DÚVIDAS

Sobre a expressão «todo e qualquer»
Gostaria de saber qual é o significado da expressão «todo e qualquer». Eu procurei em vários dicionários, como o Houaiss, o Aurélio, e o melhor que encontrei foi que todo pode significar «qualquer», e vice-versa. Em vista disso, a expressão «todo e qualquer» não é redundante? Devo destacar que encontrei a expressão «todo e qualquer» em vários textos e livros sobre gramática e redação. Grato pela disponibilidade.
A grafia de «diabetes mellitus» e do elemento insulino-
Relativamente à patologia diabetes mellitus: 1. Escreve-se com letra minúscula, ou maiúscula? Exemplos: «Diabetes mellitus» ou «diabetes mellitus»? 2. Deve escrever-se a expressão em itálico? 3. E quando se caracteriza melhor a patologia, como se escreve: «diabetes mellitus insulino-tratada», ou «diabetes mellitus insulinotratada»? E: «diabetes mellitus não-insulinotratada», ou «diabetes mellitus não insulinotratada»?
O plural de decreto-lei, de novo
Assisti a um programa Cuidado com a Língua em que se esclarecia que, em palavras compostas, o plural era realizado apenas na primeira palavra.No entanto, encontrei a palavra composta decreto-lei, em que tenho dúvidas como construir o seu plural.Pensava que seria decretos-lei, como indicado no programa e penso que o mais correcto. No entanto, encontro nos próprios Diários da República oficiais a designação de decretos-leis, como assinalado em anexo.Qual é a forma correcta?Agradecia o esclarecimento.
«Temos muito a/que/para aprender com os mais velhos»
Deve dizer-se, rigorosamente: a) «Temos muito a aprender com os mais velhos»; b) «Temos muito que (e não «de», com sentido de obrigação) aprender com os mais velhos»; ou c) «Temos muito para aprender com os mais velhos»? As formas que me parecem mais correctas são a b) e c); no entanto, ouço dizer muitas a vezes como em a). Para outras formas verbais, como, por exemplo, «fazer», é igual? Desde já, muito obrigado.
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