Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Tomando como motivação o agradecimento que deve aos seus leitores, Marcos Neves conduz-nos numa viagem à evolução da palavra obrigado desde a sua raiz indo-europeia, passando pela palavra latina, até à atualidade. Texto que se transcreve, com a devida vénia, do  blogue do auto, Certas Palavras.

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Ortografia em crise

 «Qual a razão continuamos a tropeçar diariamente em erros ortográficos? Quais as causas que poderão estar na origem desses erros?» – pergunta e responde neste artigo a professora Sandra Duarte Tavares, transcrito da edição digital da revista Visão do dia 17 de novembro de 2018. 

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O atroz fingimento da espontaneidade

Miguel Esteves Cardoso reflete sobre as palavras que se gastam devido à repetição excessiva. Este uso automático parece condená-las ao esvaziamento e, consequentemente, levar à inexistência de verdadeira comunicação. Crónica publicada no  jornal Público de 20 de novembro de 2018, tendo-se respeitado a grafia segundo a norma ortográfica de 1945.

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A polissemia do adjetivo bom

«Se um estrangeiro nos perguntar à queima-roupa o que quere dizer a palavra «bom», é fácil respondermos-lhe que chamamos «bom» a tudo o que tem bondade, e «bons» às criaturas bondosas. Mas a coisa não é tão simples na língua portuguesa, e igual complicação se encontrará nas outras línguas  com as palavras correspondentes.» Com estas e outras considerações, o escritor, jornalista, pedagogo e político português Agostinho de Campos (1870-1944) evidencia a polissemia do adjetivo bom e comenta o seu uso estilístico, neste trecho extraído de Língua e má língua (Livraria Bertrand, 3.ª edição, 1945; manteve-se a ortografia do original).

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A propósito do falecimento de Steve Ditko, o celebrado coautor do não menos  famoso super-herói Marvel, cujas histórias em quadradinhos/quadrinhos  passaram também para o cinema, uma abordagem ao termo «banda desenhada», nesta crónica  da jornalista Rita Pimenta, transcrita, com a devida vénia, do jornal Público de 18/11/2018.

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«Está maldisposto? Tem a cabeça leve, o estômago em sobressalto? Alguma coisa foi.» Na sua crónica, Miguel Esteves Cardoso guia-nos por entre a utilização  da expressão «alguma coisa foi», mostrando como esta funciona como explicação para os mais diversos acontecimentos. 

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A confusão no uso dos termos mandado (judicial) e mandato (presidencial), de novo à tona…

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Os bordões e a intermitência discursiva

Os bordões linguísticos são frequentes na oralidade. Apoiam o discurso e o orador em momentos de hesitação, reformulação e até esquecimento. Neste apontamento, a professora e linguista Carla Marques mostra como é importante tomar consciência das bengalas linguísticas para que a comunicação possa ser mais eficaz. 

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A lenta evolução das palavras acontece de forma discreta mas efetiva, como nos explica Marcos Neves no seu artigo.Por vezes, é necessário observar a percurso da palavra ao longo de séculos para identificar os processos de erosão, alteração, supressão ou inserção que vão tendo lugar, operados pelos falantes de forma natural e inconsciente. O autor convida-nos a refletir sobre a história das palavras, seguindo de perto a evolução das palavras paifilho, desde o proto-indo-europeu às línguas atuais, no sentido de mapear não só a mudança fonológica como também a semântica (inclusive a mais embaraçosa).

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Em artigo que se transcreve do jornal Público de 9 de novembro de 2018, o seu autor defende o uso do pronome vós, contestando que ele seja  – como o consideram muitos linguistas – «provinciano ou arcaico», face ao uso, cada vez mais generalizado do pronome vocês. «Vós está, de facto, em uso. Certas ilhas neste país, e não falo só das nortenhas, mantêm o uso de vós, quando vós sois dois “tu” e não dois “você”».