Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Histórias de palavras
Por Marcos Neves

Inspirado na temática do dia dos namorados, Marcos Neves revela ao leitor a origem latina das palavras amor e coração, refletindo ainda sobre a proveniência incerta da palavra desejo. Uma crónica publicada originalmente no blogue Certas Palavras (que aqui se transcreve com a devida vénia).

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Histórias de palavras

Aurélio Moreira parte em busca de palavras perdidas, curiosas ou cuja fonologia ou a semântica sofreram evolução. Na presente crónica, conta a história da evolução dos verbos atazanarrefastelar-se e de nomes como catrafada, corneta ou catrapaço (crónica originalmente publicada no P3, secção do jornal Público, que aqui transcrevemos com a devida vénia).

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Da polissemia de um nome

     As partes do corpo são frequentemente associadas à exploração da polissemia dos sentidos. O nariz não é exceção, como nos mostra Carla Marques, num breve apontamento sobre as expressões em torno de nariz. 

Na imagem, Velho com Menino, de Domenico Ghirlandaio (1449-1494).

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Um modismo piroso e feio

Impactante é uma das palavras da moda. Usada para destacar o cariz positivo de algo que se avalia é a palavra disponível para se dizer bem, muito bem... As outras palavras que poderiam ser usadas voltam a ficar na prateleira. 

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Com três propostas concretas do Provedor do Telespetador para a sua diminuição

Nova intervenção do Provedor do Telespetador da televisão pública portuguesa, Jorge Wemans, no  programa Voz do Cidadão*, sobre os «múltiplos e demasiado frequentes» erros no uso da língua portuguesa nos diversos canais da RTP

* emitido no dia 2 de fevereiro de 2019, com a colaboração da professora Sandra Duarte Tavares.

 

 

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Uma evocação do autor da celebrada frase «O óbvio ululante»

Nelson Rodrigues (1912 – 1980)  –  dos mais talentosos e criativos escritores em língua portuguesa (foi jornalista, romancista, folhetinista, ainda hoje considerado o mais influente dramaturgo do Brasil)  – recordado neste  artigo de Ruy Castro  sobre a sua faceta mais conhecida de cronista de costumes e de futebol. «O sol de derreter catedrais» ( para definir o Rio de Janeiro no verão), «Os jovens têm todos os defeitos dos adultos e mais um − o da inexperiência» e «O óbvio ululante» foram algumas das saborosíssimas frases de toda uma galeria de imagens e expressões ainda hoje celebradas. 

in Diário de Notícias de 2 de fevereiro de 2019

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Alguns lusismos da língua inglesa

São muitos os anglicismos identificáveis no uso do português contemporâneo. Mas quem  imaginaria que a língua inglesa guarda algumas palavras com origem no português? Um texto do professor universitário e tradutor Marco Neves, que o publicou como crónica no portal Sapo 24 e no blogue Certas Palavras em 3/02/2019.

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Uma situação e um erro recorrentes em Angola

Verbos como deter, manter, reter ou entreter, derivados de ter, são muitos vezes conjugados (erradamente) como se fossem verbos regulares da 2.ª conjugação – como acontece no português falado Angola, como aponta o autor, nesta crónica  publicada no semanário Nova Gazeta de 31 de Janeiro.

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Por que método?

Em Portugal, aceita-se frequentemente que a tradicional exposição em aula de conteúdos gramaticais, embora vigore na prática, é contraproducente no desenvolvimento de competências, sendo preferível uma abordagem indutiva. Ana Sousa Martins, coordenadora da Ciberescola da Língua Portuguesa, dá conta de como comparou os dois métodos no texto que segue, lido na rubrica "Cronicando" do programa Páginas de Português, pela Antena 2 transmitido em 27/01/2018 .

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A expressividade no discurso

Confundidas frequentemente com os provérbios populares, as frases feitas caracterizam-se por ter um sentido implícito. Outra particularidade das frases feitas: a facilidade de memorização, têm dicção fácil, facilidade de compreensão e brevidade de palavras. É, o caso, entre outras, de «fossanga», «aguçar o dente», «baralhar e tornar a dar», «bater com o nariz na porta», «dar corda aos sapatos», «é esperto, mas não caça ratos», «encanar a perna à rã», «não andar (muito católico» ou «ser mais papista que o Papa» – como se regista nesta lista disponível no portal brasileiro NCultura, com data de 29 de janeiro de 2019.