Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Ah, que saudade do <i>a</i>!
Uma preposição desaparecida entre falantes do Brasil

«[No português do Brasil a] preposição a atualmente resiste apenas em locuções petrificadas como «a respeito de», «a propósito», «com vistas a», «a meu ver», «a qualquer preço», «a todo custo»…» Este é um dos aspetos diagnosticados pelo linguista brasileiro Aldo Bizzocchi a respeito da cada vez mais notória ausência da preposição a no português que se fala e escreve no Brasil. Um apontamento deste autor, que o publicou no seu blogue Diário de um Linguista, em 20 de maio de 2020, e que aqui se transcreve com a devida vénia.

As migrações, a escola e a língua
O ensino de português, alavanca do multilinguismo e da multiculturalidade de Portugal

«A escola portuguesa não é perfeita e nunca o será, mas é hoje mais igualitária, inclusiva e apta. E a língua portuguesa vai-se tornando mais forte, porque língua e educação são duas faces da mesma moeda, a do desenvolvimento humano.»

Norma culta brasileira
Normas linguísticas

O linguista brasileiro Carlos Alberto Faraco orienta um minicurso sobre a norma culta brasileira, dividido em cinco aulas – com base no seu livro Norma Culta Brasileira — Desatando Alguns Nós (editora Parábola).

O Tamanho da Língua
Os acordos ortográficos do português

O sexto vídeo da série O Tamanho da Língua da TV Folha de S. Paulo aborda a história dos acordos ortográficos. Jornalistas da Folha de S. Paulo  percorreram Portugal e Moçambique, além de diversas regiões do Brasil, para mostrar a história e a riqueza da língua portuguesa, a sétima mais falada do mundo.

Os restantes vídeos estão disponíveis aqui.

 

Que exame nacional vale uma vida?
Os riscos para a saúde dos professores em tempo de covid-19

O regresso às aulas presenciais do 11.º e 12.º anos do ensino secundário em Portugal (que são os alunos em ano de exame nacional) comporta  riscos para a saúde nesta fase em que a pandemia de covid-19 ainda  se encontra longe de estar controlada – escreve  a professora Lúcia Vaz Pedro, neste artigo publicada no jornal Público do dia 18/05/2019.«[E] á ainda outra situação: há alunos cujos pais não autorizam os filhos a frequentarem a escola. Tudo isso vai gerar uma desigualdade, pois a escola não está obrigada a prestar esse serviço via internet. Não seria pressuposto promover a equidade? (...) E se nos concentrássemos na preparação do próximo ano letivo?» 

Portugal visto do céu
Demografia, dialetologia e história da língua

Conferência virtual do professor universitário Ivo Castro, intitulada «Portugal visto do céu — demografia, dialetologia e história da língua», no Abralin ao vivo. em 14 de maio de 2020. 

Pandemia do coronavírus traz à tona <br> novas palavras e termos
A «nova realidade» plasmada também na língua

Cloroquiners, covidiota, isolamento, novo normallockdown são algumas palavras, termos, neologismos,  estrangeirismos, gifsmemes e gírias emergentes no contexto da pandemia de covid-19,  que mostra que estamos a viver uma transformação também na língua e o pell da das redes sociais... també na  mais  pura desinformação.

Artigo do autor publicado no jornal brasileiro Diário da Região, no dia 14 de maio – transcrito a seguir, com a devida vénia. 

A influência africana na língua portuguesa
no léxico e na pronúncia

«[A]bordarei a seguir um aspeto pouco aflorado e de certo modo ignorado, inclusive, pelos usuários africanos, cada vez mais numerosos, da nossa língua comum: a influência africana na língua portuguesa». É o propósito do escritor angolano João Melo neste texto publicado no Diário de Notícias de 12 de maio de 2010.

O novo normal vem mascarado
Palavras que resistem a dizer a nova realidade covid-19

O novo normal traz palavras para o uso quotidiano e obriga-as a dizer novas realidades. Máscara é uma delas. Mas há palavras que estão ainda a resistir a pertencer a esta nova família de palavras trazida para espaço público com a pandemia que assola o mundo. São elas, como recorda Carla Marquesmascarardesmascarar

Visões sobre a língua portuguesa
Assentes num pespetiva pluricêntrica, e não bicêntrica

«[Não compete apenas apenas ao Brasil e  a Portugal regular e decidir sobre o idioma oficial da CPLP]: o português é efetivamente pertença de todos os que a adotaram, independentemente do continente de onde provêm ou da cor da sua pele», escreve a professora universitária e presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Margarita Correia, na sua primeira crónica semanal no Diário de Notícias, com a data de de 12 de maio de 2020.