Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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A pretexto de dois acontecimentos trágicos em Portugal

Além de «traço feito com material de escrita sobre uma superfície», o substantivo risco quer dizer «probabilidade ou ameaça de perigo» – lembra a jornalista Rita Pimenta, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, do jornal Público de 25/11/2018. a propósito da derrocada de uma pedreira em Borba, no Alentejo, de que resultaram cinco mortes e, dias antes, da morte de uma família em Sabrosa, no Minho.

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A propriedade característica de repetir de novo

Os pleonasmos, considerados por muitos vícios de linguagem, são o ponto de partida deste apontamento de Carla Marques, que mostra como os falantes os incorporam na sua comunicação quotidiana, de forma por vezes inconsciente. 

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Um erro de concordância

O (mau) uso do pronome indefinido pouco – que também pode funcionar como quantifi­cador existencialadjectivosubstantivo – numa sala de aula em Luanda, nesta crónica* do professor e jornalista Edno Pimentel.

*semanário angolano Nova Gazeta, de 22/11/2018

 

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A toponímia espanhola em português

A 30.ª Cimeira Luso-Espanhola, que decorreu na cidade castelhana de Valhadolid, dá o mote para o apontamento que Sara Mourato dedica ao aportuguesamento de alguns topónimos de Espanha.

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O desvio à norma como facto natural

O linguista brasileiro Aldo Bizzocchi explica a diferença entre erro e desvio como termos que relevam de conceções de língua divergentes, para discutir também as noções de norma, inovação, variação e mudança como dimensões da dinâmica social dos idiomas. Texto publicado no blogue do autor Diário de Um Linguista (20/11/2018).

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Uso e preceito

A história de «ponto de vista» segundo Agostinho de Campos, que junta alguns preceitos para o uso desta locução, num texto de 1939, incluído em  Língua e má língua (Livraria Bertrand, 3.ª edição, 1945; mantém-se a grafia original).

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Tomando como motivação o agradecimento que deve aos seus leitores, Marcos Neves conduz-nos numa viagem à evolução da palavra obrigado desde a sua raiz indo-europeia, passando pela palavra latina, até à atualidade. Texto que se transcreve, com a devida vénia, do blogue do autor, Certas Palavras.

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Ortografia em crise

 «Qual a razão de continuarmos a tropeçar diariamente em erros ortográficos? Quais as causas que poderão estar na origem desses erros?» – pergunta e responde neste artigo a professora Sandra Duarte Tavares, transcrito da edição digital da revista Visão do dia 17 de novembro de 2018. 

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O atroz fingimento da espontaneidade

Miguel Esteves Cardoso reflete sobre as palavras que se gastam devido à repetição excessiva. Este uso automático parece condená-las ao esvaziamento e, consequentemente, levar à inexistência de verdadeira comunicação. Crónica publicada no  jornal Público de 20 de novembro de 2018, tendo-se respeitado a grafia segundo a norma ortográfica de 1945.

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A polissemia do adjetivo bom

«Se um estrangeiro nos perguntar à queima-roupa o que quere dizer a palavra «bom», é fácil respondermos-lhe que chamamos «bom» a tudo o que tem bondade, e «bons» às criaturas bondosas. Mas a coisa não é tão simples na língua portuguesa, e igual complicação se encontrará nas outras línguas  com as palavras correspondentes.» Com estas e outras considerações, o escritor, jornalista, pedagogo e político português Agostinho de Campos (1870-1944) evidencia a polissemia do adjetivo bom e comenta o seu uso estilístico, neste trecho extraído de Língua e má língua (Livraria Bertrand, 3.ª edição, 1945; manteve-se a ortografia do original).