A origem da palavra dona
Gostaria muito de saber a origem da palavra dona!
Grato!
A frase latina «sic transit gloria mundi»
Gostaria de saber o significado da expressão latina «sic transit». Sei que ela é conhecida em uma outra expressão maior («Sic Transit Gloria Mundi»). Retirei a expressão de um livro do jornalista Herbert Daniel (obra: Vida Antes da Morte, 1989), cujo trecho em que aparece a expressão é:
«Nada mudou na impermanência. Sic transit. A experiência da finitude povoa os recalques de todos os mortais. Saber-se finito não é exatamente uma novidade. Acreditar na mortalidade do corpo é que é mais difícil. Este é um aprendizado que a doença traz e, parece-me, nenhuma crença na imortalidade da alma traz alívio para o barro que descobre seu destino de pó.»
Obrigado.
A regência do verbo incorporar com as preposições a e em
Gostaria de saber qual é a regência verbal do verbo incorporar, a preposição a ou em, para textos que requerem mais formalidade, como provas e relatórios. Ex: «Ele incorporará os vencimentos ao/no salário.» e «Todos foram incorporados às/nas fileiras.»
Obrigado.
Deícticos pessoais, espaciais e temporais
No próximo teste de Português, a minha professora vai colocar alguns exercícios com frases em que teremos de assinalar os elementos deícticos: pessoais, espaciais e temporais. Tenho algumas dúvidas quanto à forma de classificação e, mais importante, se os pronomes de 3.ª pessoa são considerados deícticos pessoais. Por exemplo, na frase: «Dei-lhe aquela boneca», eu classificaria dei como deíctico pessoal (flexão 1.ª pessoa) e lhe também; aquela seria deíctico espacial. E referiria também dei e ontem como deícticos temporais (referentes ao passado). Esta análise estaria correcta? Uma forma verbal pode ser simultaneamente deíctico pessoal e deíctico temporal, i. e., posso incluir em ambas as categorias? Podem ajudar-me? É uma questão um pouco difícil de interpretar...
«Não perca!»
Meu nome é Simone e tenho uma dúvida a respeito do uso da palavra "perca"; é correto utilizá-la na seguinte frase: «Não perca! Use seu talento, inscreva-se já.» Desde já, agradeço.
Damos-vos
Há dias perguntei-vos como se deveria dizer, se damos-vos (como eu sempre disse e escrevi) ou damo-vos como muitos colegas professores dizem que é, e eu vi escrito num panfleto de concurso chegado à escola. O Ciberdúvidas prontamente me respondeu, mas como eu não pedi que dissessem por que razão é assim, venho de novo pedir que me ajudem a argumentar. Eles certamente baseiam-se no «damo-nos», mas o meu saber é apenas intuitivo. Agradeço a ajuda.
Morfemas: livres ou presos
Olá, meu nome é Vanessa, tenho 20 anos e sou estudante de Letras em Juiz de Fora, estou no segundo período, acesso aqui mesmo de minha casa em Três Rios, interior do Rio de Janeiro.
Estou aqui para pedir ajuda de vocês em relação a esse tema. Gostaria de saber se tem como vocês me esclarecerem tudo sobre isso. Tenho um trabalho super importante para fazer na matéria de Linguística I , e não sei onde procurar.
Ficarei muito grata se puder contar com a colaboração de vocês.
Muito obrigada por esse espaço.
Um grande abraço.
A diferença entre cu e rabo
Devido a um familiar que faz questão de dizer rabo e nos corrigir sempre que dizemos a palavra cu, gostaria de pedir que me elucidassem da diferença entre as duas.
Eu sei que o som rabo soa melhor, mas associo-o a animais, por exemplo: «o rabo do cavalo» e não digo o «cu do cavalo».
Poderão ajudar-me?
Fico muito agradecida.
A associação dos pontos de interrogação e exclamação
Gostaria de saber se, em textos formais (literários ou técnicos), com intenção de aplicação do vernáculo, é adequado o uso conjunto dos pontos de exclamação e interrogação. Se sim, é indiferente escrever primeiro a interrogação (?!) ou primeiro a exclamação (!?)? E em relação à escrita repetida dos dois pontos (?!?!?! ou !?!?!?), é correta? Não são estes estilos de pontuação mais próprios da banda desenhada?
Grata.
A locução «ao passo que», novamente
Gostaria de ter uma dúvida esclarecida referente à locução conjuncional «ao passo que». Antes de perguntar, estava pesquisando e vi que já há uma pergunta e respectiva resposta, é a 25 867, «Ao passo que»: locução conjuncional coordenativa adversativa.
Pesquisando na gramática do Celso Cunha, ele classifica essa locução como proporcional, e não como adversativa. Nesse caso, então, os dois casos estariam certos, sendo, portanto, uma polissemia conjuncional?
Obrigada.
