Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa
Imagem de destaque do artigo
Sobre a linguagem de género

A chamada linguagem inclusiva e a crítica ao «estereótipo de género» em foco neste artigo sarcástico do autor, transcrito do jornal “Público” de 7 de dezembro de 2018.

Imagem de destaque do artigo

Deverá a norma-padrão resistir à diversidade e à mudança, sem ser posta em causa? Ou a atitude certa é aceitar toda a variação linguística? E se estas atitudes tantas vezes em conflito acabam, afinal, por descurar os problemas sociais que condicionam o uso da língua? Acerca deste tipo de interrogações, o linguista brasileiro Aldo Bizzocchi manifesta a sua posição, num texto publicado no seu blogue Diário de Um Linguista (5/12/2018), do qual se salienta a seguinte frase, a propósito do papel da linguística: «[...] é fato que a diversidade linguística é um prato cheio para os cientistas da linguagem. Mas isso não quer dizer que os linguistas sejam contra a escolarização e o ensino da norma culta nas escolas – ainda que com todas as críticas que nossa gramática normativa merece e tem recebido.»

Imagem de destaque do artigo
Sobre os verbos gastos

Embora os falantes tenham à sua disposição muitas palavras, estes optam frequentemente pelas mesmas palavras, que lhes permitem dizer muito com muito pouco. É o caso do verbo fazer.

Imagem de destaque do artigo
Sobre a mudança de nome do Campo das Cebolas, em Lisboa, para Largo José Saramago

Que sentido e eficácia terão as decisões oficiais de alterar os nomes de ruas, de praças e até de povoações inteiras? A questão volta a ter atualidade na sequência de uma proposta aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa com vista a mudar o nome de parte do popularmente conhecido Campo das Cebolas, que passará a ser denominado Largo José Saramago. A jornalista Ana Fernandes manifesta a sua oposição neste texto saído no Público, em 28/11/2018.

Imagem de destaque do artigo
A polissemia de uma palavra sob o foco mediático

 Os incidentes em França, nos protestos dos chamados "coletes amarelos", e o chumbo de um imposto adicional no parlamento português puseram em destaque o que os dicionários definem o «que arde» e  «que tem a propriedade de se consumir pela combustão».

[crónica da  jornalista Rita Pimenta, no  jornal "Público" do dia 2/12/2018.]

Imagem de destaque do artigo

A confusão entre os termos lasso laço

Imagem de destaque do artigo
A sua história linguística e geológica

António Galopim de Carvalho, professor universitário jubilado português e defensor do património relacionado com os dinossauros, apresenta um apontamento* em torno da palavra mármore, passando em revista a sua etimologia, a evolução das realidades por si designadas, aspetos geológicos relacionados com o calcário. Recorda, ainda, palavras da família de mármore

*texto publicado pelo autor na sua página pessoal do Facebook, a propósito do desabamento de uma pedreira de mármore em Borba, Alentejo.

 

Imagem de destaque do artigo
A pretexto de dois acontecimentos trágicos em Portugal

Além de «traço feito com material de escrita sobre uma superfície», o substantivo risco quer dizer «probabilidade ou ameaça de perigo» – lembra a jornalista Rita Pimenta, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, do jornal Público de 25/11/2018. a propósito da derrocada de uma pedreira em Borba, no Alentejo, de que resultaram cinco mortes e, dias antes, da morte de uma família em Sabrosa, no Minho.

Imagem de destaque do artigo
A propriedade característica de repetir de novo

Os pleonasmos, considerados por muitos vícios de linguagem, são o ponto de partida deste apontamento de Carla Marques, que mostra como os falantes os incorporam na sua comunicação quotidiana, de forma por vezes inconsciente. 

Imagem de destaque do artigo
Um erro de concordância

O (mau) uso do pronome indefinido pouco – que também pode funcionar como quantifi­cador existencialadjectivosubstantivo – numa sala de aula em Luanda, nesta crónica* do professor e jornalista Edno Pimentel.

*semanário angolano Nova Gazeta, de 22/11/2018