Façam, faça-se
Empreguei o verbo fazer da seguinte forma:
... O momento é de reflexão, de modo que todos dêem as mãos e faça circular no planeta Terra a corrente de que a "humanidade" está acima de tudo.
A pergunta é: Também posso utilizar o verbo fazer (...faça...) concordando com o sujeito da frase... a corrente? Fui informado que também posso utilizar façam circular (concordando com... todos). Se for possível as duas maneiras por favor mande a resposta.
Obrigado.
Nem… nem
Gostaria que considerassem a seguinte frase: «Nem sais com o teu irmão, nem estudas.» A questão é a seguinte: a locução «nem... nem» é considerada copulativa, tendo em conta que se adicionam duas ideias, ou disjuntiva, implicando uma ideia de alternativa?
Fico muito grata pela vossa ajuda.
Quaisquer
É correcta a utilização numa frase da palavra «quaisqueres», ou deverá dizer-se «quaisquer informação» e «quaisquer informações»?
Naturalidade
Face à questão normalmente colocada em diversos impressos, referente à naturalidade da pessoa, gostaria de saber qual das opções de resposta é mais correcta, ou mesmo se alguma não é válida: (1) Naturalidade: Angola ou (2) Naturalidade: Angolana? Após consulta a um dicionário, li que naturalidade pode significar "país de origem", mas não me parece que alguém diga ou escreva: "A minha naturalidade é Angola." Existem outras formas de colocar a frase, nomeadamente "sou natural de ...", mas não é essa a minha dúvida. Obrigado.
A colocação dos símbolos de referências monetárias
Gostaria de saber como os símbolos de €, £, e $ devem ser escritos – antes ou depois do número – na linguagem padrão da língua portuguesa. Por vezes, percebo que o euro se encontra à direita do valor, como em «30 €». Como não me refiro às outras moedas com tanta frequência, surgiu a dúvida de como escrevê-las corretamente. Alguém sabe?
Grata desde já.
Regras para o emprego da próclise
Sempre fico em dúvida sobre o quão longe o verbo deve estar do "termo atrativo" para usar-se a ênclise. Vejam estes casos:
1. Ele afirmou que se usa assim. 2. Ele afirmou que isso se usa assim. 3. Ele afirmou que a próclise se usa assim. 4. Ele afirmou que a próclise sempre se usa assim. 5. Ele afirmou que em todos os casos a próclise se usa assim. 6. Ele afirmou que em todos os casos, sem exceção, a próclise se usa assim. 6. Ele afirmou que em todos os casos, sem absolutamente nenhuma exceção, a próclise sempre, sempre, se usa assim.
Os exemplos não estão muito bons, mas dá pra ilustrar a questão. Em qual desses pontos deve-se parar de usar a próclise e começar a usar a ênclise e porquê?
«Para que» em frase interrogativa
Gostaria de saber se a expressão «para que» corresponde a uma conjunção adverbial final na frase:
«E para que serve originalidade, se você não pode produzir em massa?»
Os gentílicos da Guiné, da Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial
Em África existem três países que se chamam Guiné. Se no mesmo texto quisermos distinguir os naturais de cada um desses países, como é que é o gentílico para cada um deles? "Guinéu-equatoriano" e "guinéu-conacriano"? "Bissau-guineense" e "conacro-guineense"? Ou outra coisa do género? Obs.: a página da Mordebe não é elucidativa no que diz respeito à distinção entre um natural da Guiné-Bissau e um da Guiné-Conacri.
Obrigado.
Diferença entre roubar e furtar
Estimados Desaduviadores*
Sei qual a diferença entre roubar e furtar e creio que instituições que empregam um português correcto e profissional também o sabem.
Como então se explica que inúmeras páginas dos sites dos bancos vemos informação sobre o que fazer em caso de «cartões roubados»? O Barclays é uma excepção, fala no seu site de «cartões perdidos, furtados, roubados ou falsificados». Na maioria dos casos não se trata de um assalto à mão armada, apenas nos apercebemos que já não temos o cartão quando precisamos dele.
Não seria o caso falarmos em «cartões furtados»?
* Desanuviadores + dúvidas
Os nomes próprios Clarice e Clarisse
Qual é a forma correta? Clarice, ou Clarisse? Ou são ambas possíveis?
