Cesariana (e não "cesareana"), cesárea, cesária, etc.
Escreve-se cesariana ou cesareana?
Sinédoque/metonímia
Tenho, por vezes, dificuldade em explicar aos meus alunos a diferença entre a sinédoque e a metonímia. Por exemplo: "ferro" em vez de "espada" é uma sinédoque ou uma metonímia? Desde já agradeço os esclarecimentos que me possam dar.
O emprego da palavra urgenciar
É correto o emprego da palavra "urgenciar"?
«Já não» e «não... mais»
Gostaria de saber quando usar de já e mais, por exemplo, «já não tenho ganas de o fazer», «não tenho mais ganas de o fazer».
Júlio Moreira refere que é erro usar de mais em lugar de já. Mas a que situações é que esse uso se aplica? Em que casos é que se emprega «já não» e «não mais»? Lendo José Luís Peixoto, tenho vindo a observar a presença de já não, embora noutras passagens ele se valha de não mais. Quando é que se deve usar «não mais» e quando «já não» de acordo com a norma culta portuguesa?
Reconhecido imensamente ao vosso trabalho.
A regência do verbo acordar
A utilização do verbo acordar no sentido de «chegar a acordo» não carece de preposição? Ou seja, as frases «Os contratantes acordam colaborar na venda» e «As partes acordam que o ato é inválido» estão corretas?
Falar / falarem
Ainda sobre o Boletim da SLP, aproveito para solicitar a vossa opinião sobre outra dúvida suscitada pela leitura da página 5, que passo a expor: Na última coluna da direita, um pouco mais abaixo do meio da página, lê-se a seguinte frase: «...ouvi alguns jornalistas falarem...». Não ficaria melhor se o segundo verbo estivesse no singular?
Conjunção vs. conetor
Sendo as palavras conector e conjunção sinónimas, por que razão surgem, nas gramáticas mais recentes, conectores e conjunções, como se fossem classes diferentes?
É também frequente nos exercícios dos cadernos de actividades, de livros adoptados ou em testes de Língua Portuguesa, pedir-se para se identificarem conectores ou substituir-se um conector por outro de sentido adversativo, temporal, etc. Mas, por outro lado, os alunos têm de conhecer as conjunções (coordenativas e subordinativas).
Que vantagem há em usar uma designação dupla para a mesma realidade?
Sequências textuais prototípicas e géneros textuais
Gostaria de saber quais os tipos de discurso existentes para além do Discurso político, que faz parte do programa de 11.º ano. Será que podemos dizer que existe um discurso poético (no sentido de declamação de um poema), ou aquilo que existe são textos poéticos divididos nas suas respectivas categorias (épico, lírico...)? E um discurso publicitário existe? Quais as principais características?Já agora, agradecia alguma bibliografia sobre o assunto que seja do vosso conhecimento.Agradeço desde já a atenção dispensada!
Sol e arco-íris
As palavras sol e arco-íris podem ser consideradas substantivos próprios? Qual a análise gramatical destas duas palavras? Sei que é uma pergunta que chega a ser ridícula, mas está gerando uma polêmica entre um grupo de pessoas que trabalham num mesmo local.
Contracção de pronomes
Sou professora de Espanhol e estudo Tradutorado de Português (variedade português do Brasil). Participo do Clube de Escrita Criativa do Camões, lá em Portugal, e sinto uma grande falta de informação, apesar dos bons sites como este (obrigada). E a gramática de Celso Cunha para o português europeu não está à venda por aqui.
A questão — neste caso — que mais me preocupa é sobre -ta.
Disseram-me — e é fácil adivinhar com um exemplo — que se trata de dois pronomes juntos: "enviá-tas" (enviar + te + as). Não me lembro se o acento é como no Brasil.
Já o lho, suponho que é lhe + o. Mas sei que tem muitas possibilidades.
O caso é que não encontro (on-line) nenhuma das regras de formação de estas e outras contrações que não existem no Brasil e gostaria de aprender.
Poderiam me enviar um resumo e dizer-me se pertencem ao português culto?
