«Falar aos alunos» = objeto/complemento indireto
Na frase «Falaram aos alunos», «aos alunos» tem a função de complemento indireto, ou oblíquo? Já vi as duas versões.
Questões sobre o acordo ortográfico
Saudações, Sr. Silvas Filho,Mando-lhe um e-mail porque creio que pode colaborar com minha reportagem. Trata de questões relativas ao acordo ortográfico. Por favor, responda (é-nos importante ter a visão de alguém de Portugal).1 — Parece haver uma confusão, pelo menos da parte da discussão brasileira, entre as noções de acordo ortográfico e de mudança ortográfica, como se apenas um país estivesse alterando a ortografia. Há falta de esclarecimento na proposta do acordo? Porquê? Essa questão foi levantada em Portugal?2 — Pode considerar um pouco os argumentos pró-acordo (fortalecimento do português como língua internacional, abertura do mercado editorial, criação de uma unidade mais forte entre os signatários do acordo, etc.) e antiacordo (obsolescência súbita de livros, conseqüências nas pronúncias ao longo prazo, condição desleal de concorrência editorial, pasteurização da escrita, etc.).3 — Fala-se muito em sentido político-econômico (ou politicoeconómico...) do acordo, pelo que li em muitos sites de Portugal, principalmente como um favorecimento ao Brasil. Como vê essa questão?4 — Li um texto de José Eduardo Agualusa, às vezes parece que nas discussões acadêmicas se esquece os países africanos. Como vê isso?5 — Tem mais alguma consideração a fazer?Agradeço desde já.
Ortoptista
Gostaria de saber como se escreve: "ortóptista" ou "ortoptista" e porquê, por favor?
Textos caóticos / textos labirínticos
Tenho 19 anos e sou estudante de Direito em São Paulo, Brasil, e não consigo encontrar alguns tópicos de Língua Portuguesa para realizar um trabalho para Linguagem Jurídica. São eles: textos caóticos e textos labirínticos. Ficaria agradecida, se pudessem me orientar. Obrigada.
O uso de um como artigo indefinido e numeral
«“Um” tribunal decide a pena.» É artigo ou numeral?
Os antónimos de contestar, convergir e adoecer
Qual o antónimo de contestar, convergir e adoecer? Desde já agradeço a atenção dispensada.
Obrigada.
Origem do se impessoal
Diz o Cíber em 01/10/2008
«... numa frase como: "Ele disse muitas asneiras, o que não convém que se saiba", "o que" desempenha na frase a função de objecto directo do verbo saber...»
«... o constituinte objecto directo é composto pelo pronome que e pelo determinante o que o acompanha.»
Nuno Carvalho :: 01/10/2008
Digo eu:
— Trata-se do sujeito da oração completiva ou integrante que se saiba, uma vez que estamos perante uma passiva de se (partícula apassivante).
Comentário:
Reconheço que alguns analistas falam dum se indefinido — e talvez, nalgumas situações, se possa vislumbrar vaga hipótese da existência de tal categoria. Mas... não neste caso.
Se fosse professor de Latim, aquele colega consultor teria de sancionar como errado o caso acusativo (complemento directo) e validar, exclusivamente, o nominativo, que é o caso do sujeito.
«Andar em bando»
Qual é o correto: «andar em bando» ou «andar aos bandos»?
A tradução de "testing"
Embora não apareça no dicionário, será que choca traduzir a palavra inglesa testing por "testagem" ou ensaiamento (que consta do dicionário), em vez de «realização de testes» ou «realização de ensaios»? Pergunto isto, porque tenho sempre receio de utilizar estas palavras tão pouco correntes.
A análise sintática da frase «É difícil ver ou prever
que todos veem menos programas generalistas»
que todos veem menos programas generalistas»
Na frase «É difícil ver ou prever que todos veem menos programas generalistas», temos quantas orações subordinadas? Como classificá-la ou classificá-las? Qual a sua função sintática?
