DÚVIDAS

Concordância adjetival com «conjunto de características e competências»
Solicito-lhes ajuda para dissolver uma dúvida sobre concordância nominal na seguinte frase: «[...] um conjunto de características e competências igual ou equivalente a essa pessoa que desejamos formar.» Os adjetivos igual ou equivalente poderiam ir para o plural para concordar com «características e competências»? Se sim, que regra chancela essa concordância? Desde já meu agradecimento.
O nome e adjetivo tatibitate
Acerca do conto de T. Braga "As irmãs gagas", li a seguinte frase: 1. São as irmãs «tatebitate» porque trocam muitas consoantes. Perguntava-vos: 1.1. Se conseguem adiantar uma justificação para que a palavra ainda apareça assim escrita na frase/conto que li (Publicações Dom Quixote) e não na grafia atual (tatibitate). A palavra terá sofrido alguma alteração ortográfica, por exemplo? 1.2. Na frase indicada acima, por que razão a palavra aparece no singular? É que no texto recolhido por T. Braga se lê assim: «O noivo assim que viu que todas eram tatebitate desatou a rir e a fugir pela forta fora.» Perguntava-vos se não poderá corresponder à forma obsoleta de tatibitaite. Cumprimentos.
Apóstrofo e espaço
Tenho lido diversos contos da tradição oral portuguesa onde surgem muitas contrações assinaladas com apóstrofo. Fico na dúvida relativamente ao posicionamento do mesmo, uma vez que já me deparei com expressões idênticas que apresentam espaçamento diferente. «Ele foi c' a mãe às compras» ou «Ele foi c'a mãe...» (sem espaçamente entre c' e a) «Ai qu' isto sabe tão bem!» ou «Ai qu'isto...» «Pensei que lh' ia dar um mal» ou «Pensei que lh'ia...» «Qu' eu fiz» ou «Qu'eu fiz» «Deixei d' andar torto» ou «Deixei d'andar...»
A expressão «eu é de querer isso!» (Brasil)
Tenho uma curiosidade de saber de onde surgiu uma forma de falar, negar enfaticamente algo. Talvez seja um regionalismo da região onde moro aqui no Brasil. De qualquer forma, queria compartilhar. Toda vez que alguém quer dizer que não deseja ou não aceita algo e quer expressar isso com bastante veemência, usa a expressão «é de». Por exemplo, se alguém oferece uma comida a uma pessoa X, esta pessoa, para dizer que não quer, bastaria simplesmente dizer «não, obrigado» ou simplesmente «não quero», mas diz assim: «Eu é de querer isso! Nem gosto!»
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