Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Um ano em palavras
As pesquisas no dicionário Priberam em 2020

O dicionário Priberam divulgou, no início de 2021, as palavras mais pesquisadas ao longo de 2020, no seu espaço em linha. A professora Carla Marques reflete sobre o significado desta listagem de palavras. 

A subjetividade da metáfora na leitura dos textos
Um recurso bem conhecido mas dado a confusões

«A metáfora, contudo, é mais do que a substituição de um termo pelo outro. Luís Fiorin explica que esta figura de linguagem é um «procedimento discursivo de constituição de sentido» que «não é a substituição de uma palavra por outra, mas outra possibilidade, criada pelo contexto, de leitura de um termo (...).»

Artigo do investigador brasileiro Roberto Lota publicado na página de Facebook Língua e Tradição em 8 de janeiro de 2021. 

«Um aldrabãozinho honesto»
Quando da boca de alguém sai um inesperado oxímoro...

«[...] [N]uma conversa entre amigos, ouvi alguém referir-se a um seu conhecido como «um aldrabãozinho honesto»… Achei este oxímoro um verdadeiro achado.»

[Apontamento do professor João Nogueira da Costa sobre o conceito de oxímoro e publicado na página de Facebook do autor em  26 de novembro de 2018.]

Parabéns, Ciberdúvidas!
24 anos pró-língua portuguesa em toda a sua diversidade geográfica

Um balanço sobre o serviço público, gratuito e universal, prestado pelo Ciberdúvidas da Língua portuguesa, no dia do seu  24.º aniversário do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, pela professora Carla Marques.

Entender (ou não) linguagem figurada
Ironia e literalidade

«A linguagem figurada pode (...) ser muito perigosa. É preciso pensar duas vezes antes de fazer comentários irónicos ou mesmo apenas jocosos, por escrito (...).» Advertência que faz parte de um conjunto de considerações da linguista Margarita Correia sobre a linguagem figurada e, em concreto, sobre a ironia, que requer condições especiais para ser entendida – em crónica publicada no Diário de Notícias em 11 de janeiro de 2021.

 

 

Verbos banidos por <i>revelar</i>
Modismos do discurso jornalístico

«(...) [H]á uma série de verbos que foram banidos dos noticiários das rádios. Já ninguém diz, afirma, indica, aponta, reforça, anuncia ou esclarece. (..) Agora toda a gente “revela”, a propósito de tudo e do seu contrário.»

Excerto do artigo intitulado "O jornalista de bengala" da autoria de José Manuel Barata-Feyo, provedor do leitor do jornal Público, e que este mesmo jornal incluiu na sua edição de 9 de Janeiro de 2021. Mantém-se a ortografia do original transcrito.

Figuras de urso
O risco do ridículo na comunicação social

«É inevitável todos fazermos figuras ridículas de quando em quando. Devemos saber rir-nos disso.»

Artigo de opinião da autoria de Luís Aguiar-Conraria e publicado no jornal Expresso no dia 30 de dezembro de 2020.

A utilização de <i>pode</i> nos títulos jornalísticos
Estilo, incorreções e gralhas nas edições impressa e eletrónica do Público

«O provedor [do jornal Público] tem vindo a receber queixas de leitores sobre a utilização do condicional nos títulos do jornal, e sobre gralhas e erros de português na edição impressa  e no online

Excerto do artigo intitulado "Talvez sim, talvez não" da autoria de José Manuel Barata-Feyo, provedor do leitor do jornal Público.Texto datado de 2 de Janeiro de 2021. Mantém-se a ortografia do original transcrito.

 

«O ensino <i>online</i> melhorou a assiduidade dos alunos às aulas»
Frederico Lourenço sobre a aprendizagem do latim e do grego em tempos de pandemia

«Como demonstrar a um professor universitário, que não sabe uma palavra de latim que o ensino dessa língua que ele desconhece é algo de grande valor?»

Entrevista concedida pelo professor universitário, classicista e tradutor Frederico Lourenço ao jornalista João Céu e Silva, a respeito, entre outros tópicos, da compatibilidade do ensino do latim e do grego com as aulas à distância.

Trabalho publicado no Diário de Notícias de 4 de janeiro de 2021.

 

Estar na Europa hoje
Sobre a presidência portuguesa da União Europeia no 1.º semestre de 2021

«Quem nunca viveu no Portugal "fora da Europa" não pode ter verdadeiramente consciência do que este era e de quão limitados eram os horizontes e as possibilidades dos portugueses comuns» – considera a linguista Margarita Correia a propósito da presidência do Conselho da União Europeia, que Portugal assume no primeiro semestre de 2021, de 1 de janeiro a 30 de junho.

Artigo de opinião  da autora publicado no Diário de Notícias em 4 de janeiro de 2021.