Li num dicionário acerca da definição de antecedente o seguinte:
«termo a que se refere o pronome relativo.»
Esta definição está completa? Não se deveria incluir os pronomes pessoais?
Ex.: «Nos debates televisivos falou-se de muitos assuntos. Eles foram pertinentes para o meu conhecimento.
Obrigado.
Qual frase está correta ou ambas estão?
«Ganhei como prêmio um cheque de um mil reais.»
«Ganhei como prêmio um cheque de mil reais.»
Aprendi que o pronome quem concorda com a terceira pessoa do singular.
Por que então há exceções?
Exemplo 1: «Quem são vocês?»
Exemplo 2: «Foram eles quem fizeram essa bagunça?»
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Na frase «Todos concordaram com o que você fez ontem», como classificar a oração «com o que você fez ontem»?
Julgo que será subordinada substantiva relativa, mas estou com dúvidas.
Não logrei encontrar a expressão “barba-cara” (com ou sem hífen) em nenhum dicionário.
Contudo, a expressão aparece, no sentido de «com desfaçatez», em diversas passagens de livros e artigos. Porém, todos os textos que pude encontrar, incluindo esta expressão, são cabo-verdianos, pelo que gostaria de perguntar se tem, efetivamente, origem cabo-verdiana ou se a posso utilizar numa tradução para português europeu, nestes moldes:
«Estás a dizer isso na minha barba cara?», i.e., «tens o descaramento de me dizeres isso»?
«Tanto... quanto» é locução conjuntiva comparativa quando essas palavras ligam orações ou elementos de mesma função sintática, funcionando como elementos coesivos. Porém, as duas palavras também estão inclusas nas classes morfológicas de pronomes indefinidos e de advérbios de intensidade.
1. Como locução conjuntiva, a expressão é sempre invariável ou há casos em que pode flexionar de acordo com o substantivo?
Por exemplo, todas as seguintes frases estão corretas e empregam esse tipo de conectivo?
«Tanto cães quanto gatos são amáveis.»
«Tanto Joana quanto Bia estavam lá.»
«Pegou tantos docinhos quantos pôde.» [Conjunção, pronome ou ambos?]
«Olha, eu estou assistindo tanto quanto você.» [Conjunção, advérbio ou ambos?]
O que me leva à segunda pergunta:
2. Esse conectivo é derivado dos pronomes e advérbios ou têm algo de essencialmente diferente, que o constitui como conjunção?
Obrigada.
«Percebi nessa frase que a dignidade não está naquilo que temos, mas na forma como fazemos aquilo que nos cabe.»
Quais os valores aspetuais configurados pelas formas verbais presentes na frase?
Eu creio que serão perfetivo («percebi») e genérico (para as restantes formas verbais).
Todavia, há quem considere imperfetivo e eu não entendo por que razão pode ser imperfetivo.
Obrigada.
Antes de mais, parabéns pelo vosso excelente trabalho. Recorro frequentemente ao Ciberdúvidas desde há muitos anos e fico sempre esclarecido.
Quanto à pergunta que me levou a contactar-vos: à luz do Acordo Ortográfico de 1990, o termo "cabeça-de-cartaz" redige-se com ou sem hífens?
Já vi diversas fontes defenderem que os hífens se mantêm, enquanto outras defendem o contrário. Ou seja, não consigo chegar a uma conclusão.
Podem esclarecer-me?
Obrigado e bom trabalho.
Qual a origem da palavra princípio?
Das estruturas abaixo, em relação às formas verbais, qual é a correta?
«Era seca» ou «era secada»?
«A roupa era seca ao sol.»
«A roupa era secada ao sol.»
Obrigada.
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