a função cumulativa da barra [/]
A função aditiva do hífen e
a função cumulativa da barra [/]
a função cumulativa da barra [/]
Sobre as explicações de D’ Silvas Filho quanto ao uso da (/) barra na língua portuguesa, ficou-me uma dúvida acerca da interpretação de uma frase. Diz o seguinte:
«As pontuações previstas nas alíneas "a.1"/ "a.2" e "b" não poderão ser contadas de forma cumulativa.
»
Pergunto ao senhor: Qual o entendimento da frase? O que eu não posso cumular? Apenas "a.1" com "b" e "a.2" com "b" ou também não posso cumular "a.1" com "a.2"?
Na minha interpretação, o uso da (/) barra entre "a.1" e "a.2" permite que elas sejam cumuladas.
É isso mesmo? Estou correto na minha interpretação?
«Fazer referência a»
Pelo mesmo motivo por que se diz «é hora de a onça beber água», poderia eu dizer «faz-se referência a a auditoria ter sido conduzida corretamente»?
Não sei exatamente o porquê, mas imagino que a resposta à minha indagação seja negativa. No entanto, soa-me no mínimo estranho dizer «faz-se referência à auditoria ter sido conduzida corretamente». Parece-me que, assim como na primeira frase não se junta de com a (por o verbo estar no infinitivo – aliás, olha aqui a mesma dúvida: «por o» ou pelo?), também na segunda não se deveria juntar a preposição a com o artigo a.
Aceivar = aceibar
A propósito do significado de aceivar, palavra de que andava à procura, cheguei à resposta dada por Carlos Rocha a 19/04/2005. Não sei até que ponto a resposta está completamente certa, apesar de se inserir no léxico agrário, de facto.
Veja-se o excerto do conto «O Pastor Gabriel» de Miguel Torga: «Como os pastos no Verão escasseavam, só havia uma solução: aceivar os nabais à noite, pela calada». Não poderá aceivar ter outro significado ou, pelo menos, outra acepção?
Sobre as orações subordinadas completivas
Gostava de saber mais sobre as orações subordinadas integrantes ou completivas. E, também, exemplos.
«Sem sinais e/ou sintomas cardíacos»
Qual a frase correta?
«Sem sinais e sintomas cardíacos.»
«Sem sinais ou sintomas cardíacos.»
«Sem sinais e/ou sintomas cardíacos.»
O uso de «de quem» e «do qual»
Qual das seguintes frases está correta?
a) Aquele do qual enaltecemos as qualidades e minimizamos os defeitos.
b) Aquele de quem enaltecemos as qualidades e minimizamos os defeitos.
Gin e gim
Como se escreve a palavra gin: com n (gin) ou com m (gim)?
«A nível de» ou «ao nivel de»?
«Estratégias de ensino-aprendizagem a nível da informática», ou «Estratégias de ensino-aprendizagem ao nível da informática»?
Os professores adequam recursos a, ou ao, nível informático?
Como: conjunção com valor de comparação,
ou advérbio relativo?
ou advérbio relativo?
Ainda a propósito da resposta Classificação da estrutura «como sendo», não poderá entender-se que «como sendo» tem um valor relativo (referindo-se ao «guião pedagógico»)? Fundamento esta interpretação com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa: a entrada como encaminha-nos para a entrada advérbio («advérbio relativo»), onde, com efeito, aparecem os advérbios onde e como a introduzir orações relativas. Neste sentido, não podemos aceitar que, na expressão em questão [«A professora Luísa está a falar do guião pedagógico como sendo algo de que precisam agora»], «como» introduz uma oração relativa, equivalendo o «como sendo» a «que era»? Na verdade, tenho dificuldade em entender a «conjunção com valor de comparação hipotética ou subjetiva» nesta frase, uma vez que o guião era algo de que efetivamente iam necessitar naquele momento.
A regência do verbo integrar
É correto escrever num curriculum «Integrei a equipe de arquitetos da empresa xx, participando de vários projetos»? Dúvida: há necessidade de crase no «Integrei à equipe...»?
