É importante lembrarmo-nos
Oiço muitas vezes o verbo lembrar ser conjugado de duas formas distintas, nomeadamente:
- É importante lembrar-nos de que a história não se deve repetir.
- É importante lembrarmo-nos de que a história não se deve repetir.
Estão ambas válidas? "Lembrarmo-nos" está correto?
Obrigado.
O predicado, de novo
Cada vez com mais frequência, me deparo com professores de Língua Portuguesa que ensinam que o predicado é unicamente constituído pelo verbo. Ora, eu não aprendi assim e até agora ainda não encontrei nenhuma gramática que o defendesse. Será que estou errada, desactualizada?
A flexão com o quantificador quanto
Está correta a frase «A única coisa que precisamos de saber é quanta compreensão e respeito eles têm pelo caminho um do outro», ou necessitamos de colocar «A única coisa que precisamos de saber é quanta compreensão e quanto respeito eles têm pelo caminho um do outro»?
Muito obrigada.
Função sintáctica do pronome átono
Sou professora de LP do ensino médio, e surgiu-me uma dúvida acerca da função sintática do pronome átono nas orações que introduzem as infinitivo-latinas. Alguns autores ( poucos) classificam o pronome, por exemplo, "Deixaram-me sair", como exercendo dupla função sintática, a de sujeito da segunda e objeto da primeira, e eu acho um conceito lógico, uma vez que os oblíquos funcionam geralmente como objetos. Sobretudo, quando sabemos que os verbos acusativos e sensitivos são TD, é que o conceito ganha mais logicidade. Eu gostaria de saber se constitui erro essa dupla classificação, uma vez que colegas meus teimam em discordar. Alguns autores destacam muito bem essa dupla classificação: Faraco e Moura, Florianete e Margareth, Napoleão Mendes, e Dirceu Rabelo, os demais, em sua maioria, relevam sobretudo o contrário: o pronome só possui função subjetiva da segunda oração e não objetiva da primeira. O que eu discordo.
E vocês? O que acham?
Porque e pois, em orações causais e orações explicativas
Qual é a diferença entre as orações coordenadas explicativas e as orações subordinadas adverbiais causais?
A mim sempre me pareceram a mesma coisa.
Se tivermos, por exemplo, a frase «Cheguei atrasado porque o despertador não tocou.», verificamos que a oração é causal, devido à conjunção porque, mas se colocarmos antes pois a oração já passa a ser explicativa, sem qualquer alteração na semântica da frase.
Qual é a explicação para isto?
Obrigado.
Coar / mediar / enxaguar / resfolegar
Como se conjugam os verbos coar, mediar, enxaguar e resfolegar no presente do indicativo?
Digesta: palavra latina
A palavra "digesta" (relativo à matéria contida no tubo digestivo) é portuguesa ou latina?
Sertaginense, um gentílico da Sertã (Portugal)
É o correto o termo "sartaginense" em vez de sertaginense?
«Que tal...?» com infinitivo flexionado
Agradecia que me explicassem o seguinte:
a) a razão do uso do infinitivo pessoal com «que tal...?» – ex: «Já é tarde! Que tal te levantares?»
b) Como classificar «que tal»?
Obrigadíssima pelo vosso trabalho e dedicação em prol do português!
Trigueiros
Gostaria de perguntar qual a origem do nome Trigueiros. Será que todos os que têm este nome são da mesma família?
