em orações relativas
O uso do conjuntivo e/ou o indicativo
em orações relativas
em orações relativas
Veja-se a seguinte frase:
«Esta não é notícia que se possa nem se deva divulgar.»
Veja-se esta outra (em que se altera a posição do advérbio não):
«Esta é notícia que não se possa (pode) nem se deva (deve) divulgar.»
Minha dúvida se situa justamente sobre a aparente necessidade de se empregar o tempo no indicativo (que me parece soar melhor) em virtude da simples modificação da posição do advérbio na frase.
Gostaria de um esclarecimento, o qual desde já agradeço.
«Poupar-se a » e «poupar-se de»
Diz-se «podem poupar-me à esmagadora humilhação», ou «podem poupar-me da esmagadora humilhação»?
Obrigada.
«Notária pública»
Qual o feminino de «notário público»? Pode-se dizer «notária pública», ou será mais correto dizer «notário pública», ou mesmo manter-se a forma masculina?
Os meus agradecimentos.
«Em coma» vs. «num coma»
Será aceitável dizer «eu sei o que é um coma»? O artigo faz sentido, na frase? Ou devemos sempre dizer «Eu sei o que é estar num estado de coma»?
Os significados de colarete e debrum
Pretendo saber se me podem esclarecer uma dúvida que tenho em relação a uma palavra usada em confeção. O termo "colarete" (debrum) Qual o termo mais correto? "Colarete"; "colorete"; "clorete"; ou "debrum". Todos são sinónimos e referem-se ao mesmo? Encontro várias referências em artigos escritos sobre estes termos, mas desconheço qual é o mais correto.
Obrigado pela atenção dispensada.
«Consta que....»
A frase «O Secretariado faz constar, pelo presente aviso, de que pretende contratar três funcionários» está correta?
Os significados de gravura
«Este livro não tem gravuras.»
Neste contexto, a utilização de gravuras em português europeu faz sentido?
«Pode conhecer-se» = «pode-se conhecer»
«Pode conhecer-se muitos lugares», ou «pode-se conhecer muitos lugares»?
Cicio diz-se tal como ciciar
Peço o favor de me esclarecerem como se diz a palavra cício. Encontro em dicionários na Internet com acento agudo na primeira sílaba e, também, sem acento, o que muda completamente a fonética.
Devo dizer cício tal como vício? Ou é cicio tal como titio? Onde fica a sílaba tônica?
Aguardo esclarecimento, que será de grande ajuda.
Grato.
A gramaticalidade de «o quanto» e «o quão»
Sei que há uma publicação sobre este tema no vosso site, pelo que escusam de me reencaminhar para lá. O problema de se verem muitos erros escritos é que, com o tempo, começamos a duvidar. Agora com este frequente: «o quão». Sempre escrevi [...] quão sem artigo definido antecedente. Mas tenho visto, inclusive em professores de Português, a expressão «o quão»! Sempre aprendi que quão substituía «o quanto» no sentido de perguntar ou afirmar «como», «de que modo», «a que ponto».
Quão errado estou!?
Obrigado pela ajuda.
