Português na 1.ª pessoa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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O PPPLE e a formação de professores de Português
Materiais e recursos didáticos digitais para o ensino de Português

«Em seus oito anos de funcionamento,  o PPPLE [Portal do Professor de Português Língua Estrangeira/Língua Não Materna] fortaleceu-se como um relevante instrumento de política linguística dos Estados membros da CPLP, não apenas pelo seu caráter inovador e por sua grande capacidade de atingir um grande público, mas também porque tem sido um ambiente que favorece o diálogo, o intercâmbio e o fornecimento de insumos para a formação de professores de português (LE/LNM).»

Crónica escrita e lida pela linguista  Edeleise Mendes (Universidade Federal da Bahia) para a emissão de 18 de abril de 2021 do programa  de rádio Páginas de Português (Antena 2) .

 

Livro sinaliza ensino da língua portuguesa no vasto Canadá
Um estudo sobre os estudantes de Português em contextos canadianos

«Considerando que o português no Canadá é ensinado e aprendido num contexto de língua minoritária as "competências plurilingues e interculturais" dos professores e dos alunos "são frequentemente mais deixadas sem reconhecimento e inexploradas"» apesar da sala de aulas de português ser "muito rica de uma natureza multilingue e multicultural".» É com base neste pressuposto que os professores Inês Cardoso e Vander Tavares lançaram um livro, intitulado em inglês Teaching and Learning Portuguese in Canada («Ensinar e Aprender Português no Canadá»), à volta do qual se centra o texto que a seguir se transcreve e que foi publicado no  portal Notícias ao Minuto em 4 de abril de 2021. 

O Rt e a incidência
O léxico científico na comunicação quotidiana

A linguagem científica entrou no léxico quotidiano e obrigou os falantes a refletirem sobre áreas que envolvem conhecimentos por vezes complexos. É o caso dos termos Rt e incidência, que motivam a crónica da professora Carla Marques no programa Páginas de Português do dia 11 de abril, na Antena 2.

Qual é a origem da palavra <i>café</i>?
A bebida que foi própria de místicos

«Ao acordar com uma forte vontade de beber café, lembrei-me de ir pesquisar a origem da palavra. Foi uma viagem e tanto.»

Crónica do tradutor e professor universitário Marco Neves incluída no portal SAPO24 e no blogue Certas Palavras em 28 de fevereiro de 2021. Mantém-se a ortografia de 1945, que é a seguida no original.

A poesia e a música da nossa Língua
O poema como canto e vida

«A nossa língua tem, desde o seu início, uma vocação musical» – escreve a professora e escritora Ana Albuquerque, lembrando «os poetas dos princípios dos nossos tempos», como D. Dinis, nos seus cantares de amigo, e «todos os músicos da palavra, de ontem e de hoje.»

Artigo publicado no jornal digital Viseu Now, em 7 de abril de 2021

Da prole de <i>littĕra</i>, ou de como o léxico <br>se vai adaptando às necessidades
O termo literacia

«Literacia, de origem anglófona, terá sido cunhado no português europeu na década de 1990, no relatório Literacia em Portugal: Resultados de uma pesquisa extensiva e monográfica, no qual se define o termo como capacidade de processamento de informação escrita, na vida quotidiana (social, profissional, pessoal), através da leitura, escrita e cálculo.» Mas como designar uma pessoa que possui literacia, em Portugal? Numa viagem à volta das designações em outras línguas, é esta a pergunta a que a linguista Margarita Correia pretende dar resposta, num artigo publicado no Diário de Notícias em 5 de abril de 2021, aqui transcrito com a devida vénia.

Voltamos à escola agarrados à primavera
O regresso do 2.º e 3.º ciclos ao ensino presencial em Portugal

«Agarremo-nos à primavera, mesmo que seja com medo, e pensemos que, tal como “Roma não se construiu num dia”, também não poderemos desejar recuperar aprendizagens com receitas-relâmpago» – avisa a professora Lúcia Vaz Pedro nesta reflexão incluída na edição digital do jornal Público em 5 de abril de 2021, data do regresso à atividade presencial dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico em Portugal, no contexto do plano de desconfinamento.

Fonte da imagem: "Covid-19: ensino privado também quer testes rápidos como no público",  TVI24, 07/03/2021.

 

O racismo em <i>Os Maias</i> de Eça de Queirós
Proposta pedagógica de investigadora luso-cabo-verdiana gera polémica

Em 18 de fevereiro de 2021, a investigadora luso-cabo-verdiana Vanusa Vera-Cruz Lima, doutoranda da universidade americana de Massachussetts Dartmouth, identificou passagens racistas em Os Maias, de Eça Queirós, e defendeu a necessidade de as edições escolares as assinalarem em notas pedagógicas. Semanas mais tarde, uma notícia sobre o assunto desencadeava alguma polémica em Portugal.

Sobre  a notícia dada pela agência Lusa  da palestra de Vanusa Vera-Cruz Lima, o jornalista Luís Miguel Queirós assinou no jornal Público do dia 3 de abril de 2021 um trabalho com a opinião de quatro especialistas portugueses em estudos literários e na obra queirosiana. 

Vide, ainda, o artigo de opinião Eça de Queiroz, "Os Maias" e uma pergunta sobre racismo, da autoria de Carlos Maria Bobone, no jornal digital Observador de 21 de fevereiro de 2021.

 

Discutir o racismo n’<i>Os Maias</i> é ensino responsável  <br>ou ameaça à autonomia da literatura?
A resposta de quatro especialistas da obra queirosiana

Os reparos da investigadora  luso-cabo-verdiana Vanusa Vera-Cruz Lima, da universidade americana de Massachussetts Dartmouth,  sobre passagens  de teor racista do conhecido romance de Eça de Queirós Os Maias – o que, na sua opinião, justificavam uma nota pedagógica nas edições escolares do romance [texto aqui] – comentados por quatro  especialistas em literatura e no ensino da obra-prima queirosiana: Abel Barros BaptistaIsabela FigueiredoRaquel Ribeiro e Victor Mendes*. Vide, ainda, o artigo de opinião Eça de Queiroz, "Os Maias" e uma pergunta sobre racismo, da autoria de Carlos Maria Bobone, no jornal digital Observador de 21 de fevereiro de 2021.

Trabalho assinado pelo jornalista Luís  Miguel Queirós,  incluído no jornal Público em 3 de abril de 2021, a seguir transcrito. Texto escrito conforme a norma ortográfica de 1945.

O português a saque
O escrever mal e o falar pior nos media portugueses

« [U]ma novilíngua orwelliana parece querer substituir o português. É uma mistura de chavões, tiques de linguagem, modismos e palavras contrabandeadas do inglês aprendido à pressa.» Um diagnóstico do jornalista Rui Cardoso relativamente à qualidade linguística da oralidade e da escrita em ambiente universitário ou na comunicação jornalística. Artigo publicado na "Revista E" do semanário Expresso em 1 de abril de 2021.