«Possuir 20 exércitos...»
«Possuir 20 exércitos em Nova Iorque e no Japão.»
Eu acho que essa frase é ambígua, porque não diz se são 20 exércitos em cada país ou se são 20 no total. Estou certa?
Obrigada!
Ainda a tradução de “Hippophaë Rhamnoides”
Sobre a tradução de “Hippophaë Rhamnoides”, a consulente Alexandra Santos enviou-nos o resultado da pesquisa que desenvolveu, o que agradecemos, e que fica desde esta data em linha.
Madame Bovary em português
Estava perguntando-me aqui o motivo de não haverem traduzido o título do livro de Gustave Flaubert Madame Bovary para "Dona Bovary". Vamos por partes.
No Brasil podemos referir-nos a uma mulher desconhecida de X maneiras:
1) Senhora – tanto para velhas como novas.
«A senhora irá à festa de Carlos.»
«Que horas são, senhora?»
Pode-se acrescentar o pronome possessivo minha para suavizar o solenidade. Se a mulher for casada ou a sogra, às vezes prefere-se usar dona.
2) Dona – sempre acompanhado do nome.
«A dona Ivete morreu ontem, sabia?»
«Dona Cleide, a senhor pode me fazer um favor?»
3) Madame, senhorita e senhorinha – de maneira mordaz, sarcástica.
«Então quer dizer que a madame não gosta do que faço?»
«Eu aqui trabalhando. E a senhorita aonde? A senhorita só na gandaia.»
«E a senhorita quer tudo de mão beijada? Quer que lhe lave as roupas, que faça o café, o almoço, a janta?»
Parece-me, de acordo com o uso no Brasil, o melhor seria "Dona Bovary".
A origem do se apassivante e indeterminado
Tenho uma questão relacionada com as seguintes frases-exemplo: «Vê-se bem que o barco está à deriva»; «Isso faz-se muito bem»; «Conduz-se muito bem durante o dia». Qual a origem/lógica do uso do -se nos casos mencionados? Trata-se do uso de verbos reflexos (i.e. ver-se, fazer-se, conduzir-se)?
Confesso que a mim não me parece que seja o caso. Mas também não encontro uma explicação alternativa. Será que me podem elucidar sobre esta questão?
Obrigado.
Análise de um complemento preposicional
Na oração: «João tirou Maria da vida.» «Da vida» funciona como adjunto adverbial de lugar? Pergunto porque não me parece que ao dizer «da vida» com sentido de «prostituição» esteja me referindo exatamente a um lugar, e se não é lugar, então qual é a função sintática da expressão «da vida» nessa situação?
Al Andalus e Andaluz
Antes de mais o meu grato reconhecimento ao vosso site.
A minha questão é: como devo escrever "Al Andaluz"?
Com z final ou com s? Com hífen ou sem hífen? Ou ambos os casos são aceites?
Obrigado e bem hajam.
A regência de distinguir com entre
Encontrei a seguinte oração em um livro técnico:
«No estudo das normas jurídicas, a doutrina costuma distinguir entre regras e princípios.»
Achei absurda a construção. Acredito que, apesar de o verbo possuir a acepção de diferenciar coisas "entre" si, não aceita tal preposição. Ao meu ver, o correto seria «... a doutrina costuma distinguir regras de princípios». Mas ao pesquisar pela Internet, achei alguns outros exemplos deste uso.
Por favor, poderiam me esclarecer se estou equivocada?
Sinónimo de edredão
Qual o sinónimo de edredão?
Gens
Qual é a origem do nome Gens?
É um nome próprio ou apelido?
A tradução de “domain”
Por favor, como se diz em português um 'domain' da Internet? Muito obrigada.
