DÚVIDAS

A translineação de diagnóstico
Gostaria de saber como se pode justificar a divisão silábica da palavra diagnóstico, apresentada pelos dicionários, conforme se vê abaixo? di·ag·nós·ti·co (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa 22-07-2020). Considerando a etimologia («Do grego διαγνωστικός, pelo latim diagnosticu (dia = «através de, durante, por meio de» + gnosticu= «alusivo ao conhecimento de») — Wiktionary), podemos aproximar a palavra diagnóstico da palavra diacrónico, cuja divisão silábica, apresentada pelo mesmo dicionário, é di·a·cró·ni·co (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa,consultado em 22-07-2020). O mesmo se pode dizer em relação à palavra gnose: gno·se (grego gnôsis, -eos, «conhecimento») "gnose" (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, consultado em 22-07-2020). Por que motivo, então, a divisão silábica da palavra diagnóstico não é "di-a-gnós-ti-co"? Desde já, muito grata pela atenção que vierem a conceder à minha questão.
O plural de eleitor-fantasma
Como não encontro no Ciberdúvidas uma resposta clara sobre o plural dos nomes compostos, nomeadamente os que integram dois substantivos, gostaria de saber: eleitores-fantasma, ou eleitores-fantasmas? Empresas-fantasma, ou empresas-fantasmas? Cidades-fantasma, ou cidades-fantasmas? Crianças-soldado ou crianças-soldados? É que ando a ler e a ouvir na comunicação social portuguesa as duas formas, indiscriminadamente... Muito obrigado.
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