DÚVIDAS

A regência do verbo concernir
No outro dia, ao ler-se a expressão «No que concerne à expressão escrita», numa acta, alguém que lecciona Francês afirmou que se deveria utilizar a — este faria parte de um complemento directo — e não à, que daria origem a um complemento preposicional. Para ser franca, a explicação não convenceu a maior parte dos professores presentes. Discutimos o assunto mais tarde, mas a dúvida persistiu. Gostaria que me ajudassem a clarificá-la. Muito obrigada!
Maiúsculas em três casos específicos
Sou tradutora e estou a debater-me com uma dúvida terrível quanto ao uso de maiúsculas, nomeadamente nos seguintes três casos: Cristão, Católico, Judeu? Ou cristão, católico, judeu? No sentido geral e não especifico, i.e., não há dúvida que Igreja Católica seria com maiúscula, ou Concelho Judeu, mas os cristãos, os judeus, etc.? Português, Francês, Holandês? Ou português, francês, holandês? Novamente, apenas nos casos gerais, referindo-me aos naturais de dado país. E ainda em relação com a dúvida anterior, quanto às línguas faladas nos diversos países, escreve-se português, inglês, etc., ou com maiúscula? Desde já agradeço a vossa ajuda pois queria fazer um trabalho correcto e não me consigo desembaraçar disto...
O feminino de confrade
Como é sabido, os membros de uma confraria designam-se, genericamente, por confrades. Há dias surgiu, por brincadeira, alguém referindo que as senhoras, membros destas associações, se deveriam chamar confreiras. Daqui em diante foi o caos, surgindo as mais variadas hipóteses. A pergunta final é esta: a palavra confrade, quando aplicada a uma senhora, tem feminino, em português, como parece acontecer, por exemplo, em italiano?
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