Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa
Está bem vivo o Ensino de Português no Estrangeiro
A relação desta estrutura com o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Em 30 de dezembro de 2019, no jornal Público, Santa Castilho, professor do ensino politécnico e especialista em política de educação, dirigiu duras críticas à política seguida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal e, designadamente, pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua para o ensino de Português no estrangeiro (EPE). Rebatendo esta posição em artigo de opinião saído em 27 de janeiro de 2020 também no Público, o jornalista Paulo Prisco, deputado do Partido Socialista pelo círculo da Europa, considera que o EPE está «bem integrado numa lógica coerente que percorre vários graus de ensino, do pré-escolar ao superior, precisamente sob a tutela do Instituto Camões, que é quem tem a experiência mais sólida e competências reconhecidas neste domínio».

Quem deve leccionar Português? Um contributo
Para não o transformar numa disciplina onde vale tudo

Em Portugal, os professores de Francês, Inglês, Alemão e Espanhol vão poder dar aulas de Português no 3.º ciclo e ensino secundário, nos casos em que ainda existam alunos sem aulas nesta disciplina, conforme resolução que a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) tornou pública em 14/01/2020. A Associação de Professores de Português considerou que «à partida, não é uma má decisão», mas entre os atuais docentes da disciplina há vozes discordantes. É o caso de António Carlos Cortez, poeta, crítico literário e professor, que toma posição no artigo de opinião que a seguir se transcreve, publico no jornal Público em 22/01/2020.

Quem sabe ler
A acentuação gráfica e as sílabas tónicas

A anedota publicada por Rui Rio na rede social Twitter e em que pôs os pés pelas mãos no que toca a palavras não acentuadas. Um apontamento do professor João Nogueira da Costa, que o publicou na sua página de Facebook em 19/01/2020.

Os nomes de família em Portugal
Uma breve perspectiva histórica

Estudo publicado por Nuno Gonçalo Monteiro em 2008 sobre a antroponímia portuguesas e as suas alterações desde a monarquia e as grandes mudanças que acompanharam o fim da Idade Média até à viragem do século XX. 

 

 

 

 

 

Vinte e três anos em vinte e três palavras
«Parabéns ao Ciberdúvidas!»

No dia em que o Ciberdúvidas comemora o seu 23.º aniversário, a professora Carla Marques escolheu 23 palavras para demarcar a essência deste projeto, a sua missão e as suas conquistas.

As palavras têm história
A propósito do livro "Assim Nasceu uma Língua", de Fernando Venâncio

Assim Nasceu uma Língua, o recém-pubLicado livro do professor universitário português Fernando Venâncio, abordado neste texto do jornalista José Mário Silva – a seguir transcrito na íntegra, com a devida vénia, da  revista do semanário Expresso, do dia 11 de janeiro de 2020. 

Após
Erros de ortografia do ministro da Educação do Brasil

 Os erros de ortografia do ministro da Educação do Brasil, Abraham Weintraub, até já foram glosados no jornal inglês The Guardian...

«Sem eira nem beira»
As prováveis origens de uma expressão popular

«Não ter eira nem beira» significa «ser muito pobre». Mas que têm as palavras eira e beira que ver com a pobreza? Um apontamento do historiador almadense Alexandre M. Flores dá conta do enquadramento histórico-cultural desta expressão.

A pronúncia de <i>taxidermia</i>
Uma palavra grave, e não esdrúxula

Num concurso televisivo useiro em erros de português, ouviu-se falar em "taxidérmia", como o mesmo que «arte ou profissão de preparar cadáveres de animais, de modo que estes conservem, tanto quanto possível, certas características morfológicas que apresentavam em vida» (dicionário da Infopédia). Esta é a definição de um termo cuja grafia correta é taxidermia.

Sexta-feira negra santa
Lição de filosofia da linguagem de uma operação de marketing

O (não) aportuguesamento do termo Black  Friday nesta  crónica*  do humorista Ricardo Araújo Pereira.

* in revista revista Visão, de  6 de dezembro de 2019