A regência de falar
Na frase «Eu lhe falei de atitudes polidas», há dois objetos indiretos?
Qual a regência do verbo falar? Os termos lhe e «de atitudes polidas» são objetos indiretos?
Obrigado.
Vírgula e aforismos
Numa frase de caráter aforístico como «Livros que não se leem, é como se não existissem.», a presença da vírgula será admissível para efeito estilístico sem prejudicar a gramaticalidade da proposição?
Verbo ladrar, voz passiva e objeto indireto
Posso dizer "fui ladrado por um cão"?
Obrigado.
A locução «a primeira vez que»
Saudações aos colaboradores desse inestimável espaço!
Diante de minha incontornável dificuldade, peço-lhes ajuda para poder classificar as orações deste período: «A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido.»
Desde já meu sincero agradecimento.
Oxalá e a colocação dos pronomes átonos
Qual é a forma correta?
«Oxalá ele se lembre» ou «oxalá ele lembre-se»?
Obrigado.
A origem do nome Penélope
Qual a origem do nome Penélope?
Obrigado.
A colocação do adjetivo cessante
Qual a forma correta de escrever?
a) «O presidente cessante da Assembleia de Freguesia»
b) «O presidente da Assembleia de Freguesia cessante»
A expressão «eu é de querer isso!» (Brasil)
Tenho uma curiosidade de saber de onde surgiu uma forma de falar, negar enfaticamente algo. Talvez seja um regionalismo da região onde moro aqui no Brasil. De qualquer forma, queria compartilhar.
Toda vez que alguém quer dizer que não deseja ou não aceita algo e quer expressar isso com bastante veemência, usa a expressão «é de». Por exemplo, se alguém oferece uma comida a uma pessoa X, esta pessoa, para dizer que não quer, bastaria simplesmente dizer «não, obrigado» ou simplesmente «não quero», mas diz assim: «Eu é de querer isso! Nem gosto!»
A expressão «andar à caçador»
Gostaria de saber a origem da expressão «andar à caçador»?
Novamente perco (perder)
Porque a 1.ª pessoa do presente do indicativo de perder é perco em português?
