DÚVIDAS

Andre[é]ia, Le[é]ia, Correia
Numa resposta a outra consulta, foi dito que Rebelo Gonçalves considerava as formas "Andrea" e "Lea" impróprias, devendo-se escrever Andréia e Léia (acentuadas aqui conforme a pronúncia brasileira, já que soam como "idéia" e "platéia", e não como "aldeia"). Há duas perguntas sobre tema semelhante que gostaria então de fazer: 1. O sobrenome Correa, imagino, também então não se justifica a não ser como manutenção de uma forma antiga, sendo que a forma moderna deveria ser Correia, está correto? E estaria então certo afirmar que o acento que muitos utilizam ("Corrêa") também não se justifica segundo as normas ortográficas atuais? Dessa forma, nem "Correa" (com e fechado) nem "Andrea" (com e aberto) seriam acentuados. 2. No Brasil são muito comuns os apelidos (no sentido brasileiro de «apodo», «cognome», não de «sobrenome») Teo para Teodoro, Leo para Leonardo, etc. A pronúncia desses apelidos tem o ditongo /éu/, como em céu, e por isso é muito comum vê-los escritos com acento agudo ("Téo", "Léo", etc.). Essa acentuação gráfica, contudo, também não se justifica pelas regras ortográficas atuais, ou estou enganado? Desculpem-me pela longa (e talvez um pouco confusa) mensagem, e obrigado desde já pela atenção.
A forma por extenso de valores com decimais
Como devo escrever por extenso 2,34567? Existem concursos que admitem cêntimos até à quinta casa, e isso diferencia a escolha. A dúvida consiste em haver concursos em que os valores unitários apresentados vão até à quinta casa decimal e é necessário apresentar o valor do IVA por extenso, e tenho tido dificuldade em escrever o valor do IVA quando o valor de que estou a partir é pequeno. Ex.: um produto que custa por ex € 2,34567; este valor, mais o IVA a 5%, a 12% ou a 21%, tem de ser escrito em extenso!
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