Pelourinho - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Registos críticos de maus usos da língua no espaço público.
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A propósito de uma série francesa deficientemente traduzida

Em português, a forma feminina com uso consolidado de maestro é maestrina. Até há uma portuguesa chefe de orquestra – o que ainda desculpa menos quem traduziu e legendou para a RTP 2 a série francesa "Orquestra".

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Traduções tristemente hilariantes

O guia de conversação hoje mais conhecido como English as she is spoke, do português Pedro Carolino, é um título que há muito faz parte do anedotário em torno do desconhecimento da língua inglesa. Mas que dizer do português que traduz mal o inglês? Um texto de Ana Sousa Martins para a rubrica "Cronigramas" do programa Páginas de Português, transmitido pela Antena 2, no dia 19 de maio de 2019.

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Uma confusão lexical

Aconteceu num relato da penúltima jornada da I Liga Portuguesa de Futebol, do desafio Chaves-Vitória de Setúbal. Como a derrota de qualquer dos contendor, agravaria o risco da despromoção de divisão, o segundo golo – na descrição do relator do jogo – tinha lançado o descrédito  na equipa mais em risco de descida. Um caso de óbvia confusão lexical. 

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Visitar o Porto sem ouvir falar português

O atual crescimento urbano, a especulação imobiliária e o turismo massificado acarretam uma aculturação que impõe o inglês nos nomes das lojas e até no atendimento em restaurantes, suplantando o português. A cidade do Porto não escapa a esta vaga, como revela a jornalista Catarina Pires num apontamento entre nostálgico e crítico, saído  no Diário de Notícias de 6 de maio de 2019.

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Ou é um número ordinal ou o símbolo do grau

3 graus, 6 graus, 9 graus, 12 graus não é o mesmo que 3.º ano, 6.º ano, 9.º ano, 12.º ano.

 

 

 

 

 

 

 

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Com três propostas concretas do Provedor do Telespetador para a sua diminuição

Nova intervenção do Provedor do Telespetador da televisão pública portuguesa, Jorge Wemans, no  programa Voz do Cidadão*, sobre os «múltiplos e demasiado frequentes» erros no uso da língua portuguesa nos diversos canais da RTP

* emitido no dia 2 de fevereiro de 2019, com a colaboração da professora Sandra Duarte Tavares.

 

 

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Uma situação e um erro recorrentes em Angola

Verbos como deter, manter, reter ou entreter, derivados de ter, são muitos vezes conjugados (erradamente) como se fossem verbos regulares da 2.ª conjugação – como acontece no português falado Angola, como aponta o autor, nesta crónica  publicada no semanário Nova Gazeta de 31 de Janeiro.

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Tropeções linguísticos infelizes dum primeiro-ministro

Três tropeções linguísticos do primeiro-ministro português António Costa – no plural do verbo haver, na recorrente precaridade e um escusado de na frase «devemos sempre de preservar» – assinalados neste apontamento sarcástico transcrito  da revista Sábado de 3 de janeiro de 2019.

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Um falso amigo do inglês

Um livro sobre a crise dos refugiados na Europa, escrito originalmente em inglês, é desastradamente traduzido em Portugal, caindo inclusivamente na armadilha de um "falso amigo". Um apontamento de Ana Sousa Martins, coordenadora da Ciberescola da Língua Portuguesa, para a rubrica "Cronicando" do programa Páginas de Português (Antena 2, 30/12/2018).

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Erros na comercialização de produtos

É irrelevante a qualidade linguística dos textos que aparecem nos rótulos? Parece que não, mesmo quando se comercializam produtos nacionais no mercado estrangeiro – sustenta Carlos Rocha neste apontamento.