DÚVIDAS

Pretérito perfeito composto do conjuntivo em orações
Na resposta de J.N.H. a Jara Rios de 21/10/99, J.N.H. nos deu exemplos do pretérito perfeito e do pretérito imperfeito do conjuntivo em orações subordinadas substantivas. Entendo que não há pretérito perfeito simples para o conjuntivo em português e portanto o pretérito perfeito composto tem o valor "perfectivo" que corresponde ao pretérito perfeito simples no indicativo. A minha dúvida é sobre as seguintes orações em pares com contraste pretérito imperfeito x pretérito perfeito composto. Será que todas são aceitáveis? Se não, qual é o erro nelas? a. Maria não dizia que os amigos comessem na casa dela.b. Maria não dizia que os amigos tenham comido na casa dela. a. Eu não achei que José bebesse todo o vinho da garrafa.b. Eu não achei que José tenha bebido todo o vinho da garrafa. a. Ciones lastimava que tivesse fome no mundo.b. Ciones lastimava que tenha tido fome no mundo. a. Nós tínhamos ficado tristes que eles roubassem o banco.b. Nós tínhamos ficado tristes que eles tenham roubado o banco. a. Ele gostaria que jogássemos carta com os rapazes.b. Ele gostaria que tenhamos jogado carta com os rapazes. a. Ele teria gostado que jogássemos carta com os rapazes.b. Ele teria gostado que tenhamos jogado carta com os rapazes.
O acento tónico de Débora e Deborah
Gostaria de saber se o nome próprio Deborah, que sei que é de origem hebraica e que assume na língua portuguesa a forma Débora, é acentuado. A forma portuguesa, como é cediço, é uma palavra proparoxítona e, portanto, recebe acento agudo; entretanto, a forma estrangeira, adotada por muitos pais ao registrarem seus filhos, também segue a mesma regra, ou não? Agradecerei muito se puderem me ajudar.
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