DÚVIDAS

Ordenação de tempos verbais numa frase
A minha questão diz respeito a esta frase encontrada na página 291, linhas 5 e 6, da tradução portuguesa da obra Dracul, de Dacre Stoker e J.D. Barker, publicada pela TopSeller: «Até há instantes, eu tremia furiosamente, mas conseguira, por fim, acalmar.» Na frase transcrita, o uso do verbo no pretérito-mais-que-perfeito (conseguira) estará correcto? Não deveria o verbo tremer ter sido conjugado no pretérito-mais-que-perfeito, e o verbo conseguir no pretérito perfeito, uma vez que aquela ação precede temporalmente esta última? Obrigado, desde já, pela atenção.
Improviso no sorriso na canção «Antes do adeus»
Tenho uma dúvida. Não sei a quem se refere a expressão «improviso no sorriso», não sei se é o sorriso de quem canta ou é o sorriso da outra pessoa. Também não sei se improviso, neste caso, é do verbo improvisar ou é o substantivo derivado do dito verbo. O contexto é a canção "Antes do adeus", de Célia Lawson, que ganhou o Festival RTP da Canção, em 1997, e representou a RTP na Eurovisão, ficando no último lugar, com 0 pontos. «Antes do adeus (Tuas trovas, teus lamentos)/Improviso (Ouviam-se em toda a rua)/Antes do adeus (Na outra esquina do vento)/No sorriso (Na outra face da lua)/Antes do adeus (Os teus sonhos eram meus)/Paraíso (A minha vida era tua)/Lemos os sinais (Antes de dizer adeus)/E até fomos imortais.» 
Todos, coordenação e próclise
Tenho dúvidas quanto à colocação dos pronomes clíticos nas frases em que existe enumeração de ações. Por exemplo, na frase «Todos se riam», o todos desencadeia a próclise. Mas numa frase em que se enumerem várias ações e o verbo pronominal se encontre no meio ou no fim, deve haver próclise ou não? A forma correta é «Todos falavam, se interpelavam, se riam e conversavam», ou «Todos falavam, interpelavam-se, riam-se e conversavam»?
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