O adjetivo decolonial e o verbo decolonizar
Sempre pensei que, em Portugal, se escrevesse sempre descolonizar e não "decolonizar". No entanto, acabo de deparar com uma obra intitulada Decolonizar o Museu, publicada pela Orfeu Negro.
Como se trata de uma boa editora, questiono-me se também se poderá escrever "decolonizar".
Obrigado.
Tradução de sun-synchronous
Estou lendo algumas matérias sobre Sistemas Orbitais e não consigo escrever a tradução de "sun-sinchronous". Tentei hélio-síncrona, heliossíncrona, heliosíncrona. Poderia me ajudar? Obrigada.
O nome do imperador romano Publius Helvius Pertinax
O imperador romano Publius Helvius Pertinax deveria ter o seu nome aportuguesado como Públio Hélvio Pertinax, formas adotadas pela Wikipédia, ou deveria ser Públio Hélvio Pertinaz, como cuido, aportuguesando-se bem o último nome? Aliás, é de se perguntar se já houve no passado, entre nós, o aportuguesamento Pertinaz.
Muito obrigado.
Uso do substantivo protesto
A questão que eu coloco é se está correcto dizer numa carta empresarial «apresentar prostestos dos melhores cumprimentos».
Obrigada.
O plural de sílex
Qual é o plural de sílex?
Duas completivas numa frase de Camilo Castelo Branco
Gostaria que me esclarecessem uma dúvida: como se classificam as orações da frase «Cuida o patife que eu consentia que meu filho se ligasse a uma filha de Tadeu de Albuquerque!», do capítulo 6 da obra de Camilo Castelo Branco, Amor de Perdição?
Obrigada pela atenção.
A formação de paleopatologista
Gostaria de solicitar por favor a vossa ajuda no sentido de averiguar a forma correta: paleopatologista, ou paleopatólogo?
Muito obrigada.
A preposição de + oração de infinitivo: «de comer»
Eu li na gramática de Bechara (2018) que orações reduzidas de infinito como:
«Eu estive com fome, e deste de comer.»
«Eu estive com sede, e me deste de beber.»
são orações adverbiais de finalidade, pois é como se dissesse:
«Eu estive com fome e me deste algo para que eu comesse.»
«Eu estive com sede, e me deste algo para que eu bebesse.»
Mas o que eu gostaria de saber o porquê de estas orações reduzidas de infinitivo virem antecedidas da preposição de e assumirem um valor de oração adverbial de finalidade.
O motivo seria por causa do verbo dar + de + (verbo no infinito)?
Seria por causa da antonímia entre as palavras que norteiam o período: fome × comer, sede × beber? Eu realmente não sei.
Desde já, fico agradecido pela resposta.
Frase copulativa identificadora: «O assassino era o escriba»
Lendo um poema de Paulo Leminski, o título chamou minha atenção e causou dúvida.
Segue o título e o questionamento: «O assassino era o escriba.»
Como fica uma análise sintática desse período? E se invertemos os termos: «O escriba era o assassino»?
Como ficaria a análise?
Obrigado.
Ordem dos formantes de adjetivos pátrios compostos
Existe alguma regra ortográfica que define quem vem primeiro? Exemplo: franco-italiano ou ítalo-francês?
