DÚVIDAS

A diferença entre parricídio e patricídio
Ao traduzir um texto do inglês, deparei-me com definições diferentes para parricídio e patricídio. Segundo o autor, o primeiro designa o assassínio de um familiar ou ascendente próximo, não especificado; o segundo, o assassínio do pai em concreto (e matricídio, quando se trata da mãe). No entanto, em Portugal, o termo parricídio parece ser o usado para referir o assassínio do pai (na generalidade dos dicionários, a palavra patricídio nem sequer aparece). Quer isso dizer que, em português, a distinção entre os dois termos não faz sentido?
Ditongos da língua
Haverá algum conhecimento da verdadeira quantidade dos ditongos da língua portuguesa? Segundo a informacão tirada das vossas páginas, da www.orbis latinus, da "famosa" gramática do português contemporâneo por Celso Cunha e Lindley Cintra, e de outras gramáticas de menor conhecimento, as seguintes palavras formam ditongo diferente: PAI, BAILAR, HERÓI, DOIS, ABENCOE, SOU, MAGOA, DIREITA, HOTÉIS,FUI, AZUIS, VÁRIO, ÁRDUO, CAUSA, AUTOR, CÉU, EU, EUROPA, RIU, TIA, PIADA, VITÓRIA, PIEDADE, CURIOSA, CURIOSO, ENVIAMOS, DIETA, ESPÉCIE, VIÚVA, SUAR, SUAVIDADE, SUECO, DUETO, TÉNUE, JUIZ, QUOTA, AQUOSO, SÊMEA, ÁUREO, MÁGOA, LICÃO, ESTUDAM, PÕE, MÃE, BEM, MUITO, QUANDO, TRASEUNTE, SUTIÃ, PACIENTE, BIOMBO, TRIUNFO, CINQUENTA, QUINQUÉNIO, o que perfaz um total de 54 ditongos, se na realidade a língua portuguesa tem estes ditongos todos, porque é que os gramáticos não os aceitam como pertencentes à nossa língua? Obrigado.
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