O uso frásico de pais («pai e mãe»)
Gostaria de saber se a expressão «o casal vai ser pai» está correta, embora tenha quase a certeza de que não está.
Muito obrigada.
Acerca do pronome relativo que precedido de preposição
Desejava saber se sempre o relativo que precedido de preposição não leva artigo ou há casos em que sim o leva e como posso explicar esse uso.
Tinha ouvido categorizar no sentido de que o pronome relativo que não se empregava com artigo se precedido de preposição.
Ontem mesmo lia em Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo, do Lobo Antunes: «A pedir-lhe que não Marina, repare no que escrevo e o director a segurar-me o braço.»
«Pensei no criado do vizinho, no que ajudava no mercado.»
Obrigada.
Preposições acidentais
Vi no cursinho que durante, mediante, senão e salvo podem ser considerados preposições acidentais.
Eu sei que segundo pode ser representado um numeral (2.º) e uma preposição ao ligar palavras («segundo ele, estamos bem»).
Mas qual a outra classe gramatical dessas quatro palavras acima? Seriam substantivos? Não consegui encontrá-las em nenhuma outra classe para fazer a comparação.
Obrigada.
Minúsculas nas preposições dos nomes próprios
Tenho nome composto.
«Maria do Carmo», ou «Maria Do Carmo», é o que tenho escrito nos últimos 13 anos (desde que sei ler e escrever).
Contudo, tenho reparado, sucessivamente, que os meus professores, colegas e até desconhecidos escrevem o meu nome com o d em minúscula. Isto fez-me questionar se, sabe-se lá como, tenho escrito mal o nome.
Embora tenha pesquisado, nada encontrei sobre o assunto.
Dessa forma questiono-me: a preposição/ contração de preposição entre dois nomes próprios (reitero o exemplo do «Maria/Do Carmo») é em maiúscula, minúscula, ou é realmente indiferente?
Obrigada.
«Passe a expressão/redundância»
Quando se utiliza uma redundância (ou uma expressão constrangedora, por exemplo), qual é a forma correcta de "remediar" a situação: «passo», «passe» ou «passe-se» (a redundância, expressão, etc.)?
Obrigado.
Translineação de Uruguai e enxaguei
Gostaria que me explicassem como se faz a translineação das seguintes palavras: «Uruguai» e «enxaguei». Pedia que me dissessem e explicassem a regra.
O conjuntivo e o indicativo nos verbos de opinião
Lendo a vossa resposta sobre a correcção das frases: «Achei que o livro estava na biblioteca» e «Achei que o livro estivesse na biblioteca» ambas me parecem dar a entender que o livro afinal não se encontrava lá. Pensei que os verbos de opinião "achar que", "pensar que", "julgar que" pediam conjuntivo em frases negativas e indicativo em frases afirmativas. Se assim fosse as frases seriam: «Achei que o livro estava na biblioteca» e «não achei que o livro estivesse na biblioteca»; «acho que vai chover», «não acho que vá chover", etc. Que lhes parece?
Numerais ou substantivos?
Sou professora de Língua Portuguesa e analisando a classe dos substantivos surgiu uma dúvida. Afinal vocábulos como nove, dezoito, segunda, décima são classificados como numerais ou substantivos? No dicionário estão presentes as duas hipóteses. Consideremos, por exemplo, o vocábulo dezassete: num. cardinal – «dez mais sete» s.m. «que ou que ocupa o décimo sétimo lugar, o grupo de algarismos que representa dezassete». Segundo algumas leituras que efectuei apurei que os numerais são uma subclasse dos nomes tal como os nomes comuns, próprios, colectivos, concretos e abstractos. No entanto, nas gramáticas já por mim consultadas não encontro nenhuma referência a este aspecto. Portanto, gostaria que me pudessem elucidar relativamente a esta questão. Antecipadamente grata.
A palavra confete
A palavra confete é correcta? Se não, como se escreve a palavra?
Conhecer a uma pessoa = conhecer alguém?
Sou uma estudante de português na Argentina. Eu tinha a ideia que o CD de pessoa em português não leva a preposição a. Em espanhol, leva a. Mas ontem li um artigo no jornal que dizia "conhecer a uma pessoa". Então, a pergunta é: existe alguma diferença em português, entre "conhecer a uma pessoa" e "conhecer alguém" ? Obrigada.
