, um mais fundamentado esclarecimento sobre os termos tsunami e maremoto, subscrito por D’Silvas Filho.

  Na rubrica Pelourinho, a professora Maria Eugénia Alves** debruça-se sobre a falta da obrigatória vírgula antes do vocativo no título de um livro de poemas recentemente editado em Portugal, com o texto A falta que fazem os revisores...

** A professora Maria Eugénia Alves é a nova coordenadora executiva do Ciberdúvidas, em substituição do professor Carlos Rocha, a quem deixamos público agradecimento pelo empenho, dedicação e competência dados ao Ciberdúvidas, desde o seu destacamento em junho de 2005.

•  Finalmente, chamamos a atenção para dois artigos transcritos, com a devida vénia dos jornais Público e Folha de S.Paulo, nas rubricas Diversidades e Nosso Idioma@ entre acentos, géneros e beijos, de António Bagão Félix, e Millôr contra a crase: Quem está errado, o brasileiro ou a regra?

•  E, ainda, para o estudo do professor João Andrade Peres sobre a etimologia da palavra somítico – «algo difícil e não resolvido nos dicionários», refere o autor. Intitula-se "Da etimologia da palavra somítico à memória da ética de Sodoma em línguas modernas", podendo ser acedido aqui.