As onomatopeias para «uma pedra a cair num charco» e «o som do vento»
Gostaria de saber quais as onomatopeias usadas para imitar
1) uma pedra a cair num charco
e
2) o som do vento.
Muito obrigada.
A locução «apesar de» e as orações subordinadas concessivas
Gostaria de saber se a locução prepositiva «apesar de» pode introduzir uma oração subordinada concessiva.
Um/uma: artigo, pronome indefinido e numeral
Antes de mais, quero informar que estive a consultar as duas respostas já existentes sobre este tema. Não me senti completamente esclarecida e gostava de colocar a questão com alguns contextos específicos:
– Uma quinta parte dos portugueses... – Um terço dos portugueses... – Um dos portugueses... – Um em cada vinte portugueses...
Parece-me que no último caso é claro que se pretende indicar uma determinada quantidade – assim será numeral. Ou... será um pronome demonstrativo e não um cardinal? Inicialmente nos outros dois casos parecia-me não haver dúvidas de que seriam numerais. Mais tarde surgiu-me a dúvida: afinal seriam numerais ou artigos indefinidos? Quanto ao terceiro caso, só o coloquei para explicar que aqui não tenho qualquer dúvida em o considerar um pronome demonstrativo. Esta questão é fundamental na minha actividade profissional (biblioteconomia e documentação) uma vez que na elaboração de catálogos os artigos (definidos ou indefinidos) devem ser ignorados para ordenação alfabética.
Fico muito agradecida.
Ladravaz e ladravão
O aumentativo de ladrão, ladravaz, faz referência à forma corpórea do ladrão, ou seja, seria um ladrão grande fisicamente falando; ou faz referência a conduta criminosa, ou seja, um ladrão que pratica, de modo perito, muitos roubos? Ou ambas definições estão corretas?
Desde já, cordialmente agradeço.
As formas de tratamento vós e vocês e os possessivos
Gostaria de conhecer a vossa opinião sobre a correcção das três construções frásicas abaixo indicadas: 1 – «Marcai em função das vossas disponibilidades.» 2 – «Marquem em função das vossas disponibilidades.» 3 – «Marquem em função das suas disponibilidades.»
Concordância verbal com infinitivos com a função de sujeito
Consultando as regras de concordância, eu me deparei com a possibilidade de, em algumas construções frasais, duas regras diferentes concorrerem.
Por exemplo, existe (1) a regra de concordância quando os núcleos do sujeito são formados por verbos no infinitivo e (2) a regra de concordância quando os núcleos do sujeito composto são ligados por ou. Exemplo: «Escovar os dentes com a torneira aberta ou tomar banho demorado GASTA(M) muita água.»
Afinal, nessa frase, (1) segue-se a regra de concordância do sujeito com verbos no infinitivo, a saber: o verbo deve ficar obrigatoriamente na 3.ª pessoa do singular (gasta), ou (2) segue-se a regra de concordância dos núcleos do sujeito composto ligados pela conjunção ou com valor aditivo, o que levaria o verbo gastar ao plural (gastam)? Em outras palavras, qual das duas regras devemos seguir e qual frase está certa: 1) «Escovar os dentes com a torneira aberta ou tomar banho demorado GASTA muita água», ou 2) «Escovar os dentes com a torneira aberta ou tomar banho demorado GASTAM muita água»?
A divisão silábica de superfície
A minha dúvida prende-se com a divisão silábica da palavra superfície. Da pesquisa que fiz pré-acordo, não posso separar um hiato, onde a sílaba final é átona, neste caso o -cie. Mas e depois do acordo? Algo mudou?
Muito grato!
Radical, base e palavra simples no ensino em Portugal
Estamos a programar o próximo ano letivo e eu e as minhas colegas deparámo-nos com a seguinte dúvida: como explicar a alunos de 5.º ano a noção de radical/forma de base/palavra simples? Será necessário abordar todos estes conceitos?
Muito obrigada pelos possíveis esclarecimentos prestados.
Tecnocientífico
Gostaria de saber se há hífen na palavra "tecno-científico".
Muito obrigada!
«Fiambre da perna extra»
Será que este porco tinha uma perna a mais, a extra, de onde se tirou o fiambre? Será alguma raça de porcos que eu não conheço? Serão porcos transgénicos? Recentemente passou na televisão um anúncio sobre este tipo de fiambre em que explicavam os cuidados extra que tinham com a produção deste fiambre, obtendo-se assim um produto de qualidade superior a que chamaram «fiambre extra». Fiquei muito mais descansada por saber que extra era a qualidade do fiambre e não a perna do porco, porque, da forma como é dito, imagens de porcos com cinco pernas surgem imediatamente na minha imaginação… e não são imagens bonitas! Qual é então a forma correcta: «fiambre da perna extra», ou «fiambre extra da perna»?
