A origem da expressão «ir ao Baeta»
De onde vem a expressão, que até agora só ouvi em Lisboa, «ir ao baeta», enquanto sinónimo de «ir ao barbeiro»?
Obrigado.
As orações consecutivas e os constituintes que modificam
Numa pergunta colocada em 2012, analisava-se a relação entre as orações subordinadas adverbiais e a função sintática de modificador (da frase ou do grupo verbal). No entanto, não há referência às orações consecutivas. Na vossa opinião, este tipo de oração corresponde a outra função sintática?
A regência verbal de advertir
Peço o favor de me informarem qual a expressão correcta:
– «advertir (alguém) que»;
– «advertir (alguém) de que».
Agradeço a atenção, e congratulo o Ciberdúvidas pelo seu precioso contributo para a língua portuguesa e seus falantes.
Código verbal e não-verbal
Outro dia, em sala de aula, deparei-me com uma dúvida: os números, símbolos(@ -arroba), são códigos verbais ou não-verbais?
Como explicar o que realmente é não-verbal?
Exprimir/expressar
Os verbos exprimir e expressar são sinónimos? Caso contrário poder-me-iam explicar a diferença de uso?
Obrigada.
Campos lexical e semântico
Agradecia a clarificação dos conceitos associados aos campos lexical e semântico, porquanto têm vindo a suscitar polémica entre os professores da escola. Estes já transmitiram conceitos diferentes aos alunos, corroborados pelas gramáticas até agora à disposição.
Papéis, papeis
Embora já tenha lido as vossas respostas a esta questão, fiquei ainda com dúvidas.
Por que razão não se acentua a 2.ª pessoa do plural no futuro? Se escrevemos anéis, fiéis e papéis, não deveríamos escrever seréis?
Qual é a diferença nos ditongos? Parecem-me iguais...
A relação entre anal e anais
Há uns meses que me deparei com uma dúvida, que já tentei resolver por mim... mas tenho de recorrer a quem sabe.
Qual a relação entre a palavra anal (referência anatómica) e anais (resumo, compilação de informação)?
Muito obrigado (mais uma vez, visto não ser a primeira vez que recorro a vós!)
Continuação de bom trabalho.
Porta-a-porta/porta a porta,
casa-a-casa/casa a casa,
dia-a-dia/dia a dia
casa-a-casa/casa a casa,
dia-a-dia/dia a dia
Diz-se «porta a porta» ou porta-a-porta? «Casa a casa» ou casa-a-casa? É como dia-a-dia? Quais as regras a aplicar?
Obrigada pela atenção dispensada.
Pretérito perfeito composto do conjuntivo em orações
Na resposta de J.N.H. a Jara Rios de 21/10/99, J.N.H. nos deu exemplos do pretérito perfeito e do pretérito imperfeito do conjuntivo em orações subordinadas substantivas. Entendo que não há pretérito perfeito simples para o conjuntivo em português e portanto o pretérito perfeito composto tem o valor "perfectivo" que corresponde ao pretérito perfeito simples no indicativo. A minha dúvida é sobre as seguintes orações em pares com contraste pretérito imperfeito x pretérito perfeito composto. Será que todas são aceitáveis? Se não, qual é o erro nelas?
a. Maria não dizia que os amigos comessem na casa dela.b. Maria não dizia que os amigos tenham comido na casa dela.
a. Eu não achei que José bebesse todo o vinho da garrafa.b. Eu não achei que José tenha bebido todo o vinho da garrafa.
a. Ciones lastimava que tivesse fome no mundo.b. Ciones lastimava que tenha tido fome no mundo.
a. Nós tínhamos ficado tristes que eles roubassem o banco.b. Nós tínhamos ficado tristes que eles tenham roubado o banco.
a. Ele gostaria que jogássemos carta com os rapazes.b. Ele gostaria que tenhamos jogado carta com os rapazes.
a. Ele teria gostado que jogássemos carta com os rapazes.b. Ele teria gostado que tenhamos jogado carta com os rapazes.
