O provérbio «quem vê caras...», novamente
Gostaria de saber a explicação do provérbio «Quem vê cara não vê coração».
A regência do verbo concernir
No outro dia, ao ler-se a expressão «No que concerne à expressão escrita», numa acta, alguém que lecciona Francês afirmou que se deveria utilizar a — este faria parte de um complemento directo — e não à, que daria origem a um complemento preposicional. Para ser franca, a explicação não convenceu a maior parte dos professores presentes. Discutimos o assunto mais tarde, mas a dúvida persistiu. Gostaria que me ajudassem a clarificá-la.
Muito obrigada!
A origem do nome António
Preciso para um trabalho escolar de saber a origem do nome António.
Onde poderei procurar na Internet?
Relações fonéticas e gráficas entre palavras
Gostaria que me ajudassem a esclarecer algumas dúvidas relativamente aos conceitos de homonímia e homografia. São conceitos que nunca me suscitaram quaisquer dúvidas, mas ao ler as definições da TLEBS, fiquei confusa. De acordo com a TLEBS, a homografia é a «propriedade semântica característica de duas unidades lexicais que possuem a mesma forma gráfica (homógrafos), formas fonéticas idênticas, mas conservando significados diferentes». O exemplo dado é: «canto – verbo cantar, presente do indicativo, 1.ª p.s. canto – substantivo masculino» A homonímia é definida como a «propriedade semântica característica de duas unidades lexicais que partilham a mesma grafia e/ou a mesma pronúncia, mas que conservam significados distintos». Os exemplos dados são: «Existe homonímia entre: sede – vontade de beber sede – local Existe homonímia entre: canto – verbo cantar, presente do indicativo, 1.ª p.s. canto – substantivo masculino» Julgava que as palavras homófonas se caracterizavam pelas formas fonéticas iguais, tendo, no entanto, formas gráficas e significados diferentes (ex: “conselho”/ “concelho”); e que as palavras homónimas se caracterizavam pelas formas fonéticas e gráficas iguais, mantendo significados diferentes (ex: canto/canto). Assim sendo, consideraria “sede”/”sede” palavras homógrafas, uma vez que apresentam formas fonéticas diferentes ([ɛ] vogal semiaberta e [e] vogal semifechada) e significados diferentes e formas gráficas iguais. Além disso, não consideraria “canto”/”canto” palavras homógrafas, mas sim homónimas.
Derivação parassintética
Podem dar exemplos de palavras com derivação parassintética?
Desde já agradeço.
As classes de palavras de mais
Minha dúvida está relacionada com a pergunta já formulada por um consulente:
«Estreou nos cinemas mais um filme de vampiro.»
No entanto, gostaria de saber qual a classe gramatical da palavra mais.
Há diferença de classe dessa mesma palavra quando empregada nos seguintes contextos:
«Vamos promover mais uma festa.»
«Vamos promover mais de uma festa.»
«Não vamos promover mais festas»?
Há outros casos em que mais é classificada de maneira diferente das acima citadas?
Muito obrigada e parabéns pelo trabalho.
A regência do verbo integrar
É correto escrever num curriculum «Integrei a equipe de arquitetos da empresa xx, participando de vários projetos»? Dúvida: há necessidade de crase no «Integrei à equipe...»?
Aumentativos balaço, chapelão, portão, facão, corpanzil
Qual dos substantivos a seguir não contém idéia de aumentativo? balaçochapelãoportãofacãocorpanzil
Identificação de algumas figuras de estilo e do sujeito poético
Por favor identifiquem nos seguintes frases algumas figuras de estilo:
«Tinha das mulheres lindas as graças belas, infindas de encantos, encantos mil.»
«E no seu todo brilhava o ar mais doce e gentil.»
Por outro lado aprendi que num texto poético se expressa o eu, sentimentos e por aí adiante. Será possível um texto poético ser descritivo?
Como identificar o sujeito poético dum texto poético? Que metodologia seguir para alcançar esse objectivo?
A regência do verbo culminar
Minha dúvida é quanto à regência do verbo culminar, pois tanto encontrei «culminar com» quanto «culminar em». Qual seria o correto?
