Complementos oblíquos: «veio de Lisboa, partiu para Madrid»
Na frase «O Pedro veio de Lisboa no dia em que Maria partiu para Madrid.», os segmentos «de Lisboa» e «para Madrid» constituem complementos oblíquos ou, antes, modificadores do grupo verbal, uma vez que «O Pedro veio no dia em que Maria partiu» é gramatical?'
Obrigada.
Deíctico pessoal e expressões sem valor deíctico
Na frase «Todos os anos regresso a Os Maias», podemos que considerar que existem os três deiticos (pessoal, temporal e espacial)?
Obrigada!
Regência de vício
Perguntava se, em relação à regência pedida pelo nome vício, a que apresento é aceitável:
«O vício NO scroll das redes sociais é um perigo.»
Obrigado
Concordância adjetival com «conjunto de características e competências»
Solicito-lhes ajuda para dissolver uma dúvida sobre concordância nominal na seguinte frase:
«[...] um conjunto de características e competências igual ou equivalente a essa pessoa que desejamos formar.»
Os adjetivos igual ou equivalente poderiam ir para o plural para concordar com «características e competências»?
Se sim, que regra chancela essa concordância?
Desde já meu agradecimento.
A grafia de «chefe de Estado»
A expressão «Chefe de Estado» tinha hífen, no Acordo Ortográfico de 1945?
Parassíntese e o verbo aproximar
Sobre a parassíntese, o verbo aproximar poderá ser um caso desse processo de formação?
Obrigado.
Estar com o particípio passado transformado
Na frase seguinte, qual é a função da palavra transformado?
«Os dois primos adoravam o velho celeiro que estava transformado em garagem.»
A nominalização de contra
Relativamente à palavra «(os) contraS», trata-se de um caso de derivação por conversão (preposição/advérbio que passa a nome) mesmo estando no plural?
Tratando-se de um exemplo de derivação por conversão, a minha questão prende-se com o facto de ter lido que, neste processo de formação (derivação por conversão), forma-se uma palavra pela alteração da classe, sem modificar a sua forma.
Então, como se explica que, sendo preposição, contra seja uma palavra invariável e, quando se converte em nome («os contras»), essa mesma palavra já admita plural, modificando-se? A sua forma inicial não foi modificada?
Obrigado.
O advérbio já e o contraste entre coordenadas
Na frase «Ontem esteve sol, já hoje choveu todo o dia!», como classificamos o processo de ligação entre as duas orações?
Coordenação? Subordinação?
Como classificamos a palavra já nesta frase? Conjunção?
Muitíssimo agradecida! Parabéns pelo vosso trabalho de excelência!
Modificador apositivo do nome seguido de relativa explicativa
Começo por vos agradecer pelo vosso extraordinário trabalho e pela ajuda preciosa que nos dão.
A minha dúvida prende-se com a classificação da oração «que vivia na ilha Terceira», presente no excerto que transcrevo. Será uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva ou subordinada adjetiva relativa explicativa?
«E, com medo de colocarem a vida da criança em risco, decidiram que o pequeno Fernando ficaria em Portugal ao cuidado da avó materna, Madalena Xavier Pinheiro Nogueira, que vivia na ilha Terceira e o guiaria no temor a Deus e na estreiteza filosófica da educação cristã tradicional, rotineira e disciplinada da sociedade açoriana» (João Pedro George, “Os poemas da mãe de Fernando Pessoa”, 2.ª parte, in revista Sábado).
Muito grato.
