Início Português na 1.ª pessoa
Imagem de destaque do artigo

«Aquilo que falamos ou escrevemos diz muito sobre nós. Diz mais sobre nós do que podemos imaginar!» – lembra a autora, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, da revista Visão, do dia 28 de julho de 2017. Nela são apontados 10 erros linguísticos que, do seu ponto de vista, podem manchar a imagem pessoal profissional de quem os cometa.

Imagem de destaque do artigo

«A CPLP tem má imagem e muitos falam em impasse ou mesmo em fracasso. Mas as boas iniciativas são ignoradas quando não são travadas por alguns dos Estados membros que ainda não se convenceram da sua pertinência. [Por exemplo, na cooperação linguística.] (...)»

[artigo da jornalista Nicole Guadiola, publicado na edição impressa da revista África XXI de julho de 2017, que se transcreve a seguir, com a devida vénia.]

 

 

Imagem de destaque do artigo

Reflexão desiludida da autora – docente numa escola de ensino básico e secundário no Alentejo –, a propósito dos resultados dos exames nacionais de Português  do 12.º ano em Portugal e sobre o que ela descreve como «promoção dos  “cábulas”».

[Versão completa do artigo saído no jornal "Público" do dia 19 de julho de 2017]

Imagem de destaque do artigo
Diferenças do vocabulário proposto pelo autor com os critérios de antes e de depois do Acordo Ortográfico

Mais um contributo de D'Silvas Filho sobre  as alterações ao Acordo Ortográfico de 1990, na esteira da proposta da atual direção da Academia das Ciências Lisboa, comparando, neste texto, o que ele próprio propõe no vocabulário que elaborou e se encontra acessível na sua página pessoal. Propósito explícito: uma «moratória da fase de coabitação entre o critério da ortografia da norma de 1945 e o do AO90», no pressuposto de  uma «nova fase mais prolongada de tolerância» na aplicação da atual reforma, «que permitam aos dois critérios se irem adaptando na escrita, até que os falantes façam a sua escolha definitiva.»

Imagem de destaque do artigo

«Está comprovado que o vocabulário médio de um falante do português diminuiu drasticamente ao longo das últimas décadas.Temos cerca de 110 000 palavras dicionarizadas, sem falar nas locuções, e o português básico está reduzido a menos de 1000 vocábulos.»

[crónica de Isabel Rio Novo, transcrita na íntegra, com a devida vénia, do blogue Escritores.online, com data de 23 de junho de 2017. Título da responsabilidade  editorial do Ciberdúvidas.]

Imagem de destaque do artigo

Estada e estadia tem significados distintos e assim o atestam os principais dicionários, brasileiros e portugueses* – embora o seu emprego indistinto tenha diluído a diferença semântica de uma e de outra palavra**. Um uso que em nada legitima essa impropriedade – argumenta neste texto a autora, historiando a etimologia de cada uma delas e as suas abonações mais antigas, dicionarísticas e literárias.

* Por exemplo, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, o Grande Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora, e o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

** Estada ou estadia

Imagem de destaque do artigo

O filósofo Fernando Belo, professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez-nos chegar as seguintes questões acerca dos verbos ser e ir:

«Como é que se explica que estes dois verbos, em português como [...] em castelhano, pelo menos (em italiano não existe ire), tenham esta forma comum em pretéritos e conjuntivos, sendo que ela só existe em latim em esse, e não em ire? O meu interesse é de filósofo: como compreender que um verbo que indica essência e substância tenha tido uma influência sobre um outro que indica movimento? Fascina-me que uma forma verbal correlacione ser e movimento (em grego, o ser – phusis – é sobretudo o dos vivos, que se movem, crescem, etc). É possível explicar o fenómeno linguístico?»

Em resposta, o latinista e tradutor Gonçalo Neves lançou-se numa uma pesquisa etimológica donde resultaram os apontamentos que se seguem sobre este curioso caso histórico de parcial convergência morfológica de dois verbos semanticamente diferentes.

Imagem de destaque do artigo
Sobre o papel histórico da Academia das Ciências de Lisboa em matéria linguística

Apelando à tradição normativa e à tolerância que deve observar-se num processo de mudança ortográfica, D'Silvas Filho avalia o papel que a Academia das Ciências de Lisboa tem tido na história da ortografia do português e, em especial, na aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

Imagem de destaque do artigo
Declaração apresentada pelo autor à Academia das Ciências de Lisboa sobre o Acordo Ortográfico de 1990

«A Academia das Ciências de Lisboa não [deve] tomar uma posição negativa quanto ao processo iniciado com o Acordo Ortográfico de 1990mas, sim, manifestar a sua disponibilidade para continuar a contribuir para a sua consolidação e aperfeiçoamento, levando em conta a complexidade transnacional e transdisciplinar da problemática envolvida», defende o musicólogo e professor catedrático jubillado (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas-Universidade Nova de Lisboa) Mário Vieira de Carvalho na declaração que apresentou à insttiuição de que é sócio correspondente, com data de 23 de maio de 2017. Texto que adiante se transcreve na íntegra, com título da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas.

 

Imagem de destaque do artigo
Uma réplica a João Malaca Casteleiro e Telmo Verdelho.

Reação do investigador e intérprete de conferência Francisco Miguel Valada (in Público, 14/06/2017) às críticas que João Malaca Casteleiro e Telmo Verdelho, membros efetivos da Academia das Ciências de Lisboa, dirigiram à petição Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, em texto publicado no Ciberdúvidas em 4/06/2017.