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Sobre a palavra calendário e as suas muitas aceções – «calendário lunar», «calendário solar», «calendário gregoriano», «calendário escolar», «calendário eleitoral», «calendário desportivo»... –, nesta crónica da jornalista Rita Pimenta, no jornal Público de 17/09/2017.

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«Eu tinha acabado de assumir o consultório gramatical do finado Jornal do Brasil, em 2002 – conta o escritor, jornalista e crítico literário brasileiro Sérgio Rodrigues, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, do jornal Folha de S. Paulo, de 7/09/2017 –, quando Millôr Fernandes me lançou de sua coluna vizinha esta casca de banana: «Existe mesmo a tal em português do Brasil, ou é apenas uma macaquice do português de Portugal?»

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Se os revisores fizessem ainda parte essencial da vida das editoras em Portugal, dificilmente  aconteceria a publicação de um título com a falta da vírgula antes do vocativo.

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Numa só legenda não um, nem dois, nem três, mas… quatro erros, quatro, é obra!...

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Check in e check outDuty free, handling, hub, jet-lag ou stopover são alguns dos 11 termos e expressões em inglês mais recorrentes na terminologia das viagens aéreas, tanto em Portugal como em Espanha, nestes tempos de crescimento exponencial de turistas estrangeiros e dos dois países ibéricos. A verdade é que qualquer desses anglicismos tem equivalência no português e no castelhano.

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Princípio básico: «Cada um de nós tem uma maneira única de escrever»

«Rui Sousa-Silva, professor auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi o primeiro linguista forense [em Portugal] com luz verde para analisar casos em investigação pelo Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República (PGR). Pediu para colaborar com a instituição, no âmbito de um estudo que estava a desenvolver. E a PGR aceitou. Até que ponto podia esta disciplina ser valiosa? (...)»

* título e subtítulos da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas, extraídos do artigo “Linguística forense: ‘Cada um de nós tem uma maneira única de escrever’”, publicado no jornal “Público” de 31/07/2017, que a seguir se se transcreve na íntegra, com a devida vénia.  Texto escrito conforme a norma seguida por este diário português, anterior ao Acordo Ortográfico.

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«Aquilo que falamos ou escrevemos diz muito sobre nós. Diz mais sobre nós do que podemos imaginar!» – lembra a autora, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, da revista Visão, do dia 28 de julho de 2017. Nela são apontados 10 erros linguísticos que, do seu ponto de vista, podem manchar a imagem pessoal profissional de quem os cometa.

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«A CPLP tem má imagem e muitos falam em impasse ou mesmo em fracasso. Mas as boas iniciativas são ignoradas quando não são travadas por alguns dos Estados membros que ainda não se convenceram da sua pertinência. [Por exemplo, na cooperação linguística.] (...)»

[artigo da jornalista Nicole Guadiola, publicado na edição impressa da revista África XXI de julho de 2017, que se transcreve a seguir, com a devida vénia.]

 

 

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Reflexão desiludida da autora – docente numa escola de ensino básico e secundário no Alentejo –, a propósito dos resultados dos exames nacionais de Português  do 12.º ano em Portugal e sobre o que ela descreve como «promoção dos  “cábulas”».

[Versão completa do artigo saído no jornal "Público" do dia 19 de julho de 2017]

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Diferenças do vocabulário proposto pelo autor com os critérios de antes e de depois do Acordo Ortográfico

Mais um contributo de D'Silvas Filho sobre  as alterações ao Acordo Ortográfico de 1990, na esteira da proposta da atual direção da Academia das Ciências Lisboa, comparando, neste texto, o que ele próprio propõe no vocabulário que elaborou e se encontra acessível na sua página pessoal. Propósito explícito: uma «moratória da fase de coabitação entre o critério da ortografia da norma de 1945 e o do AO90», no pressuposto de  uma «nova fase mais prolongada de tolerância» na aplicação da atual reforma, «que permitam aos dois critérios se irem adaptando na escrita, até que os falantes façam a sua escolha definitiva.»