DÚVIDAS

A combinação pronominal lho em Júlio Dinis
Num artigo do consultório deparou-se-me a citação seguinte: «A irritação ditava-lhe uma violenta resposta, mas já lho não permitia a consciência.» (Júlio Dinis, A Morgadinha dos Canaviais. 1860). Esta frase suscitou-me a dúvida seguinte cujo esclarecimento antecipadamente agradeço. Pergunto se, corretamente, não deverá antes escrever-se: «…mas já não lha permitia a consciência», isto é, escrever «lha» em vez de «lho», porquanto na 2.ª oração estamos referindo-nos à violenta resposta.
Tudo, antecedente do pronome relativo quanto
Nas frases : 1. «Tudo quanto houve passou.» 2. «Tudo quanto é passa.» Em 1, o termo «Tudo quanto houve» é oração subordinada substantiva subjetiva? Ou o termo «quanto houve» é oração subordinada adjetiva? Em 2, o termo «tudo quanto é» oração subordinada substantiva subjetiva? Ou o termo «quanto é» é oração subordinada adjetiva? Agradeço.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa