Centenas de milhares
No glossário está referido que só deve escrever-se «centenas de milhares», no entanto, creio que (de acordo com o que a minha professora da primária há muitos anos me transmitiu), por exemplo, em 100 000, o algarismo 1 é o algarismo das «centenas de milhar». Estarei errada?
Ambos
Sou estudante do 10º ano do ensino secundário e gostaria de saber se a palavra "ambos" se pode aplicar a mais do que duas pessoas, como por exemplo: "ambos os três", etc.
Os subtipos de sujeito nulo
[A minha dúvida] diz respeito às subclasses do sujeito nulo.
O pronome pessoal ele(a), quando ausente, representa um sujeito nulo indeterminado, ou nulo subentendido?
E quando o verbo é defetivo unipessoal (ex.: «Miou a noite toda»), de que tipo de sujeito se trata?
Regência nominal
Gostaria que vocês me confirmassem se a regência destes nomes abaixo está correta; e, se possível, acrescentassem alguma outra preposição, que não esteja no contexto, e que também poderia ser utilizada para regê-los. Obrigado e aguardo retorno. habituado a, em apaixonado de, por compreensível a, para confiança em engajado a acessível a, ara intransigente em empenho de, em, por inclinação a, por, para invasão a semelhante a, de dissemelhante a, de orgulhoso de, com, para com prestes a, para piedade a, de constituído de, com, por desprezo a, de, por
A diferença entre maçã e pêro, de novo
Permito-me discordar da explicação dada pelo Prof. Fernando V. Peixoto da Fonseca sobre a diferença entre maçã e pêro. Só a tal me atrevo, por se tratar de uma questão de botânica e não de português. A espécie ou o fruto é só um, a maçã, com inúmeras variedades. Em algumas zonas do País, nomeadamente no Norte, a todas elas se dá o nome de «maçã». Noutras, a algumas dessas variedades, por exemplo, a "golden", dá-se o nome de «pêro». Portanto, se alguns lisboetas disserem que «pêro» e «maçã» são frutos diferentes, estão errados. Não o são. Se na ementa de um restaurante estiver escrito que há, de fruta, bananas, morangos e pêros, está correcto; Mas se estiver escrito que há bananas, morangos, pêros e maçãs, está errado (mistura-se espécies com variedades). Todos os pêros são maçãs, mas nem todas as maçãs são pêros.
Prefixos pré-, pró-, pós-
Levando-se em consideração a Base XVI do Acordo Ortográfico (1.º Nas formações com prefixos [...] só se emprega o hífen nos seguintes casos: [...] f) Nas formações com os prefixos tónicos/tônicos acentuados graficamente pós-, pré e pró-, quando o segundo elemento tem vida à parte [...]) como fica a escrita da palavra pré-constituída/preconstituída ou ainda pré-constituir ou preconstituir? Os sufixos, neste caso, possuem "vida à parte", como indica a Base XVI no Acordo? A propósito, qual o critério mais seguro para definir se um sufixo tem ou não "vida à parte"?
Tipos de coesão
Estou estudando os cinco tipos de coesão (coesão referencial, coesão lexical, coesão por elipse, coesão sequencial e coesão por substituição) e já me deparei com dúvidas, pois os termos se repetem.
Na coesão referencial, por exemplo, ela pode ser anáfora, catáfora, elipse (que aparentemente é a mesma coisa que coesão por elipse) e reiteração (que também pode ocorrer na coesão lexical). Na coesão lexical, pode ser reiteração (como citado acima), substituição (que aparentemente é o mesmo que coesão por substituição) e contígua.
Falta-me apenas eu estudar a coesão sequencial, que ainda não tive tempo.
As referências acima procedem ou estão incorretas? Se está correto, por que se informa haver cinco tipos de coesão, quando três delas são situações que ocorrem em outros tipos de coesão?
Ainda o bienal/bianual e o trienal/trisanual
Muito agradeço a Mafalda Antunes a gentileza da resposta às minhas perguntas acerca do adjectivo (e substantivo, não?) trienal e dum hipotético trianual. No entanto, a sugestão que deixa para qualificar um acontecimento que ocorre três vezes por ano parece-me não se adequar a todas as situações possíveis. Assim, na sua resposta, diz: «A definição de trienal apresenta o significado de "acontecimento que tem a duração de três anos", tal como trisanual. No entanto, sabe-se que este termo é usado também com o sentido de "acontecimento que ocorre três vezes por ano". Talvez uma boa solução para estes casos seja a de dizer que determinado acontecimento «ocorre três vezes por ano» ou que é quadrimestral, que se realiza, acontece ou surge de quatro em quatro meses, ou seja, três vezes por ano.» O problema é que há acontecimentos que ocorrem três vezes por ano, mas sem periodicidade regular. Assim, não poderemos designá-los de quadrimestrais. Suponho que os linguistas fariam um grande favor aos falantes se separassem os significados de bienal/bianual, trienal/trisanual (e por que não trianual?). Ou haverá alguma razão etimológica, ou de outra natureza, para manter esta ambiguidade? Reivindico a separação de significados dos termos em apreço. Não terei legitimidade? Obrigado.
Vice-Presidente / vice-presidente
Sou tradutora e agradecia que me fizessem o favor de esclarecer a seguinte dúvida: o termo "vice-presidente" escrito com maiúsculas fica "Vice-Presidente" ou "Vice-presidente"? Muito obrigada.
O aumentativo de nuvem
Qual o aumentativo de nuvem?
