A sintaxe do verbo informar
Exemplo 1:
a) Informamos que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o seu pedido.
b) Informamos de que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o seu pedido.
c) Informamos que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o vosso pedido.
d) Informamos de que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o vosso pedido.
Exemplo 2:
a) Estimado Cliente, informamos que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o seu pedido.
b) Estimado Cliente, informamos de que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o seu pedido.
c) Estimados Clientes, informamos que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o vosso pedido.
d) Estimados Clientes, informamos de que, por imperativos legais, não nos é possível satisfazer o vosso pedido.
Qual será a frase correcta em cada exemplo e porquê?
A etimologia de mestre, de professor e de educador, de novo
Gostaria de conhecer a etimologia de "mestre", "professor" e "educador", para tentar conhecer melhor a história da profissão docente. A princípio podemos dizer que são sinônimas, porém, há literaturas, de diferentes épocas, que enfocam mais ora um ora outro termo. Assim pareceu-me que há diferentes significados.
Desde já agradeço.
De dois em dois dias
Desejava saber o que quer dizer exatamente a frase "De dois em dois dias" e se esta significa o mesmo que "dia sim dia não"?
A diferença entre pegar e apanhar
Gostaria muito de saber qual é a diferença entre pegar e apanhar, e em que casos se usa cada verbo.
Obrigada.
Etc.
Quando etc. aparece no final de uma frase deve-se escrever outro ponto (etc. .)?
Os gentílicos da Guiné, da Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial
Em África existem três países que se chamam Guiné. Se no mesmo texto quisermos distinguir os naturais de cada um desses países, como é que é o gentílico para cada um deles? "Guinéu-equatoriano" e "guinéu-conacriano"? "Bissau-guineense" e "conacro-guineense"? Ou outra coisa do género? Obs.: a página da Mordebe não é elucidativa no que diz respeito à distinção entre um natural da Guiné-Bissau e um da Guiné-Conacri.
Obrigado.
Orações subordinadas adverbiais: modal e proporcional
Sou estudante de Letras da faculdade ASA de Brumadinho e tenho dúvidas em relação às orações subordinadas adverbiais modais e proporcionais. Desejo saber como diferenciá-las na perspectiva da lingüística e da gramática normativa.
«Ter a certeza de que»
A minha dúvida é como se diz corretamente a expressão: «certeza que» ou «certeza de que».
Ex.: «Tenho a certeza que vamos...», ou «Tenho a certeza de que vamos...»?
Será que está dependente do verbo que vem a seguir?
Ainda a palavra "atelier"/ateliê
Sei que esta palavra já foi objecto de uma resposta vossa. Todavia, preciso ver esclarecido o seguinte: segundo a resposta que deram, é preferível utilizar a palavra oficina em vez da palavra atelier/ateliê.
No Dicionário da Porto Editora 2008 a palavra atelier surge como correcta, aparecendo o seguinte:
«atelier [átE´lje]
substantivo masculino
1. oficina, sobretudo de costura, de fotografia ou de artes plásticas;
2. sala de trabalho;
(Do fr. atelier)»
e
«ateliê
substantivo masculino
Þ atelier
(Do fr. atelier)».
Segundo depreendo, e argumentando com o facto de tal constar num dicionário de referência, as duas palavras são correctas.
A questão a colocar é então: posso escrever atelier sem utilizar a palavra em itálico ou com aspas?
Por exemplo, na frase «Dou aulas no meu atelier/ateliê»? Ou tenho de escrever «Dou aulas no meu "atelier"»?
Obrigada pela atenção.
A regência do verbo alinhar
No uso do verbo "alinhar" para querer dizer igualar o valor de uma coisa ao valor de outra, deve dizer-se «alinhar o valor de X PELO valor de Y» ou «alinhar o valor de X COM o valor de Y»?
