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Texto em que D´Silvas Filho resume e comenta dois documentos – Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, publicação da Academia, e a "Base IV do AO 90", artigo de Ana Salgado, publicado no Pórtico da Língua – que sistematizam as propostas da Academia das Ciências de Lisboa para a aplicação, em Portugal, do Acordo Ortográfico de 1990.

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João Malaca Casteleirolinguista português, professor catedrático (jubilado) da Faculdade de Letras de Lisboa, membro efetivo da Academia das Ciências de Lisboa (ACL) e coautor do Acordo Ortográfico de 1990, recorda neste artigo o papel desempenhado nos últimos 100 anos pela ACL na concretização de um projeto ortográfico comum a todos os países de língua portuguesa. E, para a sua concretizão, o contributo ativo de filólogos e académicos portugueses e brasileiros. No primeiro caso, por exemplo, Américo da Costa RamalhoLuís Filipe Lindley CintraMaria Helena da Rocha PereiraVitorino NemésioJacinto do Prado CoelhoÁlvaro J. da Costa PimpãoM. de Paiva BoléoA. da Costa Ramalho ou Herculano de Carvalho; e, no segundo, Antenor NascentesJ. Mattoso CâmaraSílvio EliaGladstone Chaves de MeloAntónio Houaiss ou Nélida Piñon.

[Juntam-se, em anexo, a 1.ª e a última página de cópias de cada um dos dois documentos aprovados, e com as respetivas assinaturas, pelos representantes das delegações de Angola, Brasil, Cabo Verde,Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e da Galiza (com o estatuto de observadores), no encontro realizado na Academia das Ciências de Lisboa, no dia 12 de outubro de 1990: “Introdução ao Projeto de Ortografia Unificada da Língua Portuguesa (1990)” e “Projeto de Ortografia Unificada da Língua Portuguesa (1990)”, respetivamente.]

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A propósito da vitória do cantor português Salvador Sobral no festival Eurovisão 2017 – a primeira de um representante de Portugal, cantando no nosso idioma –, pergunta o autor, no artigo que a seguir se transcreve na íntegra, publicado no jornal Público do dia 19 p.p: «(...) Como se vence cantando em português? O que é o mesmo que perguntar, o que nos diz a nós e porque é que também diz a tanta gente que não sabe a língua?»

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Assinalando o lançamento oficial, na capital de Cabo Verde, no dia 12 p.p., da primeira versão do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC) e dos vocabulários nacionais associados, recursos que, desde a referida data, estão disponíveis na plataforma do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, o escritor, jornalista e critico literário brasileiro Sérgio Rodrigues dá conta neste texto da dimensão deste gesto de afirmação da língua portuguesa, no contexto internacional.

[Artigo publicado  no jornal  Folha de S. Paulo do dia 18 de maio de 2017.]
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«O uso do gerúndio não é exclusivo dos brasileiros», recorda a autora neste apontamento, a propósito de um vídeo a circular nas redes sociais, no qual o músico Caetano Veloso manifesta o seu descontentamento (legítimo), por uma jornalista portuguesa que o entrevistou ter trocado o uso que faz da conjugação perifrástica «estamos passando» por «estamos a passar».

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Texto do "Plano de Ação de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projecção da Língua Portuguesa”, anexo à resolução da VI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), levada a cabo em Brasília, em 31 de março de 2010. Neste documento estabelecem-se estratégias várias e linhas de ação para a internacionalização da língua portuguesa.

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O que fazer para escrever bem? A linguista e professora Sandra Duarte Tavares elenca sete etapas de elaboração textual, juntando recomendações práticas para desenvolver a competência e apurar a arte de comunicar por escrito.

[Texto publicado na revista Visão em 11/5/2017.]

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Intenção em vez de intensão, neste erro apontado pelo autor a um rodapé descuidado do canal televisão SIC Notícias.

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Reunir, como verbo transitivo, em vez de reunir-se, conjugado pronominalmente – um persistente erro «de anos a fio» na comunicação social portuguesa. Por desleixo e...

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«A palavra escravatura é uma palavra confusa e, mais do que isso, é propositadamente confusa», sustenta o historiador e escritor João Pedro Marques, em artigo publicado no "Diário de Notícias" de 24 de abril de 2017*, acrescentando de seguida: «A confusão não foi criada pelos que agora a utilizam e se limitam a reproduzir um mau uso herdado, mas pelos que, no século XIX, começaram a usá-la com duplo ou triplo significado.»

[artigo do autor a propósito de reações críticas na imprensa portuguesa às declarações do Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua visita oficial ao Senegal e onde, na ilha de Goréreconheceu a injustiça da escravatura abolida no país em 1761.]