Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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A redundância é sempre um vício de linguagem?
Pleonasmos e norma-padrão

«A redundância nem sempre é nociva à comunicação – pelo contrário, a maior parte dos nossos enunciados contém várias redundâncias justamente para garantir a eficácia da comunicação em face do ruído» – sustenta o linguista Aldo Bizzocchi neste apontamento publicado no mural Língua e Tradição (Facebook), em 14 de agosto de 2022, e aqui transcrito com a devida vénia.

Brasil, quero mais 200 anos de ti...
... cheio de saudades, de chorinho, amor e admiração!

«Do Ó da Curva do Corcovado, que assim se chama, à língua desengravatada das crónicas, às Palmeiras Imperiais do Jardim Botânico – uma carta de amor ao Brasil, nos 200 anos da Independência.»

 

Crónica do jornalista português Ferreira Fernandes, publicada no jornal digital Mensagem de Lisboa, com a data de 7 de setembro de 2022.

 

Colonialismo e língua portuguesa
A propósito da emigração portuguesa para Angola depois de 2008

«Em Angola, ainda hoje, é considerado angolano alguém que fale bem português, que tenha um nome português» – afirma o geógrafo Asaf Augusto, na entrevista que concedeu à socióloga Carlota Moura Veiga (Centro de Investigação e Estudos de Sociologia – CIES-IUL) e na qual deu conta da sua investigação sobre o fluxo migratório de cidadãos portugueses para Angola na sequência da crise financeira mundial de 2008. Transcreve-se aqui, com a devida vénia, um extrato dessa entrevista, incluída em setembro de 2022 em OEm Conversations with, publicação periódica de entrevistas do Observatório da Emigração, do CIES-IUL do ISCTE-IUL.

Referência do texto integral; Moura Veiga, Carlota (2022), “Colonialismo e emigração portuguesa para Angola: entrevista com Asaf Augusto”, OEm Conversations With, 31, Observatório da Emigração, CIES, Iscte, Instituto Universitário de Lisboa.

 

Três disparates técnicos
Numa notícia sobre um acidente rodoviário

«Muito mal se anda a escrever nos media portugueses», escreve neste apontamento o jornalista João Alferes Gonçalves, a propósito de uma noticia de um acidente rodoviário, publicada no jornal Correio da Manhã, do dia 7 de setembro de 2022.

O ensino na Guiné-Bissau
Entre a informalização política e a concorrência dos parceiros externos

Participação do sociólogo e ativista Miguel de Barros em 7 de setembro de 2022 no programa Opinião de... (RDP África), a respeito da situação preocupante do sistema do ensino público na Guiné-Bissau, a qual se agravou em 2020 com dificuldades governamentais em gerir o setor, com uma vaga de greves e com a pandemia de Covid-19.

Diversidade e Unidade
A Aventura Linguística do Português

Em 1988, a professora brasileira Rosa Virgínia Mattos e Silva (1940-2012) publicava* um artigo onde fazia uma síntese da evolução e da situação do português. Recordamos aqui alguns pontos diretamente relacionados com a situação do português do Brasil. 

* Na Revista ICALP, vol. 12/13, junho-setembro de 1988, 13-28.

Quando não há palavras
A expressão «não há palavras»

Uma crónica na qual o escritor Miguel Esteves Cardoso explora a significação e os usos da expressão «não há palavras», publicada no jornal Público de 5 de setembro de 2022. O texto segue o Acordo Ortográfico de 1945.

E o Brasil criou uma língua. Também é português
Uma vertigem feita de sons

«Até que ponto soube o Brasil tornar sua uma língua imposta?» pergunta*  a jornalista portuguesa Isabel Lucas. «A tentativa de resposta – adianta  – começa no Museu da Língua Portuguesa e passa por uma história feita de zangas e contaminações: do tupi aos quilombos, passando por um tratado pombalino e pela literatura enquanto construção de identidade também linguística. Que língua é a língua brasileira? É o português brasileiro.»

 

*in jornal Público, do dia 27 de agosto de 2022. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945.

Engavelaram-se no galaio por uma barranha. <br> Marafados!
Regionalismos não exclusivos do Algarve

Um  registo de falares regionais em dicionários e livros a eles dedicados publicados em Portugal, é o tema desta crónica do jornalista Nuno Pacheco, a seguir transcrita do jornal Público, com a devida vénia, conforme a norma ortográfica de 1945 seguida pelo autor.

Sim, é verdade: Portugal não descobriu o Brasil
... Mas criou o Brasil no plano linguístico, cultural e civilizacional

«Portugal não descobriu o Brasil pela simples mas suficiente razão de que o Brasil não existia antes de os portugueses lá terem chegado», escreve neste artigo* o presidente do Movimento Internacional Lusófono (MIL) e professor universitário português, Renato Epifânio — a propósito dos 200 anos de independência do maior país da América Latina e da sua relação com Portugal.  

 

*in jornal Público do dia 13 de agosto de 2022. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945.